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Nem a Mídia Golpista Aguenta FHC

Por Guina

De vez em quando sou surpreendido positivamente por algumas colocações da podre mídia golpista, que tanto gosta de atacar o Presidente Lula e a esquerda de forma mentirosa e parcial.

Hoje pela manhã sintonizei a Rádio Jovem Pan AM e ao ouvir o comentarista Carlos Chagas falando sobre declarações de FHC depois que Lula foi definido por Barack Obama como "o cara" e "o político mais popular da Terra", fiquei surpreso com a excelente definição do choro do invejoso FHC.

Carlos Chagas foi categórico:

"Ciúme de homem é pior que ciúme de mulher"
"Sarney, Collor e Itamar mantêm distância do tempo que estavam na presidência"
"FHC não perde oportunidade de comparar seu governo com o de Lula"
"Porque FHC não lança seu nome para concorrer em 2010 com Dilma? ...com certeza faria a felicidade do PT."

Com certeza, Carlos Chagas acertou em cheio no seu comentário!

Quem quiser ouvir na íntegra é só clicar aqui.

Vale a pena ouvir os cerca de 2 minutos, onde o invejoso FHC é devidamente achincalhado.

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FHC:Duro de Aguentar

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Tem moral essa mídia que está contra o 3º mandato de Lula?

É delicioso resgatar os argumentos lançados pela mídia em 1997, em favor da reeleição de FHC. Comparados com a grita contra um terceiro mandato de Lula, eles revelam a tendência a adaptar-se às circunstâncias, típica do camaleão. Mesmo que, confirmando sua essência, ele finja ser outro animal...

Por Guilherme Scalzilli, no Le Monde Diplomatique Brasil

Os governos Lula suscitaram extensas discussões sobre a compatibilidade entre discurso ético e pragmatismo político-eleitoral. Talvez para dissociar-se dos defensores do presidente e estigmatizar seu constrangimento relativista sobre o assunto, a imprensa oposicionista lançou-se numa cruzada de ultralegalismo cívico, que logo receberia colorações partidárias.

Um dos aspectos negativos dessa vertente “cidadã” de tolerância zero é, paradoxalmente, sua permissividade conceitual. A abrangência normativa permite a assimilação de uma grande variedade de preceitos, entre os quais aqueles que aspiram a certa superioridade moral, mas não passam de enunciados discutíveis, contraditórios ou apenas tolos, que a ortodoxia acrítica transforma em dogmas sobrenaturais.

O fetichismo da conduta ideal do administrador revela então seu caráter artificial e ideológico, permitindo a deterioração da moralidade (sistema pessoal de valores) em moralismo oportunista, alimentado para enquadrar adversários e isentar aliados em tempos pré-eleitorais. A manipulação da subjetividade “transcendental” dos princípios morais confere imanência atemporal e incontestável a repertórios de condutas engendrados circunstancialmente, sujeitos às conveniências de seus formuladores.

Analisemos, como exemplo, as reações ao suposto terceiro mandato de Lula.

Hoje parece consensual que mudar as regras eleitorais para favorecer governantes em exercício significa uma afronta aos princípios que regem (ou deveriam reger) a conduta do homem público. A simples hipótese de permitir a Lula candidatar-se em 2010 suscitou indignação uníssona. Os precedentes plebiscitários utilizados por Hugo Chávez e Evo Morales rondam as redações como fantasmas hostis arrastando picaretas. Editoriais e colunas horrorizados defendem a alternância de poder e vociferam que nada justifica a perpetuação de governantes.

Mas não foi sempre assim.

Lembremos a fatídica noite de 28 de janeiro de 1997: por volta das nove horas, o presidente da Câmara dos Deputados, Luís Eduardo Magalhães (PFL-BA), decretou a primeira vitória da emenda que permitia a reeleição para cargos executivos. Gritos de “Uh, tererê!” soaram no plenário. Luís Eduardo foi abraçado pelo pai, o senador Antônio Carlos Magalhães, em prantos. Meia hora depois, através do porta-voz Sérgio Amaral, o presidente Fernando Henrique Cardoso rejubilava-se por saber que o Congresso votara “em sintonia com a opinião pública”.

Ressalte-se que a decisão dos deputados, depois confirmada pelos senadores, era juridicamente problemática. Segundo certas interpretações, a reeleição de mandatários em pleitos subseqüentes significava alteração de cláusula pétrea da Constituição de 1988 (Direitos e Garantias Fundamentais), que teoricamente só poderia ser realizada por Assembléia Constituinte. Também o artigo 5º da Carta (Isonomia) teria sido aviltado.

Desde a proposição da mudança, dois anos antes, a imprensa debatia quase diariamente o tema. Alheios à controvérsia legal, todos os grandes veículos defenderam a reeleição, com destaque para o jornal Folha de S.Paulo. Editorial de 8 de novembro de 1995 já afirmava “não haver maiores inconvenientes em defender a reeleição.” Depois (5/1/1996), o editorial “Reeleição popular” comemorou pesquisa de opinião sobre o tema: “a população vê com bons olhos a chance de renovar os mandatos dos que vêm a se mostrar bons governantes. (...) Entre a candidatura e a renovação do mandato estará sempre o democrático e o inquestionável veredicto das urnas.”

O Tribunal Superior Eleitoral, presidido pelo ministro Ilmar Galvão, atestou que os ocupantes de cargos executivos não precisariam se desincompatibilizar para disputar suas reeleições. Diversos juristas renomados, como Miguel Reali Júnior, apoiaram a decisão. Os analistas concordaram: “Não é o caso de defender que o presidente também se desincompatibilize”, escreveu Valdo Cruz, entre muitos, na Folha (3/2/97).

Mas será que aqueles argumentos não corroborariam a tese do terceiro mandato de Lula? No parecer que permitiu aos mandatários continuarem em seus cargos, os ministros do TSE entenderam que a emenda da reeleição pressupunha o direito do eleitor optar pela continuidade administrativa (daí a desincompatibilização ser desnecessária). Ora, seguindo rigorosamente essa abordagem doutrinária, o número de reeleições jamais poderia ser limitado.

A mesma preferência popular pela manutenção do administrador, soberana e legítima, poderia ser estendida para novos mandatos, além do segundo. O eleitor, que possui prerrogativas para instituir (e eventualmente depor) governantes, também é capaz de decidir por quanto tempo ficarão no poder. Seria antidemocrático frustrar o “inquestionável veredicto das urnas” também quanto ao terceiro mandato.

Para dirimir possíveis questionamentos sobre a vontade popular, a Constituição Federal prevê o instrumento do plebiscito, um dos pilares da democracia participativa. Aliás, foi justamente a consulta popular que a Folha e outros veículos defenderam em 97, para evitar o fisiologismo nas decisões do Congresso.

Se há algum vestígio de golpismo ou manobra casuística nesses argumentos, devemos então creditá-los ao egrégio TSE, à Carta Magna e aos apologistas da reeleição. Acontece que, há onze anos, o governo FHC desfrutava de amplo apoio midiático.

A execução de seu programa reformista e a sobrevivência do Plano Real pareciam depender da continuidade reeleitoral, ostensivamente defendida por editoriais e colunas políticas. A popularidade do presidente bastava para legitimar uma discutível intervenção legislativa e até o recurso extremo do referendo – expedientes que, naquele momento, soavam “democráticos”.

Mudaram os fundamentos do Estado de Direito ou mudou a imprensa? Pergunta retórica. A permanência dos primeiros independe das conveniências dos grupos momentaneamente hegemônicos. Quanto à flagrante incoerência jornalística, ela apenas evidencia um padrão de comportamento: adaptar-se às circunstâncias define a própria natureza do camaleão. Mesmo que ele, confirmando sua essência, finja ser outro animal.

Fonte:Vermelho

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Ex. ministro Paulo Renato, hoje deputado do PSDB, pagou hotel para namorada com cartão

Ele alega que 'não sabia' que cartão não poderia ser usado

BRASÍLIA - Levantamento feito pelo senador João Pedro (PT-AM) detectou irregularidades na prestação de contas do ex-ministro da Educação do governo Fernando Henrique e hoje deputado Paulo Renato (PSDB-SP). Notas fiscais enviadas à CPI Mista dos Cartões Corporativos e apresentadas ontem pelo petista mostram que, em março e em setembro de 2001, Paulo Renato usou recursos públicos - da conta tipo B - para pagar a sua hospedagem e de Carla Grasso, na época sua namorada e atualmente sua mulher, em hotel em São Paulo e em Minas Gerais.

Segundo levantamento do senador, foram R$ 2.153,10 no hotel Sheraton Mofarrej, em São Paulo, durante o feriado de 7 de setembro de 2001, e R$ 562,30 entre o dia 10 e 11 de março de 2002 no Ouro Minas Palace Hotel. A legislação proíbe que ministros paguem despesas de hospedagem e alimentação para terceiros.

No levantamento feito por João Pedro, um dos integrantes da CPI Mista dos Cartões Corporativos, também foi detectado o uso pelo ex-ministro tucano de uma mesma locadora de veículos - a LCM Transportes - no Rio de Janeiro. As notas fiscais apresentadas entre janeiro de 2001 e agosto de 2002 têm número de série praticamente seqüencial e somam, nesse período, gastos de cerca de R$ 25 mil com o aluguel de carros no Rio.

Além disso, entre janeiro e dezembro de 2001, Paulo Renato foi 37 vezes ao Rio de Janeiro. "Se tudo isso não ficar bem esclarecido, não descarto a possibilidade de convocar o ex-ministro para depor na CPI e esclarecer esses fatos", afirmou João Pedro.

Em nota oficial, o ex-ministro Paulo Renato rebateu as acusações do petista: "O nome da senhora Carla Grasso, hoje vice-presidente da companhia Vale, consta em duas notas de hotel por ser minha esposa." A assessoria do tucano explicou que Paulo Renato não sabia ser proibido o pagamento de despesas de hospedagem e alimentação para terceiros.

Na nota, o tucano alegou que, "na questão dos aluguéis de carros, não há similaridade com os gastos efetuados por meio de cartões corporativos pelos ministros do atual governo". "A empresa LCM era paga segundo normas vigentes no Ministério da Educação e continuou a ser utilizada após o término da minha gestão em 2002", afirmou Paulo Renato.

Esta é a primeira vez que parlamentares da base aliada contra-atacam publicamente a oposição, mostrando gastos supostamente irregulares de ex-ministros do governo de Fernando Henrique. João Pedro admitiu que a divulgação dos gastos de Paulo Renato é "uma resposta ao governo do PSDB, que utilizou principalmente a conta tipo B sem nenhum critério e sem observar as regras estabelecidas".

Desde que a CPI dos Cartões começou, em meados do março, a oposição tem se empenhado em vasculhar contas do atual governo e mostrar gastos irregulares de ministros do governo petista.

Leia mais no Blog do Onipresente

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Oposição e Grande Mídia:O Cômico Desespero dos Derrotados

Por Guina

A cada dia que passa eu ando me divertindo muito com o desespero da mídia e da oposição em relação ao Governo Lula.

Os golpistas e incompetentes, fazem na verdade um autêntico papel de palhaços.

São um bando de patetas!

Eles destilam todo seu ódio e ira contra o Presidente, pois não aguentam ver a cada dia o país crescendo, a desigualdade diminuindo, a incomparavél gestão do ex metalúrgico com a caótica e suja gestão FHC.

E quando é publicado uma nova pesquisa de avaliação do governo?

Os golpistas entram em pânico. Os babacas não sabem nem o que falar e aí os ataques e calúnias ficam mais fortes.

Chega a ser cômico ver um Reinaldo Azevedo em seu blog, xingando o PT e o Presidente Lula, num desespero tão grande que dá pena dessa pobre criatura.

Os colunistas da Folha de SP, jornalistas da Rede Globo, da Veja, da Época, etc. estão todos atodoardos com a imensa e incomparável popularidade do Presidente do povo.

Eles estão perdidos.

Não sabem mais o que fazer, que mentira inventar, qual o novo factóide irão criar.

E o FHC a todo instante na grande mídia?

Ele tenta aparecer um pouquinho, escorado
no 'tal dossiê da Veja'.

É muito cômico. Dossiê para afundar quem já está morto? É muita comédia.

Sem contar a atuação de umas 'figuras' obscuras, que promovem um festival de baboseiras no Congresso: Arthur Virgílio, Mário Souto, Mão Santa, Agripino Maia, Raul Jugman, Tasso Jeirissati, ACM Neto, Heráclito Fortes....

A lista dos 'comédias' é enorme e faltaria espaço para relacionar todos.

Sinceramente eu até que estou me divertindo um pouco com o desespero desta mídia podre e dessa oposição falida.

Afinal, além de golpistas, são uns verdadeiros palhaços.

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Dossiê FHC:E Precisa?

Por Guina

Esta estória (inventada pela Veja, sempre ela...) de que o Governo Lula mandou prepara um dossiê contra FHC, contendo os gastos do cartão corporativo do (des) governo do tucano para pressionar a oposição na CPI da Tapioca é muito engraçada.

O ministro Tarso Genro já desmentiu tal fato e a oposição está dando o maior chilique, ameaçando até abandonar a CPI da Tapioca.

Ora, ora. Se há ou não há dossiê não importa.

A verdade é que ninguém precisa de dossiê para saber o óbvio: No (des) governo FHC, se fosse mesmo investigado os 8 anos a fundo não ia sobrar ninguém.

Um governo como o de FHC, atolado em escândalos diversos não precisa perder tempo com dossiê.

Basta lembrar alguns dos casos mais graves:

(*)
"- Sivam: Logo no início da gestão de FHC, denúncias de corrupção e
tráfico de influências no contrato de US$ 1,4 bilhão para a criação do
Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) derrubaram um ministro e
dois assessores presidenciais. Mas a CPI instalada no Congresso, após
intensa pressão, foi esvaziada pelos aliados do governo e resultou
apenas num relatório com informações requentadas ao Ministério
Público.


- Pasta Rosa: Pouco depois, em agosto de 1995, eclodiu a crise dos
bancos Econômico (BA), Mercantil (PE) e Comercial (SP). Através do
Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro (Proer),
FHC beneficiou com R$ 9,6 bilhões o Banco Econômico numa jogada
política para favorecer o seu aliado ACM. A CPI instalada não durou cinco
meses, justificou o “socorro” aos bancos quebrados e nem sequer
averiguou o conteúdo de uma pasta rosa, que trazia o nome de 25
deputados subornados pelo Econômico.


- Precatórios: Em novembro de 1996 veio à tona a falcatrua no
pagamento de títulos no Departamento de Estradas de Rodagem (Dner).
Os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor destes precatórios
para a quadrilha que comandava o esquema, resultando num prejuízo à
União de quase R$ 3 bilhões. A sujeira resultou na extinção do órgão,
mas os aliados de FHC impediram a criação da CPI para investigar o
caso.


- Compra de votos: Em 1997, gravações telefônicas colocaram sob forte
suspeita a aprovação da emenda constitucional que permitiria a
reeleição de FHC. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos
do PFL do Acre, teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do projeto
do governo. Eles renunciaram ao mandato e foram expulsos do partido,
mas o pedido de uma CPI foi bombardeado pelos governistas.


- Desvalorização do real: Num nítido estelionato eleitoral, o governo
promoveu a desvalorização do real no início de 1999. Para piorar,
socorreu com R$ 1,6 bilhão os bancos Marka e FonteCidam – ambos
com vínculos com tucanos de alta plumagem. A proposta de criação de
uma CPI tramitou durante dois anos na Câmara Federal e foi arquivada
por pressão da bancada governista.


- Privataria: Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no
BNDES flagraram conversas entre Luis Carlos Mendonça de Barros,
ministro das Comunicações, e André Lara Resende, dirigente do banco.
Eles articulavam o apoio a Previ, caixa de previdência do Banco do
Brasil, para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como
um dos donos o tucano Pérsio Árida. A negociata teve valor estimado de
R$ 24 bilhões. Apesar do escândalo, FHC conseguiu evitar a instalação
da CPI.


- CPI da Corrupção: Em 2001, chafurdando na lama, o governo ainda
bloqueou a abertura de uma CPI para apurar todas as denúncias contra
a sua triste gestão. Foram arrolados 28 casos de corrupção na esfera
federal, que depois se concentraram nas falcatruas da Sudam, da
privatização do sistema Telebrás e no envolvimento do ex-ministro
Eduardo Jorge. A imundice no ninho tucano novamente ficou impune.
- Eduardo Jorge: Secretário-geral do presidente, Eduardo Jorge foi alvo
de várias denúncias no reinado tucano: esquema de liberação de verbas
no valor de R$ 169 milhões para o TRT-SP; montagem do caixa-dois para
a reeleição de FHC; lobby para favorecer empresas de informática com
contratos no valor de R$ 21,1 milhões só para a Montreal; e uso de
recursos dos fundos de pensão no processo das privatizações."

(*) - (trecho do artigo de Altamiro Borges)

Enfim, com uma extensa e lamacenta ficha desta, dá pra perder tempo discutindo se há ou não dossiê?

É pura perda de tempo.

Afinal, todo o país já conhece FHC, PSDB, DEM/PFL....

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AÍ TEM! Quem Deve, Teme

O abestalhado Reinaldo Azevedo comenta em seu blog, hospedado no esgoto da mídia, Veja, as investigações da CGU nos cartões corporativos e nas contas tipo B da era FHC.

Diz ele que a CGU, está debruçada em notas, recibos, preparando um dossiê para macular o desgoverno de FHC, e o próprio FHC. Que isso é para chantagear a oposição, que as investigações já vazaram para Veja, vazamento feito pela própria oposição para tumultuar a CPI.

A oposição está se borrando de medo das descobertas de uso indevido dos cartões corporativos na era FHC. O abestalhado está indignado com a investigação da era FHC.

Vamos falar sério, desde 2002 blogueiros e leitores da oposição me acusam de receber do governo, do PT ou de algum político para manter o meu blog em defesa do presidente Lula, do governo Lula. Cansei de escrever aqui que: não sou funcionária pública, nunca fui, ninguém em minha casa trabalha para o governo, nem eu nem ninguém da minha família jamais recebemos qualquer tipo de benesse do governo Lula (a não ser aquelas recebidas por todos os brasileiros), não recebo e nunca recebi um tostão do governo ou de quem quer que seja para manter o meu blog, não sou sequer filiada ao PT, apesar de me considerar petista desde a fundação do partido.

Não me importaria se soubesse que estão investigando a minha vida, a minha conta bancária, quebrando meu sigilo telefônico, para saber de alguma ligação com o governo, ainda ajudaria a investigar. Com certeza eu não seria chantageada, e muito menos intimidada. Como eu disse, não tenho por que temer, não tenho o que esconder, investiguem à vontade. Será que o abestalhado Reinaldo Azevedo pode fazer o mesmo?

Será que ele quebraria seu sigilo bancário da era FHC, Alckmin? Então, se o governo de FHC, e o próprio FHC, foi tão ilibado, por que agora ele estaria sendo chantageado com descobertas de uso indevido dos cartões e contas B na época? Se FHC não deve, se seus ministros e assessores não devem, não haveria como ser chantageado. Então, por que o medo da investigação?

O medo da investigação da era FHC é tanto, tamanho, que o abestalhado Reinaldo sugere que a oposição caia fora da CPI, ou seja, ele quer que essa CPI termine antes de começar.

Nesse caso, tudo indica que as investigações da era FHC, além de mostrarem os desvios dos cartões corporativos e contas tipo B por parte do governo, podem atingir em cheio o próprio abestalhado Reinaldo Azevedo.

Por Jussara Seixas no POR UM NOVO BRASIL

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CALA A BOCA, FHC!

O ex-presidente FHC (ex, graças a Deus) está irritado com as declarações do presidente Lula sobre o imenso sucesso do governo em todos os setores, com destaque para a economia.

A pérola dita pelo ex (ex, graças a Deus) em entrevista a jornalões: "Então eu não estou mais preocupado com o governo, estou preocupado é conosco mesmo. Com o povo. Como é que nós saímos desta?"

Que ele esteja preocupado com ele mesmo, com o partido dele, com os candidatos do PSDB, isso ele sempre esteve. Voltar ao poder para destruir o país como fez quando foi governo é o sonho dele e dos peessedebistas. Agora dizer que está preocupado com o povo, é muita cara pau.

FHC foi o mentor da derrubada da CPMF no Senado, pois se deixasse o governo Lula com mais recursos, este iria beneficiar muito mais o povo, principalmente os mais necessitados, os mais pobres, que dependem do SUS, dos programas sociais.

O PSDB, partido do ex-presidente FHC, (ex, graças a Deus), está entrando na justiça contra o programa Territórios da Cidadania. O programa agrupa R$ 11,3 bilhões para investimentos já previstos em ações de 15 ministérios. Os municípios a serem atendidos fazem parte de 60 territórios criados pelo governo federal, com base nos baixos índices de desenvolvimento humano e nas maiores concentrações de assentados da reforma agrária, beneficiários do Bolsa Família e agricultores familiares. Nas zonas rurais desses territórios vivem cerca de 8 milhões de pessoas, que serão os beneficiários do programa, idealizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Notem que os peessedebistas não têm o mínimo interesse em beneficiar o povo. Vão tentar, na justiça, impedir que o governo Lula beneficie 8 milhões de pessoas carentes. E o ex-presidente FHC (ex, graças a Deus), que deixou o país com 54 milhões de miseráveis, diz que está preocupado com povo? Que está preocupado com ética?

Foi ético ter comprado os parlamentares, por R$200.000,00 o voto, para sua reeleição de 1998? Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, receberam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.

Foi ético ter financiado o Cacciola, que deixou um rombo de R$ 1,6 bilhão?

Foi ético a tentativa de desmonte da Petrobras, o descaso que culminou no afundamento da P36, para tentar privatizá-la?

Foi ético o PROER dos bancos falidos, um programa de salvação dos bancos que injetou parte do PIB no sistema financeiro - dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual uma filha era nora de FHC. Segundo os ex-presidentes do Banco Central Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB; segundo economistas da Cepal, o percentual chegou a 12,3%.

O ex-presidente FHC (ex, graças a Deus) precisa lavar a boca para falar do presidente Lula, do governo Lula. O governo de FHC do PSDB foi marcado por desemprego recorde, juros estratosféricos, falta de crédito, queda na produção , queda nas vendas, submissão da economia ao FMI, arrocho salarial, arrocho dos investimentos, risco-país próximo de 2.000 pontos, privatizações escusas, muita propina.

Cala a boca, FHC.

Por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil

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Os sonhos estão mais vivos do que nunca

Por JOSÉ DIRCEU

O governo Lula, repito, recebeu uma herança maldita. Ainda são muitas as minas deixadas no caminho pela fatídica gestão anterior.

A MENTIRA é um recurso inesgotável na política, desde que seus autores tenham acesso aos meios de comunicação para disseminá-la como fato. O célebre mantra do propagandista-chefe do nazismo, Joseph Goebbels, segundo o qual uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade, continua a fazer escola.

Fiz a constatação ao ler o artigo com o título "Vão-se os sonhos, ficam os anéis", publicado neste espaço, no último dia 24, assinado por Eduardo Graeff, secretário-Geral da Presidência no governo tucano do presidente Fernando Henrique Cardoso. No artigo, Graeff recorre a trecho de reportagem a meu respeito publicada na revista "Piauí", na qual erroneamente é associada ao filho do presidente da República, Fábio Luiz da Silva, critica minha a um jornalista por conta do acompanhamento estapafúrdio que fazia sobre o governo em seu trabalho jornalístico.

Evidentemente, ao falar de reportagens erradas, com declarações atribuídas a mim e ao presidente sem que as tivéssemos prestado, eu não poderia estar me referindo a Fábio Luiz, que não é e nunca foi jornalista. Na reportagem, a revista registra um fato não ocorrido: uma reclamação minha ao presidente da República sobre negócios entre a empresa de seu filho, Gamecorp, e a Telemar. Desmenti isso à revista e em nota pública. O que fiz foi protestar, em diversos momentos, contra o tratamento leviano que vários meios de comunicação deram ao negócio absolutamente legal entre essas companhias, com o objetivo único de desgastar o chefe de Estado.

Mas Graeff, em seu artigo, não se contentou em lançar mão de informação desmentida por mim. Ao fazê-lo, inventou episódios que nem sequer estão presentes na reportagem, ressaltando que eu teria mencionado "uma conversa com Lula sobre os milhões investidos pela Telemar na firma de videogames do filho do presidente".

Essa mentira vulgar serve de escada para conclusão pré-fabricada pelo ex-secretário-geral da Presidência, de que trocamos, o presidente e eu, nossos compromissos de esquerda pelo "mundo dos negócios". Seu mote, para tanto, é o processo de aquisição da Brasil Telecom pela Telemar, que pode ser chancelado pelo governo nos próximos dias, especulando que tal decisão seria moeda de troca pela publicidade desta companhia na Gamecorp.

A hipocrisia tucana não conhece limites. Quer dizer que a intervenção do governo na reestruturação da economia e dos monopólios, quando ocorre, é por motivação escusa? O que se deve concluir, então, das privatizações feitas pela administração FHC? Devemos procurar nas contas de ex-ministros e antigos auxiliares os motivos para o governo tucano ter dilapidado patrimônio público, desorganizado o Estado e travado o desenvolvimento do país?

Bom assunto para a polícia, o Ministério Público e o Poder Judiciário. Além do mais, o crime de lesa-pátria, cometido pela coalizão PSDB-DEM ao vender empresas estatais na bacia das almas, é o mais hediondo de todos, porque atenta contra os direitos do povo e ameaça a soberania nacional. Em outras circunstâncias históricas, seria razão suficiente para os responsáveis por esses atentados contra os brasileiros estarem respondendo por suas malfeitorias na Justiça.

O governo Lula, repito, recebeu uma herança maldita. Faz parte desse inventário macabro a abertura descontrolada de nossa economia e do sistema de telecomunicação ao capital internacional, a quem os tucanos revelaram inédita submissão. Não está em pauta, evidentemente, a recuperação do controle estatal sobre companhias privatizadas, mas é obrigação do governo intervir para bloquear e reverter a desnacionalização de setores fundamentais da economia.

O desastre patrocinado pelo tucanato foi tão grave que, cinco anos após a posse inaugural do presidente Lula, ainda são muitas as minas deixadas no caminho pela fatídica gestão anterior. Esse é o pano de fundo que mobiliza a administração federal na discussão da compra da Brasil Telecom pela Telemar. No mais, como pode o senhor Graeff questionar meu direito de trabalhar para viver? Banido da vida institucional no curso da escalada patrocinada pelas forças conservadoras para derrubar o governo Lula, tenho que encontrar meu sustento profissionalmente.

Esta é minha obrigação como pai e cidadão. Porque não me afasto das trincheiras e compromissos de toda a minha vida, gente como Graeff talvez preferisse que até esse direito me fosse arrancado, obrigando-me a um novo exílio ou à clandestinidade.

Minhas contas foram devastadas pela Receita Federal: tenho como patrimônio a casa onde moro e somente sobrevivo se trabalhar, e muito. Ao contrário de tantos tucanos, os petistas não fazem, ao sair do governo, a impressionante mutação de professores e funcionários em banqueiros, financistas e plutocratas. Exatamente porque mantemos nossos compromissos históricos, nossa moral socialista e nossa missão no combate do povo brasileiro por sua libertação.

JOSÉ DIRCEU, 61, advogado, é ex-ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República. Teve seu mandato de deputado federal pelo PT-SP cassado em 2005.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1302200808.htm

O ex ministro Dirceu foi cassado sem provas, o seu algoz Roberto Jefferson, ontem ao ser questionado pelo juiz sobre a participação do ex ministro Dirceu, disse:Meretíssimo, ele era o chefe da Casa Civil, tudo relacionado a políticos, cargos, passava pelo seu crivo. Então?????. Foi essa a resposta dada para o juiz. Isso foi televisionado, o Brasil todo assistiu. Nas barras dos tribunais Jefferson não sustentou perante ao juiz que Dirceu fosse chefe de algum esquema, ele apenas supõe. Jefferson não tem prova cabal para sustentar as mentiras que disse nas suas denuncias em 2005.


Enviado por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil

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A GUERRA ESTÁ DECLARADA

A mídia safada, a oposição, alardeou: Apagão, epidemia de febre amarela,crise financeira devido a crise imobiliária nos EUA, desemprego. Nada aconteceu, não houve as desgraças que houve no governo de FHC.

Então partem para outra, os gastos com cartões de crédito corporativos do governo, CPI da tapioca. Como disse o presidente Lula em 2006, "Nós vamos ter um enfrentamento grave. Vocês se preparem" . Como sempre o presidente Lula sabia o que estava falando.

A mídia safada, a oposição feroz e virulenta, não aceitam a derrota acachapante de 2006. Para eles estarem tão violentos, a popularidade do presidente Lula deve estar elevadíssima. É o medo do presidente Lula fazer seu sucessor em 2010, e eleger seus candidatos do PT e da base aliada para as prefeituras em 2008.

Vão fazer a CPI da tapioca, mas tem que fazer também a CPI dos tanques de gasolina de FHC.

Como relata o Oni no seu blog:

Está no Portal da Transparência. Eduardo Maximiano Sacillotto Filho possui um cartão corporativo da Presidência da República. Ele é da segurança do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a que ele tem direito por lei criada pelo próprio FHC.

O tipo de gasto que este funcionário público faz com o cartão que recebeu: abastecimento sistemático de combustíveis no Auto Posto Higienópolis, em São Paulo. Estes são os gastos feitos pelo cartão do suposto encarregado pela segurança do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso:

2004 - R$ 4.683,45
2005 - R$ 13.071,26
2006 - R$ 13.480,10
2007 - R$ 14.792,07

O funcionário Eduardo Maximiano Sacillotto Filho, possui dois saques cash, ambos de R$ 100,00, em 2004. Seria muito bom que explicasse porque sacou estes R$ 200,00. No mais, são apenas notas de combustíveis, no mesmo posto de gasolina.E QUE DARIA PARA DAR 17 VOLTAS AO REDOR DO MUNDO, só em COMBUSTÍVEIS!!!

Se preparem amigos a guerra está declarada, pela mídia e pela oposição.Vamos para o enfrentamento sem medo de ser feliz, e sem perder a ternura jamais.

Por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil

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BANQUEIROS MILIONÁRIOS VÃO PAGAR MAIS IMPOSTO

A CPMF, o imposto de 0,38% sobre transações bancárias, estava rendendo ao governo 40 bilhões de reais. Dinheiro usado no custeio da saúde pública e nos programas sociais do governo Lula, que beneficiam dezenas de milhões de brasileiros. Pagava mais quem tinha mais, menos quem tinha menos, e quem não tinha nada não pagava. Tanto isso é realidade, é a mais pura verdade, que os detentores de grandes fortunas se empenharam em derrubar esse imposto.

Estou me referindo aos grandes empresários de todos os ramos, especialmente aos industriais ligados à FIESP, que mantêm a seu serviço os donos dos maiores meios de comunicação - Globo, Abril, Estadão, Folha etc. - e os políticos da oposição PSDB/DEM. Além de ser um imposto justo, servia para combater a sonegação fiscal.


É importante combater a sonegação fiscal: quando todos pagam, todos pagam menos, o governo arrecada mais e pode fazer muito mais para todos. Mais saneamento básico, mais e melhores rodovias, melhores aeroportos, mais e melhores hospitais, mais segurança, mais educação, mais médicos, mais professores, mais policiais, melhores salários, mais empregos.


A oposição ficou inconformada, irada com isso. Afinal, era demais para eles assistir a esse espetáculo: melhorar a vida de todos, principalmente dos mais pobres, gerar mais empregos, melhorar o país em todos os aspectos, manter a economia sólida e sustentável sem privatizar nada, sem recorrer ao FMI, sem aumentar a divida externa. Não aprovaram a CPMF.


Queriam que o governo não investisse no PAC, diminuísse os benefícios do Bolsa Família, diminuísse os investimentos, evitasse as contratações necessárias. Queriam assim prejudicar as pessoas, prejudicar o país, prejudicar a governabilidade, para Lula perder sua alta popularidade e não eleger seu sucessor, para que voltassem ao poder em 2010.


O principal mentor dessa tramóia foi FHC do PSDB, conhecido também como príncipe das trevas. Acharam que tinham dado um golpe certeiro, que o governo Lula não iria reagir na defesa do povo e do país. Ontem o governo Lula anunciou medidas para repor parte dessa perda: decidiu reduzir as despesas de custeio e investimento dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) em R$ 20 bilhões, aumentou em 0,38% o percentual na alíquota de IOF e aumentou a alíquota da CSLL do setor financeiro, de 9% para 15%. Por setor financeiro entenda-se os bancos, o setor que está obtendo maior lucratividade.


Foram mantidos os programas sociais e o PAC, que vai gerar muito mais emprego e renda, vai garantir a estabilidade econômica e a governabilidade. A oposição feroz e virulenta deu um tiro de canhão no pé ao não aprovar a CPMF: agora, se quiser gritar contra as medidas do governo Lula, terá que defender abertamente seus patrões: os banqueiros, os milionários.

Por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil

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DERROTADOS E INCONFORMADOS

O Natal deste ano promete ser o melhor de todos os tempos. Lojas, shoppings, supermercados, nunca venderam tanto. O povo nunca teve tanto dinheiro e crédito para compras.

Os responsáveis são a forte geração de empregos, os aumentos reais de salário, o crédito fácil a juros menores, os preços baixos, a inflação controlada, a confiança do consumidor na política econômica do governo Lula. A redistribuição de renda promovida pelos programas sociais do governo Lula também impulsionam as vendas.

Há uma outra novidade neste Natal: não foi necessária a campanha Natal sem Fome, patrocinada pela Rede Globo. Mais de 20 milhões de pessoas deixaram as classes D/E e migraram para classe C; ou seja, mais de 20 milhões de pessoas deixaram de ser miseráveis.

Inconformada com o bom desempenho do governo Lula, com o crescimento robusto do país, com os índices da redução da pobreza, com os constantes recordes na produção, com os recordes na geração de empregos e renda, a oposição reagiu. Derrubou a CPMF, fez com que o governo tenha de lidar com uma perda na arrecadação de R$ 40 bi, além de dificultar o combate à sonegação de impostos.

A CPMF é um imposto justo, pois paga mais quem tem mais, paga menos quem tem menos, e quem não tem não paga. No governo Lula, esse dinheiro era usado na Saúde e no programa Bolsa Família: por isso, esse imposto melhorou muito a vida de dezenas de milhões de brasileiros, antes excluídos da sociedade.

O PSDB e o DEM, seguindo a orientação de seus mentores do mal – FHC e Bornhausen –, uniram-se novamente para prejudicar o povo brasileiro. A idéia desses nefastos é dificultar a governabilidade, impedir que o governo Lula faça mais e melhor para todos, principalmente para os mais pobres. Fazem isso para tentar ganhar as eleições em 2010. Como disse o nefasto FHC, é preciso parar de pensar no Brasil e pensar na eleição de 2010.

Mas o governo do presidente Lula com certeza encontrará um solução para continuar a fazer o melhor para o país e para o povo brasileiro, e em 2010 mais uma vez a vitória será do povo. O PSDB e o DEM são feios, sujos e malvados, serão novamente derrotados.

Por Jussara Seixas



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Extra! Extra!:PSDB Dá Aula de Português

Por Jussara Seixas

Senador Arthur Virgílo, do PSDB, está seguindo a orientação do muar FHC, falar bem a língua portuguesa. Às 19:41 na tribuna do Senado disse por duas vezes que "o PSDB nos orgulhece".

Seja lá o que for que ele tenha querido dizer, o PSDB envergonha o país. Ou seria envergonhece?

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Cala-te FHC!

Por BRAULIO WANDERLEY - Blog História Vermelha

Realmente eu me surpreenderia se FHC não tivesse estudado. Deixou o país com um rombo abissal de R$ 1 trilhão na dívida pública; 5 anos seguidos de défict; desemprego anômalo; risco país em 2.000 pontos; dólar a R$ 4,oo; apagão elétrico; privatizações anunciadas; corrupção: compra da reeleição; caixa 2 tucano; pasta rosa; quebra do painel eletrônico do senado; escândalos na Sudene e na Sudam; contas fantasmas nas Ilhas Cayman, etc.

Realmente EX-presidente, é preciso falar um bom português para explicar à população de modo sofismático e convincente como ser reeleito diante de uma tragédia anunciada.Se bem que o EX não gosta da língua portuguesa.
Ele mente e feio quando diz que a falava. Certa feita em Paris, em plena assembléia nacional, ao receber um título do doutor honoris causa, nosso pária pronunciou seu discurso de cabo-a-rabo em FRANCÊS!!! Renegando sua condição de Chefe de Estado e representante de um povo cujo símbolo maior é seu idioma. Cobrar de outros falar correto o que não se pronuncia é no mínimo hilário.

O EX deveria imitar os ex-presidentes mexicanos que ao concluírem seus mandatos se recolhem à vida privada. Quem deixou um legado tão ruim, descrito acima não tem autoridade moral para criticar de modo fascista um governo que possui mais de 70% de aprovação popular e que construiu mais de 40 universidades em 6 anos, FHC esquece que não aumentou UMA VAGA PÚBLICA SEQUER.

Ele mercantilizou a educação com uma enxurrada de galpões transformados em cursos superiores; sucateou as escolas técnicas e acabou com a docência do país ao afirmar que "quem não tem nada pra fazer, vira professor". Péssimo exemplo EX!!!

Falamos correto, estudamos bastante e não nos distanciamos da classe operária e das lutas do povo brasileiro. Não vendemos este país e quase o entregamos a uma ALCA para ser efetivamente anexado pela Nova Roma capitaneada por Bush Júnior. Sem mentir, sem titubear, sem esconder a corrupção como seu governo fez, temos um governo democrático, que se não é o ideal, ao menos não é uma farsa.

Hoje o Brasil não tem um Geraldo Brindeiro (engavetador Geral da Corrupção), mas um Antônio Fernando de Souza (PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA), uma Polícia Federal equipada e autônoma e o respeito à democracia. Em tempo, enquanto o EX nunca foi eleito, e sim o plano real, o Presidente Lula foi eleito e reeleito de forma gloriosa pelo povo brasileiro e ao contrário do EX, todos, querem posar ao seu lado.

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Eu Tenho Pena de FHC

Por Guina

Ao assistir ontem na TV o inflamado discurso do ex presidente FHC na Convençao Nacional do PSDB, confesso que fiquei com um pouco de pena deste pobre tucano.

Ele estava com uma expressão tensa, parecia assustado e preocupado. Talvez devido o vergonhoso desvio de dinheiro público no esquema do Mensalão Tucano em Minas Gerais e por Eduardo Azeredo ter afirmado que o mesmo foi beneficiado com o esquema nas eleições em 1998.

O coitado do FHC destilou toda sua ira atacando o Presidente Lula de forma irônica e preconceituosa.

A inveja é mesmo uma merda.

Afinal, que culpa têm o Lula se os intelectuais e cultos tucanos , abafam CPIs, defendem corruptos, compram emenda de reeleição, sucateiam o patrimônio público e onde governam só deixam caos e destruição?

Que culpa têm o Lula, se FHC foi praticamente excluído da campanha de Geraldo Alckmin à presidência devido sua falta de popularidade?

Que culpa têm o Lula, se mesmo sendo um ex metalúrgico conseguiu ser amado pelo povo, reconhecido no mundo e melhorado a vida de milhões de brasileiros?

Pobre FHC. Deve ser muito duro para ele encarar a realidade: o governo do 'sociólogo' superado pelo governo do 'metalúrgico'. É difícil aceitar...

É preciso entender o pobre tucano, pois o ostracismo vai definhando a pessoa e a tornando medíocre.

Aí só resta usar armas como a calúnia, ódio, inveja e preconceito.

Sinceramente, eu tenho pena de FHC.

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FHC, O MUAR

Por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil

FHC é um muar, bate sempre na mesma tecla e não sai do lugar. Só um muar fica cinco anos sem se mexer, empacado.

FHC é um muar doutor da Sorbonne, e não entende por quê foi escorraçado pelo povo e tem só 17% de aprovação (provavelmente aqueles que continuam enganados por outros muares, os da mídia).

Esse muar, que já chamou os aposentados de vagabundos, agora mostra todo o seu rancor e preconceito contra os brasileiro, e os chama de burros.

Esse muar, por ser muar, mesmo sendo um muar que freqüentou a Sorbonne, finge que não entende por que o presidente Lula é considerado por todo mundo e em todo o mundo como o melhor presidente que o Brasil já teve.

A imensa maioria dos brasileiros, que não são muares, percebe, sabe, sente, que o presidente Lula é o melhor para o povo, é o melhor para Brasil.

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A CPMF e os Tucanos Hipócritas

Por Guina

Este lenga-lenga no Congresso para aprovar a prorrogação da CPMF, nos leva à ter a certeza de que estamos diante de uma oposição hipócrita e fracassada e que não mede esforços para fazer uso político de qualquer situação que envolva o governo Lula.
Foi assim no caso da Petrobrás-Venezuela, na queda do avião da Gol, do acidente em Congonhas e agora a bola da vez é a CPMF.
Vejam que o PSDB, o mesmo partido que criou o monstro, renega a paternidade do mesmo e tenta dificultar ao máximo a prorrogação do imposto.

Até FHC, o 'criador e pai da criança', aproveitador como sempre, dá o seu palpite! Ele diz que agora é contra...
Será que ele é contra porque hoje, o imposto é destinado aos projetos sociais do governo em benefícios dos mais pobres e no seu tempo para ajudar a salvar banqueiros falidos?
Estes são os tucanos: fracassados e verdadeiros craques na arte da dissimulação.

Tentam sempre posar de defensores do povo e na verdade o que eles querem é voltar ao poder à qualquer custo, por isso fazem sempre uso político de qualquer assunto que envolva o governo, mesmo que isso prejudique o bom momento em que passa o país.

Dissimulam, mentem e revelam sua verdadeira face. Sabem que Lula é aprovado pelo povo e que mesmo sem poder candidatar-se em 2010, o apoio do Presidente é que vai decidir a próxima eleição.

Sendo assim, só resta aos incompetentes do PSDB e do DEM, usarem de suas costumeiras mentiras e hipocrisias para confundir a população.

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PSDB ENLOUQUECIDO E A MÍDIA CALADA

Por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil


Quando Roberto Jefferson foi pego – com as mãos, boca e pés na botija – roubando os Correios, atacou para se defender. Acusou o PT do tal mensalão. Foi cassado porque não provou o que disse, não provou a existência do mensalão. Foi cassado porque disse que recebeu 4 milhões do PT, caixa 2, para a campanha do PTB (não disse o que fez com dinheiro).

Agora a PGR vai denunciar o Eduardo Azeredo, do PSDB, como chefe da quadrilha do mensalão do PSDB. Mensalão virou terminologia para caixa 2. Segundo relato da PGR, há vários envolvidos, há provas concretas contra vários políticos do PSDB, e farta comprovação documental de que Azeredo era o chefe da quadrilha que organizava desvios financeiros das estatais de MG.

Azeredo envolveu FHC, Aécio também foi citado nessa roubalheira: tudo indica que o caixa 2 não foi somente mineiro, teve âmbito nacional. A conferir com as denuncias da PGR nos próximos dias. O PSDB está agindo como Roberto Jefferson: para de defender, resolveu atacar o presidente Lula. Se o Azeredo for denunciado, clamam, o presidente Lula também tem que ser. São loucos, estão desesperados, babando na gravata.

Em 04/03/2006, o relatório confidencial da Polícia Federal com os resultados do inquérito aberto para apurar o escândalo do mensalão registra que, após oito meses de investigação, não se detectou um único indício de envolvimento do presidente Lula no caso que resultou na maior crise política do atual governo.

O trabalho da polícia reforça a versão oficial do governo: informado pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) da existência do mensalão, o presidente teria determinado a dois auxiliares – Aldo Rebelo, à época ministro, e Arlindo Chinaglia, líder do governo na Câmara – que apurassem o fato.

A PGR não denunciou o presidente Lula porque é boazinha com o presidente, mas porque não há a mínima prova contra o presidente Lula. O presidente Lula foi investigado por três CPIs, pelo MPF e pela PF. Todos os políticos da oposição investigaram a vida do presidente Lula, do nascimento até os dias de hoje.

Não encontraram nenhuma prova que lhes desse a mínima chance de envolver o presidente Lula. Criaram achismos, ilações, invencionices, mas nenhuma prova, nenhuma evidência, nenhum indício. A PGR denunciou 40 supostos envolvidos e o STF aceitou a denuncia. O presidente Lula não foi denunciado, mas o Azeredo será.

Os corruptos safados e covardes foram pegos com a boca na botija. Caiu a casa do PSDB. Toda a farsa da ética, da moralidade, do decoro parlamentar, virá à tona. A mídia está encolhida, não foi procurar FHC para dar opinião, ele que adora dar opinião, não cerca Azeredo para pedir explicações, não questiona os políticos do PSDB, não entrevista o Marcos Valério sobre o caixa 2 mineiro.


A mídia tucana murchou, está com o rabinho nos meio da pernas, tal qual cachorro que cagou na igreja.

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Azeredo Abre o Bico e Revela Farsa Vergonhosa de FHC/ PSDB

Por Marco Aurélio Weissheimer, na Carta Maior*

“O senador não poderia ter dito isso. Está me obrigando a responder algo surrealista. Envolver o presidente (FHC) nesse episódio é o mesmo que envolver o presidente Bush”, disse Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB no Senado. Virgílio não explicou porque seu colega de partido “não poderia” ter dito o que disse. O presidente nacional do PSDB, Tasso Jereissati (CE), recorreu à psicologia para explicar as declarações de Azeredo.

Segundo ele, as declarações de Azeredo ao jornal Folha de São Paulo são uma demonstração de indignação e transtorno mental. Azeredo, garantiu Jereissati, é um homem honesto, correto, que ficou transtornado e saiu falando o que veio à cabeça. Já o senador tucano de Goiás, Marconi Perillo, foi mais direto: “FHC e o PSDB nacional não têm nada a ver com isso”, assegurou.

FHC mantém silêncio

O site nacional do PSDB silencia sobre o assunto. Os recados a Azeredo estão sendo dados pela imprensa e diretamente através de alguns interlocutores. O governador de São Paulo, José Serra, negou que esteja em curso no PSDB uma operação para silenciar e isolar Azeredo. Segundo Serra, o senador mineiro é um homem íntegro e honesto e jamais existiu algo como um “mensalão mineiro”. Azeredo não está abandonado pelo partido. É só uma sensação, não a realidade, filosofou Serra.

Já o governador mineiro, Aécio Neves (PSDB), tirou o corpo fora e jogou a batata quente no colo de seu companheiro de partido, dizendo que Azeredo deve prestar contas à sociedade pelas acusações de caixa-dois na campanha de 1998.

Até a manhã de quinta-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ainda não havia se manifestado sobre o caso. Segundo lideranças do PSDB, FHC está no exterior. Incomunicável, aparentemente. Os tucanos não quiseram comentar a validade do argumento utilizado por eles e pelo próprio FHC, segundo o qual o presidente Lula não poderia dizer que “não sabia”, no caso do envolvimento de petistas com o mensalão.


"Fica uma coisa nebulosa"...

No dia 29 de agosto, o ex-presidente FHC afirmou que o presidente Lula não poderia “fazer de conta que não é com ele”, referindo-se à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em aceitar a denúncia contra os denunciados no caso do mensalão. "É com ele sim. Não estou dizendo que ele seja responsável, mas enquanto ele não repudiar, dá a sensação que está conivente, ou leniente, para usar uma expressão mais branda", disse FHC, durante um evento promovido pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em São Paulo.


O presidente Lula, acrescentou FHC, “tem a obrigação de dar uma palavra à nação sobre o assunto”. “Caso contrário fica uma coisa nebulosa e dá a sensação que ele está passando a mão na cabeça dos envolvidos”, emendou.


Fonte: http://www.agenciacartamaior.com.br/; intertítulos do Vermelho

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TENHO VERGONHA DE SER BRASILEIRA


Por Jussara Seixas

Como disse o jurista Dalmo Dallari, estamos vivendo uma epidemia de Lulafobia por parte da mídia e das elites burras e preconceituosas. Isso me dá nojo e vergonha..

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo a mídia inconformada em ter como presidente um nordestino, ex-metalúrgico e ex-sindicalista.

Tenho vergonha de ser brasileira diante da tentativa de golpe da mídia contra o presidente Lula.
Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo pessoas serem contra a CPMF mesmo sabendo a contribuição vai sustentar os programas sociais do governo Lula, como o Bolsa Família.
Esse programa tirou milhões de pessoas da miséria extrema, é admirado pelo mundo todo e vários países já pretendem adotá-lo porque ficou comprovado que ele diminui a desigualdade social e devolve dignidade ao ser humano.

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo as elites abastadas promoverem passeatas pedindo a volta dos militares, pedindo a volta do período mais triste, violento, sangrento e vergonhoso da nossa história.

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo um senador da república na tribuna do senado – Arthur Virgilio do PSDB – ameaçar com uma surra o presidente eleito por 61,27% do povo brasileiro.

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo a mídia atribuir culpa ao presidente Lula por acidentes aéreos – da Gol em 2006 e da TAM em 2007. Como se ele fosse culpado pelos pilotos americanos terem desligado o transpondes do Legacy, que se chocou no ar com avião da GOL e, no caso TAM, de o avião estar com o reverso pinado, manetes fora da posição, spoilers que não funcionaram...

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo movimentos da elite contra o presidente Lula, usando de forma vil a morte de pessoas e a tragédia de famílias para alcançar seus objetivos golpistas e eleitoreiros.

Tenho vergonha de ser brasileira quando leio o que disse FHC sobre as comemorações do 7 de setembro – ele acha ridículos os desfiles, ridícula a comemoração da Independência do Brasil. Acho que ele gostaria que continuássemos colônia de Portugal. Em entrevista para a revista Piauí, disse que participava dos eventos só por obrigação, porque o vento de Brasília desmanchava o seu cabelo...

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo alguém da elite dizer que ninguém sentiria falta se um estado do meu país deixasse de existir. Paulo Zottolo, presidente da Philips, disse isso referindo-se ao estado e ao povo do Piauí.

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo um senador da república dizer em alto e bom som que vai "acabar com essa raça", em referência a pessoas que não pensam como ele, mas querem manter a democracia, respeitam as instituições governamentais e a Constituição vigente.

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo a mais alta corte de justiça do país, o STF, sofrer espionagem da mídia e ser por ela acuada para julgar de acordo com interesses políticos.

Tenho vergonha de ser brasileira quando ouço discursos preconceituosos, racistas, carregados de ódio, da elite burra, de jornalistas sem noção, de pseudo-cientistas políticos, contra a o povo brasileiro.

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo as armações, as maracutaias e os conchavos políticos para tentar destituir do poder um presidente eleito pela maioria do povo brasileiro, um presidente que está fazendo este país ser um país de todos os brasileiros.

Tenho vergonha de ser brasileira quando vejo uma parte da elite burra torcer para que o Brasil não dê certo, mesmo sabendo que – se isso acontecer – milhões de brasileiros serão condenadas à miséria, à fome e à doença que imperavam antes do governo Lula.

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