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Folha de São Paulo:Mentira e Covardia

Folha foge de audiência pública na Câmara

do blog Desculpe a nossa fAlha 

O dono da Folha, Otávio Frias Filho, acaba de soltar uma nota assinada por ele, pelo editor-executivo Sérgio Dávila e pelo secretário de redação Vinicius Mota desqualificando a audiência pública de quarta-feira sobre a censura que ele está promovendo, dizendo que o assunto é “superado”, chamando o deputado federal que propôs a audiência de “desinformado” e afirmando que nosso antigo blog, censurado pela Folha, “não é independente” e estaria a serviço do Partido dos Trabalhadores. Para sustentar seu argumento, Otávio lembra que trabalhei para a Prefeitura de São Paulo durante a gestão Marta Suplicy (2001-2004). No pé desse post, reproduzo a nota enviada pelo dono do jornal à Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados.

E abaixo respondemos aos ataques do “Jornal do Futuro” e corrigimos algumas inverdades:

– Diferentemente do que a Folha afirma, o assunto não é “matéria superada”. A decisão a que Otavio Frias se refere é em primeira instância. Conforme o próprio jornal noticiou, cabe recurso em 2ª instância e, posteriormente, aos tribunais superiores de Brasília;

– Sobre a afirmação do jornal de que a Falha não se tratava de paródia, do blog ser “parasitário” e do endereço ser “virtualmente idêntico”, vamos fazer como os executivos da Folha e evocar a sentença proferida pelo juiz Gustavo Coube de Carvalho, da 29ª Vara Cível:

TRECHO 1) “O discurso do réu circunscreve-se nos limites da paródia, estando o conteúdo crítico do website, inclusive a utilização de imagens, logomarcas e excertos do jornal da autora, abrigado pelo direito de livre manifestação do pensamento, criação, expressão e informação, previsto nos arts. 5º, IV, e 220, caput, da Constituição Federal”.

TRECHO 2) “No presente caso, a possibilidade de confusão não existe, pois a paródia é revelada, inteiramente, já pelo nome de domínio. O trocadilho anuncia, ao mesmo tempo, que se trata de uma sátira, e quem é objeto dela. Nem mesmo um ´tolo apressado´ seria levado a crer tratar-se de página de qualquer forma vinculada oficialmente ao jornal da autora, pois a paródia, anunciada pelo nome de domínio, é reiterada pelo conteúdo do website”.

TRECHO 3) “dadas as posições das letras “A” e “O” no teclado QWERTY, tradicionalmente utilizado nos computadores pessoais e demais eletrônicos por meio dos quais a internet é acessada, fica afastada qualquer possibilidade de typosquatting, modalidade de cybersquatting em que o usuário, por simples erro de digitação, acaba por acessar website diverso do pretendido. Pelo nome de domínio registrado pelo autor e conteúdo crítico do website correspondente, portanto, não há que se falar em violação dos direitos de marca da autora”.

TRECHO 4) “Descabida, ainda, a imposição, ao réu, do dever genérico e permanente de se abster de utilizar de imagens, logomarcas e excertos do jornal da autora, o que equivaleria a proibi-lo de parodiar o jornal, caracterizando indevida limitação ao direito de livre manifestação do pensamento, criação, expressão e informação previsto nos arts. 5º, IV, e 220, caput, da Constituição Federal”

–  Enfim, o juiz recusou todos os argumentos da Folha e só manteve o site fora do ar por causa de um link e uma oferta de assinaturas da Carta Capital, o que configuraria uma ameaça comercial ao jornal. Sobre isso, a revista divulgou uma nota esclarecedora que pode ser lida aqui.
– Sobre a recusa em participar da audiência pública no Congresso e a certeza que o jornal tem de sua posição, cabe perguntar: por que então nenhum representante veio a público defender essa posição? E por que o jornal não manda um representante à Brasília para esclarecer a questão de uma vez por todas? Como diz o ditado, quem não deve, não teme.
–Não é verdade que o jornal era satirizado apenas quando falava de administrações petistas, e temos diversos exemplos à disposição da Folha ou de quem se interessar.
– De fato trabalhei na Secretaria de Governo da gestão Marta Suplicy, entre meados de 2001 e 2004. Tenho quase 17 anos de carreira, e por 3 anos e meio, trabalhei com a gestão municipal capitaneada pelo PT. Todos os outros 14 anos de minha vida profissional estive no mercado (Abril, Trip e Grupo Folha, entre outros). É o suficiente para o jornal utilizar-se de sua conhecida tática de desqualificação do interlocutor, acusando-o de estar “a serviço” de algum partido –friso ainda que não sou nem nunca fui filiado a partido algum.
– Sobre a afirmação final de que não é sátira, o juiz discorda. Nós também. Toda blogosfera brasileira também (desafiamos o jornal a achar um único blog a seu favor). A Organização Repórteres sem Fronteiras tampouco concorda. Os humoristas Claudio Manoel e Marcelo Tas (ambos notoriamente grandes críticos do PT) também não concordam com a Folha, como demonstram em vídeos no nosso site. Gilberto Gil também não concorda com Frias, nem Julian Assange ou os órgãos internacionais que noticiaram o caso (Financial Times e Wired, entre outros).
Sobre sermos ou não independentes, reafirmo e desafio publicamente o jornal a provar o contrário: eu e meu irmão vivemos do nosso salário. Desde sempre. Não temos departamento jurídico, assessoria de imprensa, nada. Criamos o site por acreditar que a Folha merecia ser criticada porque não diz a verdade quando afirma ser imparcial e apartidária. E agora sabemos que também não é sincera quando afirma defender liberdade de expressão total e irrestrita.
Respeitosamente,
Mário e Lino Bocchini

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A Vergonhosa Folha de São Paulo



FOLHA DE SP FOI PRA CIMA:
OMITIU, SUPRIMIU, SONEGOU E CENSUROU A PESQUISA DO VOX POPULI. A INFORMAÇÃO NÃO EXISTE NO PAPEL E NEM NA VERSÃO DIGITAL


"Como descer o Serra"

Blog Tijolaço

Não que os demais jornais pratiquem jornalismo – ia dizer jornalismo com equilíbrio, mas me pareceu pleonasmo -, deixando que nós, nos blogs, sejamos aquilo que a ombudswoman da Folha sejamo, como ela disse em seu texto de estréia, sejamos os “trogloditas de espírito”. Mas os meninos e meninas sofisticados da Alameda Barão de Limeira, com sua linguagem empolada e seus critérios “ultrasuperextra” obejtivos, conseguiram se superar: passaram a censurar completamente a notícia do seu jornal.

A pesquisa Vox Populi, divulgada ontem, simplesmente não existe na edição de papel. Nem mesmo na versão digital do jornal, disponibilizada a seus assinantes e que reproduz a impressa. O Estadão teve a dignidade de registrar numa chamadinha na primeira – mínima, é verdade. O Globo, onde aquela palavra tem de ser sussurrada na redação, colocou uma pequena nota, na barte de baixo da página 11. Não vou ficar discutindo o equilíbrio dos jornais, embora já me arrependa de ter achado jornalismo equilibrado um pleonasmo.

A FOLHA, não.
OMITIU, SUPRIMIU, SONEGOU E CENSUROU A INFORMAÇÃO
Não fez isso na sua edição online porque seus leitores, ali, sabem que isso aconteceu. Fez, na edição impressa, para que os seus demais leitores, que não navegam na internet, não soubessem o que aconteceu.

Por isso, não me arrependo em nada do que disse antes do jornal e gostaria de ver alguns personagens, que com sofisticadas argumentaçoes sobre o que é publicado à esquerda e à direita da página, horários de fechamento, etc, viessem justificar a atitude do jornal. A notícia da pesquisa saiu no Correio Braziliense pouco antes das 18 horas; às 18:01h este blog aqui – precário, mambembe, trabalhando com um daqueles modems nojentinhos da Claro, que parece uma tartaruga cibernética – colocou a informação no ar.

O nome do que a Folha de S. Paulo faz não é outro senão censura.

Mas a Folha não é a Globo dos “áureos” tempos da ditadura, ou ditabranda, como quer o jornal. Nunca deteve e muito menos detém agora, o monopólio da informação. E nem seu Datafolha detém o monopólio da “verdade” das pesquisas eleitorais. Vai ter de recuar. Aliás, já está tendo de se explicar aos leitores

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Oposição e Grande Mídia:O Cômico Desespero dos Derrotados

Por Guina

A cada dia que passa eu ando me divertindo muito com o desespero da mídia e da oposição em relação ao Governo Lula.

Os golpistas e incompetentes, fazem na verdade um autêntico papel de palhaços.

São um bando de patetas!

Eles destilam todo seu ódio e ira contra o Presidente, pois não aguentam ver a cada dia o país crescendo, a desigualdade diminuindo, a incomparavél gestão do ex metalúrgico com a caótica e suja gestão FHC.

E quando é publicado uma nova pesquisa de avaliação do governo?

Os golpistas entram em pânico. Os babacas não sabem nem o que falar e aí os ataques e calúnias ficam mais fortes.

Chega a ser cômico ver um Reinaldo Azevedo em seu blog, xingando o PT e o Presidente Lula, num desespero tão grande que dá pena dessa pobre criatura.

Os colunistas da Folha de SP, jornalistas da Rede Globo, da Veja, da Época, etc. estão todos atodoardos com a imensa e incomparável popularidade do Presidente do povo.

Eles estão perdidos.

Não sabem mais o que fazer, que mentira inventar, qual o novo factóide irão criar.

E o FHC a todo instante na grande mídia?

Ele tenta aparecer um pouquinho, escorado
no 'tal dossiê da Veja'.

É muito cômico. Dossiê para afundar quem já está morto? É muita comédia.

Sem contar a atuação de umas 'figuras' obscuras, que promovem um festival de baboseiras no Congresso: Arthur Virgílio, Mário Souto, Mão Santa, Agripino Maia, Raul Jugman, Tasso Jeirissati, ACM Neto, Heráclito Fortes....

A lista dos 'comédias' é enorme e faltaria espaço para relacionar todos.

Sinceramente eu até que estou me divertindo um pouco com o desespero desta mídia podre e dessa oposição falida.

Afinal, além de golpistas, são uns verdadeiros palhaços.

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"O escândalo dos cartões"

Por Bernardo Kucinski (*)


O governo Lula tem o portal de gastos mais detalhado e transparente de todos os tempos. Mas parte da mídia tenta passar a idéia de que o governo é o mais leniente e corrupto de todos os tempos. Uma inversão espetacular do sentido dos fatos

Dos muitos abusos com cartões corporativos denunciados pela imprensa, o mais significativo foi a redecoração do apartamento do reitor da Universidade de Brasília, com R$ 470 mil de um fundo de apoio a pesquisas. Daria para comprar um apartamento de três quartos em Copacabana, lembrou na Folha o poeta Ferreira Gullar. O reitor pagou R$ 859 por um saca-rolhas, R$ 7.100 por um fogão. “Quantas bocas terá esse fogão?”, ironizou o poeta. Um fundo de pesquisa nunca deveria ser usado para reformar um apartamento. Ao defender esses gastos, o reitor personificou o que os sociólogos chamam de “elite patrimonialista”, que se apropria do patrimônio público como se fosse particular.

Mas a maioria dos abusos com cartões corporativos denunciados pela mídia resultou de esquecimentos, pequenos enganos ou deslizes patrimonialistas isolados, como a reforma de uma mesa de bilhar de uso recreativo de funcionários. Não foram gastos sistemáticos, como os do reitor. Foram exceção, não regra. Ocorreu uma espécie de corrupção das denúncias contra corrupção. O exemplo mais gritante foi o da revista Veja, que falseou estatísticas para convencer o leitor de que no governo Lula instalou-se uma farra com cartões corporativos.

Veja montou um gigantesco gráfico com as curvas dos saques partindo quase do zero no mandato de Fernando Henrique e subindo, vertiginosamente, para chegar a R$ 58 milhões no governo Lula. No ponto baixo da curva colocou uma foto de FHC e, no seu pico, uma de Lula, destacando: “Aumento no total de saques no governo lula: 2.000%”.

A verdade é que os gastos totais por servidores caíram de R$ 233 milhões no último ano do governo de Fernando Henrique para R$ 177 milhões no ano passado. O que o governo Lula fez foi acelerar o processo de substituição das antigas contas tipo B, que não são transparentes e podem ser fraudadas, por cartões corporativos. Estes emitem automaticamente extrato detalhado dos gastos e são à prova de fraude. Além disso, Lula reduziu em escala maior ainda os pagamentos com cheques e criou o Portal da Transparência, que permite a todos os brasileiros detectar todo e qualquer gasto com fundos de provisão do governo. Confira você mesmo em www.portaldatransparencia.gov.br.

Enquanto isso, o governo de José Serra, em São Paulo, dobrou os gastos com cartões corporativos, totalizando R$ 108 milhões em 2007, e sem nenhum portal de transparência. Nem por isso foi denunciado por Veja – um caso claro de manipulação da informação. Essas manipulações conseguiram produzir um efeito que em teoria jornalística se chama “inversão de sentidos”. Tanto assim que, na pesquisa Sensus fechada naqueles dias, 83,2% dos consultados disseram ser contra o uso de cartões corporativos pelo governo.

Lula reconheceu a importância de algumas das denúncias, até agradeceu aos jornalistas, mas elogiou os cartões e mandou aprimorar os controles. O principal abuso, apontado pelo estudioso do assunto, Marcos Fernandes, numa das poucas reportagens sensatas da Folha, são os saques em dinheiro. Ele disse que os pagamentos com cartões são o que há de mais transparente e moderno na administração pública e em empresas privadas, mas os saques em dinheiro podem gerar desvios. Ocorre que quase metade do total em dinheiro foram saques do IBGE e outro terço da agência de inteligência, a Abin. O resto dos ministérios sacou pouquíssimo em dinheiro. Os da Abin foram justificados pela intensificação das operações e reforço exigido pela segurança do Pan. A Folha assanhou-se com os saques do IBGE e pautou seu repórter para descobrir um suposto mundo de abusos. Mas os dirigentes do IBGE deixaram claro que foram gastos indispensáveis à realização de dois censos, o agropecuário e o de contagem de população em pequenos municípios, envolvendo deslocamentos de 2 mil recenseadores em locais que só aceitam pagamentos em dinheiro. Os gastos foram auditados e conferidos, um por um.

Mesmo assim, a Folha publicou a pauta furada em tom de denúncia. O jornal tem insistido em publicar denúncias vazias ou ilações como se fossem fatos. Para se proteger, publica ao lado uma pequena retranca com a versão do “outro lado”. Marcelo Coelho, da própria Folha, chamou essa obstinação de “macarthismo das miudezas”. Foram vazias as denúncias que tentaram ligar tesoureiros do PT ao uso de cartões corporativos ou funcionários ao recebimento indevido de diárias de viagem. A revista Época deu as informações corretas e bem contextualizadas. Mostrou que 99% dos cartões são usados pelo baixo escalão do governo. É uma ferramenta de trabalho dos operadores de programas e chefes de escritórios regionais, e não uma mordomia da elite dirigente. São cerca de 13 mil funcionários, a maioria de carreira, encarregados de pagar compras e suprimentos. Podem ser considerados de um “estamento”, da burocracia, por terem poderes especiais. Mas não de elite patrimonialista.

Quase todas as reportagens omitiram que depois do gasto o servidor precisa apresentar recibos, notas fiscais e a justificativa da despesa, seja qual for a forma de pagamento, com cartão ou com cheques de contas tipo B. Outro truque foi omitir que o próprio governo fiscaliza os gastos, por amostragem e outros métodos. Uma das reportagens do Estadão escreveu que “desde 2003, primeiro ano do governo Lula, a Controladoria-Geral da União assistiu a um crescimento, ano a ano, de 65,5% no número de punições administrativas”. Notem a inversão dos sujeitos, como se CGU fosse o mocinho e o governo o bandido. Ora, a CGU é o governo, é o seu principal instrumento para coibir abusos. E a CGU de Lula tem sido especialmente severa, determinando 60% mais demissões e outras punições de servidores, por abusos, do que o governo anterior. Entidades de servidores públicos já a acusaram de perseguição.

A mídia também não considerou a ordem de importância dos valores. Chama-se a esse mecanismo de “não hierarquização dos fatos”. Como disse em editorial a revista Época, que não aderiu à manipulação, o gasto com cartões corporativos “representa uma fração pequena de todos os gastos do governo. E o fato de eles deixarem registros públicos que depois podem ser rastreados também deve ser louvado. O ponto a criticar, evidentemente, não é o uso de cartões corporativos, por funcionários, mas seu abuso”.

Fui conferir o Portal da Transparência. E descobri que o total de gastos com cartões corporativos é menos do que um décimo de milésimo da quantia gasta pelo governo. Enquanto isso, os juros e a rolagem da dívida pública consumiram em 2007 quase 60% do total. O verdadeiro escândalo revelado pelo portal é o modelo econômico do governo, que gasta em juros mais da metade de tudo o que arrecada. Mas isso a grande mídia faz questão de não ver.

A pergunta que se faz é: por que tanta manipulação? É a retomada da agenda que tenta desqualificar o governo no plano moral, já que a grande imprensa aprova e aplaude as políticas macroeconômicas, embora com uma ou outra restrição isolada. A insistência em citar o nome de Lula e seus familiares nas manchetes revela mais claramente a intenção de devassar a intimidade do presidente e, com isso, despojá-lo de toda dignidade.

(*) No período de 10.02.2003 a 30.06.2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Atualmente é professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes - Departamento de Jornalismo e Editoração

Fonte: Portal Vermelho

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IMPRENSA HIPÓCRITA

Este Brasil abriu as portas para os povos das nações do mundo todo, sem distinção de raça, cor, credo, ideologia política. Aqui vivem em paz pessoas de todas as religiões do mundo: adeptos do candomblé, umbandistas, evangélicos, católicos, protestantes, judeus, budistas, espíritas etc.

O povo brasileiro respeita todas as religiões, como tem de ser. Do contrário, estaríamos em constantes guerras santas. Mas há setores da sociedade que não pensam assim, que banalizam certas religiões, seus mentores e seguidores fiéis.

A imprensa comprou essa briga com a igreja Universal, do bispo Edir Macedo. A igreja Universal reagiu, os fiéis reagiram, e estão processando a Folha de São Paulo e outros jornais por calúnia, difamação. Cabe a esses processados se defenderem na justiça, mas ao invés disso, estão falando em cerceamento da liberdade de imprensa.

Todos devem ter liberdade, e não somente a imprensa. Ela não está acima do bem e do mal, e muito menos acima da verdade. A imprensa não pode se arvorar em juiz de um tribunal de exceção. Se ela acusa, o acusado tem o direito de defesa, isso está na Constituição. Toda vez que a imprensa comete excessos, comete erros, e isso é normal – é feita por seres humanos, gente boas e gente ruim, gente mal intencionada –, e é cobrada por isso, clama que estão cerceando a liberdade da imprensa.

Não há nenhum cerceamento na liberdade imprensa, que simplesmente está sendo questionada na justiça sobre o que veiculou, sobre o que divulgou, por quem, por isso, tenha se sentido ofendido, caluniado, prejudicado. Cabe à imprensa se defender na justiça, provar que disse a verdade, que não agiu de má fé e nem está perseguindo nenhum religioso.

Os jornalistas e donos dos jornalões estão clamando contra " atos intimidatórios desencadeados contra a Folha de S.Paulo e outros jornais pela Igreja Universal do Reino de Deus". É intimidatório entrar com processos na justiça? Desde quando é intimidatório, se a justiça vai ouvir ambas as partes, se elas terão direitos iguais de defesa?

A imprensa é mestra em praticar terrorismo, fabricar crises, epidemias, apagões. Prejudicam o governo do presidente Lula mas prejudicam também a população, como ocorreu no caso da falsa epidemia da febre amarela: mais pessoas doentes por terem tomado a vacina em duplicidade, aterrorizadas pelas mídia, do que pessoas infectadas pela febre amarela.

A imprensa quer cercear o direito de defesa do cidadão que se sinta por ela prejudicado. Como disse o presidente Lula, quem se sentir prejudicado tem o direito constitucional de se defender. Mas a imprensa acha que fazer jornalismo é estar acima das leis, e não quer ser questionada nos tribunais. São hipócritas, defendendo a liberdade de expressão como cortina de fumaça para encobrir seus interasses escusos.


Por Jussara Seixas
http://por1novobrasil.blogspot.com/

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PESQUISA DA Folha de SP É ENGANOSA

A FSP, fez uma pesquisa para saber da popularidade dos candidatos a prefeitura se SP. O resultado foi Alckmin e Marta.

Acontece que há um erro nessa pesquisa ao citar o nome de Alckmin. Essa pesquisa é enganosa. Se por uma imensa desgraça Alckmin for eleito, será o vice de Alckmin o verdadeiro prefeito.

A FSP precisa esperar o Alckmin oficializar a sua candidatura, dizer quem será o vice, e então sair para fazer pesquisa citando o nome do vice. Alckmin se for eleito em 2008, assumirá a prefeitura em 2009, e a deixará em maio de 2010 para concorrer ao governo de SP, isso se não der outra rasteira no Serra e sair candidato a presidência.

A prefeitura de SP com o PSDB só será governada por vices. O nome do vice é que é importante que a população conheça. Alckmin vai negar, vai dizer que não deixará a prefeitura para concorrer a eleição de 2010. Vai dizer, jurar, assinar compromisso, como fez o Serra.

Alckmin e Serra não tem a mínima vontade, compromisso de serem prefeito e governador. Usam esses cargos como trampolim para a tão sonhada presidência.

Como diz o Paulo H Amorim, não coma gato por lebre, não se deixe manipular pela mídia, principalmente pelos jornalões de SP.

PorJussara Seixas - Por Um Novo Brasil

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Escândalo Tucano:José Serra Gasta R$ 108 Milhões Com Cartão Corporativo em São Paulo

Por Paulo Henrique Amorim - Conversa Afiada

. A liderança do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo entregou ao editor do Conversa Afiada Givanildo Menezes as tabelas anexas.

. São dados que constam do Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária).

. Só os líderes na Assembléia têm acesso a esses números.

. Note bem: o gasto total com cartões corporativos no Estado de São Paulo em 2007 chegou a R$ 108 milhões !

. Antes de fazer uma análise detalhada dos gastos do Governo de São Paulo com cartão corporativo, o Conversa Afiada encaminhou as tabelas anexas à assessoria de imprensa do Governador José Serra com as seguintes perguntas:

. Por que 44,58% dos gastos com cartão corporativo em São Paulo são saques diretos no caixa – o que dificulta julgar a propriedade do gasto ?;

. Por que os gastos com cartão corporativo cresceram 5,82% em 2007, no governo Serra, acima da inflação ?;

. O Governador pretende fazer como o Presidente Lula e encarregar seu líder na Assembléia de abrir uma CPI e investigar a propriedade dos gastos com cartão corporativo ?

Veja AQUI as tabelas sobre os CARTÕES CORPORATIVOS 2007 no Estado de SP que o Conversa Afiada teve acesso

Em tempo: o Conversa Afiada soube que a Folha de S. Paulo teve acesso a essas tabelas. O Conversa Afiada encaminhou à editora-executiva da Folha de S. Paulo Eleonora de Lucena a seguinte pergunta: "a Folha, de fato, teve acesso a essas tabelas? A Folha pretende publicá-las?"

Em tempo 2: o Conversa Afiada perguntou aos líderes da oposição Arthur Virgilio, Agripino Maia, Kátia Abreu, Rodrigo Maia, Antônio Carlos Pannunzio e Sérgio Guerra, se pretendem investigar a alta participação de saques direto do caixa nos R$ 108 milhões do cartão corporativo do Estado de São Paulo no primeiro ano da gestão Serra.

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O ESTRANHO COMPORTAMENTO DE LUCIANO HUCK

Por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil



Li nos jornais a notícia de que a polícia havia prendido os supostos ladrões do Rolex do Luciano Huck. Depois li que o Luciano Huck veio a SP fazer o reconhecimento dos meliantes e que não os reconheceu.




Tudo muito natural, procedimento normal, se não fosse um detalhe: o Luciano Huck não fez o BO na delegacia denunciando o roubo de seu Rolex. O Boletim de Ocorrência é o instrumento que documenta ou materializa um fato que pode ter conseqüência jurídica e, sobretudo a "delatio criminis" para verificação da procedência das informações noticiadas.

Quando fazemos um BO, estamos formalizando a queixa, estamos autorizando a polícia a que faça a investigação. No BO constam todos os dados do ocorrido, inclusive a descrição física dos meliantes. Isso facilita o trabalho investigativo da policia e a prisão dos ladrões. A policia não vai perder tempo em investigar e prender um indivíduo alto e magro se a vítima relatou que ele era baixo e gordo.

Alegando falta de tempo, o Luciano Huck não fez o BO. Decidiu gastar o seu tempo escrevendo um artigo para a Folha de São Paulo em que conta o ocorrido. Convenhamos que é muito mais chic, afinal ele é uma estrela Global.

Se não houve queixa formal aos órgãos competentes, no caso a polícia, se não houve BO, oficialmente não houve delito e esse roubo não vai entrar nas estatísticas da violência em SP. Outra informação importante que Luciano Huck deixou de passar ao não fazer o BO: o relógio Rolex tem uma numeração de série gravada na caixa, na parte traseira, que consta na nota fiscal, consta na garantia.

Isso ajudaria muito, caso a polícia prenda algum ladrão de Rolex portando o relógio. Mas o Luciano Huck preferiu chamar o capitão Nascimento, personagem do filme Tropa de Elite, ao invés de acionar a polícia do mundo real e prestar todos os esclarecimentos e informações necessários para a prisão dos meliantes. Os ladrões estavam de moto e ele poderia ter anotado a placa, ou o modelo da moto.

Afinal, o que pretendia Luciano Huck com essa atitude de não fazer o BO e escrever um texto na FSP para se indignar com a insegurança de SP? Criticar o presidente Lula, sendo que a segurança em SP é de competência do governo estadual, ou seja, do Serra?

O seu programa na Globo, Caldeirão do Huck, está com IBOPE baixo e ele está precisando aparecer mais na mídia para ver se o IBOPE sobe? Estranho, no mínimo curioso.

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MAIS UM DEMENTE DO PSDB

Por Jussara Seixas - http://por1novobrasil.blogspot.com/

Na coluna Tendências/Debates na Folha de São Paulo de hoje, 17/10, deparo com um artigo escrito pelo pessedebista de carteirinha e cargos, J. H. Reis Lobo: "A inveja de Lula" .

Diz esse funcionário do governo Serra que o presidente Lula tem inveja de FHC, que não consegue conter a admiração que tem por FHC. Fico impressionada com o desespero dos pessedebistas. O sucesso do governo Lula está lhes fazendo muito mal, já estão às raias da loucura, da demência.

Inveja de FHC, que não pode nem subir nos palanques dos candidatos de seu partido, porque com isso os votos somem? FHC é o maior tira-voto dos candidatos, tem uma rejeição de 70%. Isso devido aos 8 anos de uma presidência que afundou o país.

O presidente Lula vai ter inveja do quê? Dos juros estratosféricos, dos empréstimos junto ao FMI, das privatizações escusas de nossas estatais, do desemprego recorde, do apagão que causou um prejuízo enorme ao país? Inveja da herança maldita, que deixou o país com 54 milhões de miseráveis famintos?

Aconselho esse indivíduo a procurar um psiquiatra e mostrar a ele o que escreveu: o diagnóstico certamente será de esquizofrenia com síndrome de derrota acachapante. Há tratamento, basta submeter-se a uma lobotomia.

Se ele não quiser se tratar, pode escrever textos para programas humorísticos da Globo. Fará sucesso, lá eles gostam de bobagem. Hilário!

JOSÉ HENRIQUE REIS LOBO, advogado especializado em direito administrativo e procurador aposentado, é secretário de Relações Institucionais do governo do Estado de São Paulo e presidente do Diretório Municipal do PSDB-SP. Foi presidente do Memorial da América Latina e assessor especial do governo de SP (gestão Alckmin).

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Manual de Redação da Folha de S. Paulo

Cap. 1


1. O Serra tem razão.
2. O Serra tem sempre razão.
3. O Serra não erra, se engana.
4. Ante a improvável hipótese de que ele não tenha razão, entra em vigência os artigos 1 e 2.
5. O Serra não dorme, repousa.
6. O Serra não come, se nutre.
7 O Serra não bebe, degusta.
8 . O Serra nunca chega tarde, algo o atrasou.
9. O Serra nunca abandona o trabalho, é requerida sua presença em outro lugar.
10. O Serra nunca lê jornal no gabinete, se informa.
11. O Serra não se familiariza com a secretária... apenas a educa.
12. Quem entrar no gabinete do Serra com idéias próprias, deve ajustá-las às dele.
13. O Serra pensa por todos.
14. Quanto mais se pensa como Serra, mais se sobe na Folha.
15. Qualquer dúvida, vale o artigo 2.

Cap. 2

1. O PT não tem razão.
2. O PT nunca tem razão.
3. O PT sempre erra.
4. Na hipótese absurda do PT acertar, valem os itens 1 e 2.
5. Se alguém do PT erra, Lula é o culpado.
6. Se a direção do PT erra, Lula é o culpado.
7 O Lula não degusta, bebe.
8 . O Lula não governa, viaja.
9. O Serra viaja e governa.
10. Escândalo no PT é mensalão.
11. Escândalo no PSDB é caixa 2.
12. Não se fala mais em juros altos.
13. Agora vamos pegar o Renan.
14. Jornalista precisa criticar o Lula.
15. Qualquer dúvida, vale o artigo 2.

http://blogentrelinhas.blogspot.com/ - Transcrito de Bahia de Fato

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Movimento dos Sem-Mídia protesta em frente à 'Folha'

Fonte:Portal Vermelho

Protesto pediu democratização da mídia Diante da sede sede do jornal, os participantes do protesto leram um documento que leva o nome de “Manifesto dos Sem-Mídia”. O documento é organizado por Eduardo Guimarães, do blog Cidadania.com. Segundo ele, trata-se de um movimento pelo direito à informação correta, fiel e honesta. “Que a mídia fale, mas não me cale! Não nos cale! Não cale alguns e exponencie a voz de outros. Todos têm que dar opiniões. As pessoas querem confrontar opiniões!”

Conforme Guimarães postou em seu blog, “os sem-mídia se manifestaram por mais de duas horas sob um sol inclemente”. Sobre os signatários do manifesto, ele esclarece: “Alguma assinaturas foram colocadas no documento entregue à Folha e outras na cópia que foi protocolada na portaria do jornal”. Ainda assim, 191 pessoas assinaram o texto oficial.

O professor universitário Eduardo Marques veio do Rio de Janeiro para participar da manifestação. “É o ponto de partida de um movimento contra uma mídia parcial. Creio que é um momento histórico, e isso me fortaleceu para estar presente aqui."

Já o consultor financeiro Rafael Rodrigues teve a idéia de fazer uma camiseta só para participar do protesto. “Você ter pequenos meios de comunicação partidarizados é normal. Agora, você ter todos os grandes (meios de comunicação) partidarizados para o mesmo lado é muito prejudicial.”
Para o casal Jaqueline e Paulo — que levou os filhos —, desde cedo é preciso ter consciência da importância da informação correta. “Realmente não dá mais pra ler jornal. A grande mídia virou um partido político”, explicou a estudante Jaqueline Pascucci.

Os manifestantes penduraram um cartaz na parede do prédio da Folha. No espaço, deixaram registrados pensamentos e desabafos. O protesto começou por volta das 10 horas e terminou ao meio-dia.

O organizador, Eduardo Guimarães, entregou uma cópia do manifesto do grupo, na sede do jornal. O site Conversa Afiada tentou falar com a Folha sobre o assunto, mas não encontrou nenhum representante do jornal.

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Protesto do Movimento dos Sem-Mídia Acontece em Frente a Folha de SP

“O Movimento dos Sem-Mídia, organizado por Eduardo Guimarães, promoverá uma manifestação no dia 15 de setembro às 10 horas em frente ao prédio da Folha de S. Paulo. A intenção é protestar contra a conduta dos “barões da mídia paulista e carioca” frente ao jornalismo brasileiro.

Por não se sentirem representados pelos grandes meios de comunicação, os integrantes do Movimento apresentarão suas queixas e lerão um manifesto, que será entregue na portaria do jornal. O inconformismo parte do fato de que os “Frias”, os “Mesquitas”, os “Civitas” e os “Marinhos” manipulam a informação e pretendem determinar a opinião pública.

O ato é aberto a todos os interessados. Farão parte do cenário falas e faixas de protesto, por exemplo, "quero que a mídia fale, mas não me cale".

O ponto de encontro será na Alameda Barão de Limeira nº 425, no bairro de Campos Elíseos. A estação de metrô República é a mais próxima. O organizador sugere pregar com um alfinete um pedaço de papel branco na camisa.

Nele, escrever a sigla "MSM”. Para ler o manifesto do Movimento dos Sem-Mídia e maiores informações, clique aqui” e também em:Caros Amigos / Redação


http://nogueirajr.blogspot.com/

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José Dirceu Responde à Colunista Covarde da Folha de SP

Fonte: Portal Vermelho


O ex-ministro José Dirceu (PT-SP) publicou em seu blog, texto em resposta à coluna de Elio Gaspari do último domingo (12). Na coluna, publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, o jornalista faz suposições sobre possíveis atitudes de Dirceu, caso o político ainda estivesse no poder.

Gaspari confabula sobre qual seria a atitude do político se Dirceu fosse Ministro da Justiça e o caso dos atletas cubanos que tentaram fugir da Ilha tivesse caído em sua mesa. Entre as atitudes que seriam tomadas por Dirceu, segundo Gaspari, estariam: "colocar os atletas sob custódia, acessíveis para companheiros do aparelho castrista, inacessíveis para advogados, jornalistas e representantes de organismos da sociedade civil".

A coluna também diz que Dirceu provavelmente divulgaria "um depoimento no qual eles (os atletas) recusaram um oferecimento de asilo. De quebra, essa narrativa revelaria que eles foram drogados e mantidos incomunicáveis por agenciadores alemães".

Em seu texto de resposta, Dirceu diz que Gaspari o acusa de ser, "no mínimo, um candidato a ditador" - e que o que ele fez é "inaceitável". O ex-ministro afirma, ainda, que esse comportamento de Gaspari "tem de ser repudiado e denunciado como um abuso do poder que ele tem ao dispor dessa arma, cada vez mais letal no Brasil, e cada vez mais impune, que é a possibilidade de escrever e se dirigir a milhões de brasileiros e atacar a honra e a imagem alheia, sem fatos, sem provas, sem antecedentes".

Ao fazer uma referência às recentes críticas que políticos têm feito à imprensa, Dirceu afirma que a atitude de Gaspari não é uma exceção, já que, atualmente, "vale tudo" para acusar os detentores de cargos públicos dos piores crimes. Em sua defesa, o petista também acusa Gaspari de escrever "barbaridades" - e o insta a apresentar provas que confirmem as acusações.

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Veja a serviço da Airbus

Por Jussara Seixas


A manchete da Veja da semana passada (1/8) apresentou o conteúdo sigiloso da transcrição das caixas-pretas feita nos EUA.

O Folhão, Estadão e Globão também deram a notícia, copiando do Vejão. Esses dados sigilosos haviam sido entregues à comissão da CPI e estavam no cofre do Congresso. Os dados que foram revelados pela Veja passavam ao leitor a mensagem de que o erro seria do piloto.

De que o piloto não soube pousar com o reverso pinado, de que não soube posicionar o manete. De que haveria um procedimento rigoroso para o pouso com reverso travado, que constava do manual, conforme divulgou a Airbus fabricante do avião.

Antes que ocorresse o vazamento do que deveria ser sigiloso, a mídia e a oposição já tinham um culpado: o governo. Ontem, 3/8, a Airbus divulgou um comunicado dizendo textualmente que a culpa foi do piloto, que foi falha humana.

Diz o texto: "baseado na análise oficial da caixa-preta do vôo 3054, afirma que a aeronave A-320 não apresentou nenhum "defeito de funcionamento" e que o manete da turbina direita, que estava inoperante e travada, não foi desacelerado corretamente pelo piloto na hora do pouso."

A quem interessava que os dados sigilosos fossem divulgados? É óbvio que à Airbus, fabricante do avião. Quem vazou os dados sigilosos para Veja? é óbvio que a Airbus, que queria preservar a marca e safar-se da responsabilidade pela tragédia.

O CENIPA diz que a investigação poderá demorar 10 meses, mas a Airbus, em menos de um mês, já sabe o que houve, já culpou o piloto e, para a empresa, o assunto tragédia da TAM já está esclarecido e encerrado. A mídia safada, sempre ao lado dos poderosos, sempre defendendo os poderosos -- a Veja, no caso --, está a serviço da Airbus.

A família do comandante morto no acidente vai processara a Veja, a FSP e o Estadão. Curiosamente os jornalões, a redeglobo e a Veja não deram essa noticia. Quem deu a a noticia foi o Jornal da TV Gazeta.

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Golpistas...e Canalhas!

Por Guina

Agora que a transcrição da caixa preta de voz da aeronave da TAM, acidentada no dia 17 foi divulgada e que o contéudo da mesma revela que houve falha humana ou defeito mecânico, a grande mídia mais uma vez deu mostra de sua verdadeira face.

Pois os abutres da Rede Globo, Veja, Folha/SP, Estadão e cia., num misto de golpismo e canalhice, passaram as últimas semanas acusando, de forma irresponsável, o governo federal de ser o culpado pela tragédia antes mesmo do início de alguma investigação sobre as causas da mesma.

Os imbecis praticamente comemoraram o acidente e usaram de forma criminosa os mortos como arma políitica para jogar a opinião pública contra o Presidente Lula, numa total falta de respeito com a memória das vítimas e os seus parentes.

Agora, ligamos a TV ou lemos nos jornais e revistas e está lá, os mesmos covardes tendo que transmitir a verdade dos fatos.

Será que aprenderão um dia que não se deve usar os veículos de comunicação para manipular os fatos e pré-julgar os outros, desrespeitando a tudo e a todos, como a grande mídia do Brasil vem fazendo?

Quando vão parar de usar de canalhices como essa para atacar o Presidente Lula?

Nojo, é só o que sinto dessa gangue inescrupulosa.








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Sensacionalismo da Folha de S.Paulo na cobertura do acidente

Fonte: Portal Vermelho

Enquanto se acumulam evidências que o Airbus teve um problema não relacionado ao piso molhado da pista principal do aeroporto de Congonhas, a Folha insiste em imputar a causa da tragédia ao governo federal, embora existam cada vez mais evidências que, nem a chuva, nem a pista molhada poderiam ter causado tal desastre.

Dar voz a colunistas que vociferam contra o governo é algo que a Folha tem feito sistematicamente, desde que Lula tomou posse no Planalto em janeiro de 2003. A edição desta quinta-feira estampa na sua primeira página mais uma hipocrisia. O colunista Fernando Daudt afirma, na primeira página de hoje, que o governo é culpado pelo assassinato de mais de 200 pessoas.

Enquanto vão se esvaindo as probabilidades de que o avião tenha sido levado a uma tragédia por culpa inclinada das autoridades do setor aéreo, o colunista, na primeira página do jornal, abre seu texto com a sentença hipócrita: ''Gostaria de ter minha dor amenizada pela manchete de jornal que estampasse, em letras garrafais: 'Governo assassina mais de 200 pessoas'''.

Será que o colunista terá coragem suficiente de admitir, caso se prove que o governo federal não tem nenhuma responsabilidade sobre a tragédia, que errou, que induziu ao erro? Será que vai admitir que é despreparado para debater qualquer tipo de acidente, seja aéreo ou ''jornalístico''?

Cerca de 30 horas após a tragédia ainda não se sabe o que fez o avião percorrer os 2 quilômetros de pista e depois abalroar o edifício de carga da própria TAM, mas começam a surgir indícios de que a pista é um dos itens menos prováveis de causa do acidente.

As câmeras da Infraero, que gravam a atividade aeroportuária durante o funcionamento do aeroporto exibiram imagens da aeronave cruzando a pista em altíssima velocidade. Imagens reproduzidas pelo próprio Universo On Line, da Folha de S.Paulo, vistas por peritos, sugerem que o motor esquerdo estava emitindo fumaça anormal. O presidente da Infraero, mais tarde, afirmou que a fumaça seria apenas vapor d'água, produzida pelo choque da água contra o motor aquecido.

Um mecânico da TAM, que não quis identificar-se, afirmou à mídia, na noite do acidente, que a aeronave teria tentado arremeter. Na edição deste quinta-feira (19), sob uma fotografia de um bombeiro retirando pertences dos destroços, a Folha de São Paulo ''elenca'' em um quadro as possíveis causas do acidente. Atribui duas possibilidades à tripulação (erroneamente indicando ''piloto''), atribui cinco ao aeroporto e apenas duas ao ''avião''.

A indução descarada faz o leitor pensar que as condições da pista teriam mais probabilidades de causar tal tragédia. O jornal não entra em detalhes, mas afirma em seu editorial que ''existem conexões entre a tragédia e o descalabro que tomou conta do setor aéreo''.

Ironicamente, o editorial abusa da expressão ''acidentes acontecem, mas...''. Vocifera contra o governo federal por ter feito a reforma do aeroporto antes de reformar a pista. A Folha também iria vociferar contra o governo se este tivesse reformado a pista antes das instalações internas do aeroporto. Certamente estaria buscando as mesmas desculpas que busca agora, quando percebe-se que a pista não teve a influência que o jornal gostaria no acidente.

Insiste no ''Acidentes acontecem, mas...'' afirmando que a Infraero liberou a pista sem que ela tivesse as ranhuras necessárias para um melhor escoamento da água. Mas a Folha esconde que apenas quatro aeroportos brasileiros têm ranhuras na pista e esconde também que os engenheiros aeronáuticos afirmam peremptoriamente que não foi a falta de ranhuras que provocou esta tragédia.

Canhestramente, na mesma página do editorial, Eliane Cantanhêde, dribla o bom senso e começa a fugir das suas primeiras apontadas de dedo: ''A pista pode ou não ter sido determinante nessa tragédia do Airbus, mas a responsabilidade do governo não está aí, no detalhe.'' Está aonde dona Eliane? ''Está no fato de ter convivido com o perigo'', foge ela, tergiversando e evitando de apontar uma responsabilidade: Quem deixou construir casas e avenidas ao redor deste aeroporto? Quem permitiu que o mercado ditasse o ritmo de utilização deste aeroporto? Quem diminuiu salários e aumentou carga horária de pilotos e comissários? Não foi este governo dona Eliane.

Seria sábio — ou correto — por parte da Folha de S.Paulo cobrar do governador José Serra a culpa e a responsabilidade por 77 vítimas fatais em acidentes viários nas rodovias estaduais no último ano? Seria sábio apontar a chuva como responsável primordial pelos acidentes que mataram essas pessoas? A Folha sabe que não e, tucana como é, jamais faria esses questionamentos em suas páginas, tendo um tucano como alvo.

Resta esperar o resultado da investigação pelas autoridades aeronáuticas, resta cobrar da TAM uma indenização digna para os familiares das vítimas — algo que a empresa não fez em relação aos familiares das vítimas do acidente com o Fokker 100 em 1996 no mesmo aeroporto —, resta lamentar a morte de duas centenas de pessoas, que agora são usadas pelo jornalismo irresponsável da grande mídia para arremeter contra o governo federal, sem qualquer evidência justificável.

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Caras de bunda, outra vez e sempre

Por Jussara Seixas-Por Um Novo Brasil


O Brasil está dividido (não em partes iguais, graças a Deus). De um lado a grande maioria das pessoas - as que reelegeram o presidente Lula, que aprovam o governo Lula -, do outro uma parcela menor - a elite abastada, burra e preconceituosa, que não aceita um governante do povo, que governa para todos.

Durante décadas o país foi governado exclusivamente para a elite. Todos os grandes investimentos beneficiavam só quem tinha maior poder aquisitivo. A imprensa diz que Lula dividiu o país, mas isso não é verdade. Foi a elite burra dividiu o país, com ajuda da imprensa. A maior concentração dessa elite burra está no eixo SP-RJ.

Notem que eu digo elite burra porque a elite também inclui pessoas que não são preconceituosas, mas conscientes, inteligentes, que enxergam que Lula está fazendo um país muito melhor e para todos. Notem que a elite burra e preconceituosa sempre se refere ao presidente como apedeuta populista, estendendo a ofensa aos eleitores e admiradores de Lula.

A elite burra, sem noção, está comemorando as vaias ao presidente Lula, vaias estas que foram orquestradas. Inconformados com o bom desempenho do presidente Lula, do governo Lula, com a alta aprovação do presidente Lula e de seu governo, apelaram para uma tentativa de desmoralização.

Aproveitaram um evento que seria televisionado para todo o Brasil e o mundo para promover uma vaia ao presidente Lula. RJ e SP - governadas por prefeitos do DEM - são os redutos da elite burra, na qual se incluem os políticos da oposição feroz e virulenta e a mídia que os controla (os donos e seus empregados).

É óbvio que as claques de César Maia, Garotinho, Serra, Alckmin, FHC, Kassab, e até do PSOL e PSTU, estavam presentes no evento do PAN, unidas para esse espetáculo vergonhoso.

A imprensa e seus pseudo-analistas políticos necessitavam desse acontecimento para alimentar suas visões fantasiosas, mirabolantes, carregadas de ódio. Os políticos da oposição necessitavam disso para usarem em seus programas eleitorais. Até a próxima pesquisa de opinião, que vai mostrar que o presidente Lula continua com alta aprovação popular, inclusive no RJ.

Noblat, Lucia Hipócrita, Ali Kamel, Fernando Rodrigues, Eliane Cantanhêde, Reinaldo Azevedo, Mainardi - todos empregados dos donos de Veja, FSP, Estadão, Globo -, estão se deleitando com a sabotagem que montaram.

Mas as mistificações não duram, e em pouco tempo voltarão a ostentar suas caras de bunda, pensando em outra maneira de prejudicar o presidente Lula, prejudicar o país, prejudicar o povo.

Enquanto isso o presidente Lula continua a fazer este país cada dia melhor, e o povo sente no bolso, na alma e na pele que a sua vida está melhorando a cada dia. E o povo, que ficou sabido, vai continuar a reconhecer que Lula é o melhor presidente que o Brasil já teve.

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Marta Suplicy e a Mídia Patética

Por Guina

"...relaxa e goza."

Relaxar: descontrair; aliviar a tensão.
Gozar: ter prazer; viver agradavelmente.
(Extraído do Dicionário Online Pirebam)
Sinceramente, não conseguir entender até agora o porque de tanta polêmica feita pela frase dita ontem(13/06) pela Ministra do Turismo Marta Suplicy.
É claro que, por ser uma pessoa pública e que ocupa um cargo de tamanha importância é preciso redobrar os cuidados com o que se diz, principalmente para não dar armas aos abutres de plantão que interpretam frases conforme seus interesses escusos.

Porém, a algazarra que estão fazendo é algo risível, pois os imbecis da grande mídia estão se tornando cada vez mais ridículos na vã tentativa de macular o governo do Presidente Lula.

Vi a capa do jornal Folha de SP de hoje, onde estava estampada a foto do Presidente deixando 'cair um compo com água' e logo abaixo o destaque da frase da Marta.

Este é o retrato da mídia que temos:

Lula deixa cair um copo com água!
Marta falou: relaxa e goza!

Nossa! Que estrago deve está fazendo no governo...

A pobre mídia está se tornando cada vez mais patética.
Acho que eles estão precisando mesmo é seguir o conselho da Marta: relaxar, descontrair, gozar, viver agradavelmente...

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