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PSDB:A Cada Dia Mais Mafioso

Por Guina

A política nacional vive um processo de desmoralização que aumenta a cada dia, devido a ações de partidos como o PSDB e o DEM.

As artimanhas, manobras e atos criminosos cometidos por essa dupla de partidos trapalhões e inescrupulosos chega a dar nojo.

Essse abutres, que antes já haviam sabotado a prorrogação da CPMF, com o intuito de somente prejudicar o governo, agora mostram ao país a verdaeira face de uma oposição falida e sem moral alguma.

O crime cometido pelo senador tucano Álvaro Dias em atuar como informante da Revista Veja no caso do fajuto 'dossiê FHC', acaba de expor ainda mais o Senado Federal ao ridículo.

A oposição, realmente tem se portado como verdaeiros ratos, falsários e golpistas da pior espécie. Até quando o PSDB e o DEM vão agir na clandestinidade?

A ação orquestrada pelo PSDB e pela Veja, com este fajuto dossiê, merece mais do que uma simples cassação do incompetente e irresponsável senador.

O PSDB, o DEM e toda corja de mafiosos precisam ser banidos da política nacional. Estes ratos golpistas e sujos, cometem esta prática de achacar e chantagear os outros há muito tempo. Faz parte do DNA deles.

No passado o PSDB já deu golpe na candidatura da Roseana Sarney. O velho ACM já violou o painel do Senado e pelo visto a tática de 'forjar' dossiês já virou costume dessa gente.

Isso mais parece uma máfia, que tenta tomar o poder a qualquer custo.

Da Revista Veja não precisa nem comentar, afinal é uma revista podre, mentirosa e que a cada dia se suja ainda mais na lama do jornalismo corrupto e vendido que tem dominado o país.

Estes ratos precisam urgentemente serem exterminados do país.

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Oposição e Grande Mídia:O Cômico Desespero dos Derrotados

Por Guina

A cada dia que passa eu ando me divertindo muito com o desespero da mídia e da oposição em relação ao Governo Lula.

Os golpistas e incompetentes, fazem na verdade um autêntico papel de palhaços.

São um bando de patetas!

Eles destilam todo seu ódio e ira contra o Presidente, pois não aguentam ver a cada dia o país crescendo, a desigualdade diminuindo, a incomparavél gestão do ex metalúrgico com a caótica e suja gestão FHC.

E quando é publicado uma nova pesquisa de avaliação do governo?

Os golpistas entram em pânico. Os babacas não sabem nem o que falar e aí os ataques e calúnias ficam mais fortes.

Chega a ser cômico ver um Reinaldo Azevedo em seu blog, xingando o PT e o Presidente Lula, num desespero tão grande que dá pena dessa pobre criatura.

Os colunistas da Folha de SP, jornalistas da Rede Globo, da Veja, da Época, etc. estão todos atodoardos com a imensa e incomparável popularidade do Presidente do povo.

Eles estão perdidos.

Não sabem mais o que fazer, que mentira inventar, qual o novo factóide irão criar.

E o FHC a todo instante na grande mídia?

Ele tenta aparecer um pouquinho, escorado
no 'tal dossiê da Veja'.

É muito cômico. Dossiê para afundar quem já está morto? É muita comédia.

Sem contar a atuação de umas 'figuras' obscuras, que promovem um festival de baboseiras no Congresso: Arthur Virgílio, Mário Souto, Mão Santa, Agripino Maia, Raul Jugman, Tasso Jeirissati, ACM Neto, Heráclito Fortes....

A lista dos 'comédias' é enorme e faltaria espaço para relacionar todos.

Sinceramente eu até que estou me divertindo um pouco com o desespero desta mídia podre e dessa oposição falida.

Afinal, além de golpistas, são uns verdadeiros palhaços.

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Dossiê FHC:E Precisa?

Por Guina

Esta estória (inventada pela Veja, sempre ela...) de que o Governo Lula mandou prepara um dossiê contra FHC, contendo os gastos do cartão corporativo do (des) governo do tucano para pressionar a oposição na CPI da Tapioca é muito engraçada.

O ministro Tarso Genro já desmentiu tal fato e a oposição está dando o maior chilique, ameaçando até abandonar a CPI da Tapioca.

Ora, ora. Se há ou não há dossiê não importa.

A verdade é que ninguém precisa de dossiê para saber o óbvio: No (des) governo FHC, se fosse mesmo investigado os 8 anos a fundo não ia sobrar ninguém.

Um governo como o de FHC, atolado em escândalos diversos não precisa perder tempo com dossiê.

Basta lembrar alguns dos casos mais graves:

(*)
"- Sivam: Logo no início da gestão de FHC, denúncias de corrupção e
tráfico de influências no contrato de US$ 1,4 bilhão para a criação do
Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) derrubaram um ministro e
dois assessores presidenciais. Mas a CPI instalada no Congresso, após
intensa pressão, foi esvaziada pelos aliados do governo e resultou
apenas num relatório com informações requentadas ao Ministério
Público.


- Pasta Rosa: Pouco depois, em agosto de 1995, eclodiu a crise dos
bancos Econômico (BA), Mercantil (PE) e Comercial (SP). Através do
Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro (Proer),
FHC beneficiou com R$ 9,6 bilhões o Banco Econômico numa jogada
política para favorecer o seu aliado ACM. A CPI instalada não durou cinco
meses, justificou o “socorro” aos bancos quebrados e nem sequer
averiguou o conteúdo de uma pasta rosa, que trazia o nome de 25
deputados subornados pelo Econômico.


- Precatórios: Em novembro de 1996 veio à tona a falcatrua no
pagamento de títulos no Departamento de Estradas de Rodagem (Dner).
Os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor destes precatórios
para a quadrilha que comandava o esquema, resultando num prejuízo à
União de quase R$ 3 bilhões. A sujeira resultou na extinção do órgão,
mas os aliados de FHC impediram a criação da CPI para investigar o
caso.


- Compra de votos: Em 1997, gravações telefônicas colocaram sob forte
suspeita a aprovação da emenda constitucional que permitiria a
reeleição de FHC. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos
do PFL do Acre, teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do projeto
do governo. Eles renunciaram ao mandato e foram expulsos do partido,
mas o pedido de uma CPI foi bombardeado pelos governistas.


- Desvalorização do real: Num nítido estelionato eleitoral, o governo
promoveu a desvalorização do real no início de 1999. Para piorar,
socorreu com R$ 1,6 bilhão os bancos Marka e FonteCidam – ambos
com vínculos com tucanos de alta plumagem. A proposta de criação de
uma CPI tramitou durante dois anos na Câmara Federal e foi arquivada
por pressão da bancada governista.


- Privataria: Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no
BNDES flagraram conversas entre Luis Carlos Mendonça de Barros,
ministro das Comunicações, e André Lara Resende, dirigente do banco.
Eles articulavam o apoio a Previ, caixa de previdência do Banco do
Brasil, para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como
um dos donos o tucano Pérsio Árida. A negociata teve valor estimado de
R$ 24 bilhões. Apesar do escândalo, FHC conseguiu evitar a instalação
da CPI.


- CPI da Corrupção: Em 2001, chafurdando na lama, o governo ainda
bloqueou a abertura de uma CPI para apurar todas as denúncias contra
a sua triste gestão. Foram arrolados 28 casos de corrupção na esfera
federal, que depois se concentraram nas falcatruas da Sudam, da
privatização do sistema Telebrás e no envolvimento do ex-ministro
Eduardo Jorge. A imundice no ninho tucano novamente ficou impune.
- Eduardo Jorge: Secretário-geral do presidente, Eduardo Jorge foi alvo
de várias denúncias no reinado tucano: esquema de liberação de verbas
no valor de R$ 169 milhões para o TRT-SP; montagem do caixa-dois para
a reeleição de FHC; lobby para favorecer empresas de informática com
contratos no valor de R$ 21,1 milhões só para a Montreal; e uso de
recursos dos fundos de pensão no processo das privatizações."

(*) - (trecho do artigo de Altamiro Borges)

Enfim, com uma extensa e lamacenta ficha desta, dá pra perder tempo discutindo se há ou não dossiê?

É pura perda de tempo.

Afinal, todo o país já conhece FHC, PSDB, DEM/PFL....

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"O escândalo dos cartões"

Por Bernardo Kucinski (*)


O governo Lula tem o portal de gastos mais detalhado e transparente de todos os tempos. Mas parte da mídia tenta passar a idéia de que o governo é o mais leniente e corrupto de todos os tempos. Uma inversão espetacular do sentido dos fatos

Dos muitos abusos com cartões corporativos denunciados pela imprensa, o mais significativo foi a redecoração do apartamento do reitor da Universidade de Brasília, com R$ 470 mil de um fundo de apoio a pesquisas. Daria para comprar um apartamento de três quartos em Copacabana, lembrou na Folha o poeta Ferreira Gullar. O reitor pagou R$ 859 por um saca-rolhas, R$ 7.100 por um fogão. “Quantas bocas terá esse fogão?”, ironizou o poeta. Um fundo de pesquisa nunca deveria ser usado para reformar um apartamento. Ao defender esses gastos, o reitor personificou o que os sociólogos chamam de “elite patrimonialista”, que se apropria do patrimônio público como se fosse particular.

Mas a maioria dos abusos com cartões corporativos denunciados pela mídia resultou de esquecimentos, pequenos enganos ou deslizes patrimonialistas isolados, como a reforma de uma mesa de bilhar de uso recreativo de funcionários. Não foram gastos sistemáticos, como os do reitor. Foram exceção, não regra. Ocorreu uma espécie de corrupção das denúncias contra corrupção. O exemplo mais gritante foi o da revista Veja, que falseou estatísticas para convencer o leitor de que no governo Lula instalou-se uma farra com cartões corporativos.

Veja montou um gigantesco gráfico com as curvas dos saques partindo quase do zero no mandato de Fernando Henrique e subindo, vertiginosamente, para chegar a R$ 58 milhões no governo Lula. No ponto baixo da curva colocou uma foto de FHC e, no seu pico, uma de Lula, destacando: “Aumento no total de saques no governo lula: 2.000%”.

A verdade é que os gastos totais por servidores caíram de R$ 233 milhões no último ano do governo de Fernando Henrique para R$ 177 milhões no ano passado. O que o governo Lula fez foi acelerar o processo de substituição das antigas contas tipo B, que não são transparentes e podem ser fraudadas, por cartões corporativos. Estes emitem automaticamente extrato detalhado dos gastos e são à prova de fraude. Além disso, Lula reduziu em escala maior ainda os pagamentos com cheques e criou o Portal da Transparência, que permite a todos os brasileiros detectar todo e qualquer gasto com fundos de provisão do governo. Confira você mesmo em www.portaldatransparencia.gov.br.

Enquanto isso, o governo de José Serra, em São Paulo, dobrou os gastos com cartões corporativos, totalizando R$ 108 milhões em 2007, e sem nenhum portal de transparência. Nem por isso foi denunciado por Veja – um caso claro de manipulação da informação. Essas manipulações conseguiram produzir um efeito que em teoria jornalística se chama “inversão de sentidos”. Tanto assim que, na pesquisa Sensus fechada naqueles dias, 83,2% dos consultados disseram ser contra o uso de cartões corporativos pelo governo.

Lula reconheceu a importância de algumas das denúncias, até agradeceu aos jornalistas, mas elogiou os cartões e mandou aprimorar os controles. O principal abuso, apontado pelo estudioso do assunto, Marcos Fernandes, numa das poucas reportagens sensatas da Folha, são os saques em dinheiro. Ele disse que os pagamentos com cartões são o que há de mais transparente e moderno na administração pública e em empresas privadas, mas os saques em dinheiro podem gerar desvios. Ocorre que quase metade do total em dinheiro foram saques do IBGE e outro terço da agência de inteligência, a Abin. O resto dos ministérios sacou pouquíssimo em dinheiro. Os da Abin foram justificados pela intensificação das operações e reforço exigido pela segurança do Pan. A Folha assanhou-se com os saques do IBGE e pautou seu repórter para descobrir um suposto mundo de abusos. Mas os dirigentes do IBGE deixaram claro que foram gastos indispensáveis à realização de dois censos, o agropecuário e o de contagem de população em pequenos municípios, envolvendo deslocamentos de 2 mil recenseadores em locais que só aceitam pagamentos em dinheiro. Os gastos foram auditados e conferidos, um por um.

Mesmo assim, a Folha publicou a pauta furada em tom de denúncia. O jornal tem insistido em publicar denúncias vazias ou ilações como se fossem fatos. Para se proteger, publica ao lado uma pequena retranca com a versão do “outro lado”. Marcelo Coelho, da própria Folha, chamou essa obstinação de “macarthismo das miudezas”. Foram vazias as denúncias que tentaram ligar tesoureiros do PT ao uso de cartões corporativos ou funcionários ao recebimento indevido de diárias de viagem. A revista Época deu as informações corretas e bem contextualizadas. Mostrou que 99% dos cartões são usados pelo baixo escalão do governo. É uma ferramenta de trabalho dos operadores de programas e chefes de escritórios regionais, e não uma mordomia da elite dirigente. São cerca de 13 mil funcionários, a maioria de carreira, encarregados de pagar compras e suprimentos. Podem ser considerados de um “estamento”, da burocracia, por terem poderes especiais. Mas não de elite patrimonialista.

Quase todas as reportagens omitiram que depois do gasto o servidor precisa apresentar recibos, notas fiscais e a justificativa da despesa, seja qual for a forma de pagamento, com cartão ou com cheques de contas tipo B. Outro truque foi omitir que o próprio governo fiscaliza os gastos, por amostragem e outros métodos. Uma das reportagens do Estadão escreveu que “desde 2003, primeiro ano do governo Lula, a Controladoria-Geral da União assistiu a um crescimento, ano a ano, de 65,5% no número de punições administrativas”. Notem a inversão dos sujeitos, como se CGU fosse o mocinho e o governo o bandido. Ora, a CGU é o governo, é o seu principal instrumento para coibir abusos. E a CGU de Lula tem sido especialmente severa, determinando 60% mais demissões e outras punições de servidores, por abusos, do que o governo anterior. Entidades de servidores públicos já a acusaram de perseguição.

A mídia também não considerou a ordem de importância dos valores. Chama-se a esse mecanismo de “não hierarquização dos fatos”. Como disse em editorial a revista Época, que não aderiu à manipulação, o gasto com cartões corporativos “representa uma fração pequena de todos os gastos do governo. E o fato de eles deixarem registros públicos que depois podem ser rastreados também deve ser louvado. O ponto a criticar, evidentemente, não é o uso de cartões corporativos, por funcionários, mas seu abuso”.

Fui conferir o Portal da Transparência. E descobri que o total de gastos com cartões corporativos é menos do que um décimo de milésimo da quantia gasta pelo governo. Enquanto isso, os juros e a rolagem da dívida pública consumiram em 2007 quase 60% do total. O verdadeiro escândalo revelado pelo portal é o modelo econômico do governo, que gasta em juros mais da metade de tudo o que arrecada. Mas isso a grande mídia faz questão de não ver.

A pergunta que se faz é: por que tanta manipulação? É a retomada da agenda que tenta desqualificar o governo no plano moral, já que a grande imprensa aprova e aplaude as políticas macroeconômicas, embora com uma ou outra restrição isolada. A insistência em citar o nome de Lula e seus familiares nas manchetes revela mais claramente a intenção de devassar a intimidade do presidente e, com isso, despojá-lo de toda dignidade.

(*) No período de 10.02.2003 a 30.06.2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Atualmente é professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes - Departamento de Jornalismo e Editoração

Fonte: Portal Vermelho

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Desfecho de crise na América do Sul expõe novo vexame de "Veja".

Por marcosomag


A capa da revista "Veja",trombeteando guerra na América do Sul foi espetacularmente desmentida pelos apertos de mão entre os Presidente da Colômbia,Equador e Venezuela;prática dos editores de colocar editorial acima dos fatos fez "Veja" dar vexame novamente,assim como fez no histórico "mico" com Ben Johnson.


Colocar a opinião do dono acima dos fatos quase sempre foi uma marca registrada do "jornalismo" praticado pela revista "Veja".Evidentemente, isso leva a distorções da realidade que tiram credibilidade da revista. Porém, esta não parece ser uma preocupação dos editores do semanário, que vivem pagando "mico" com suas inacreditáveis edições recheadas das mais desbaratadas fantasias.

A capa da edição desta semana, onde os Presidente do Equador, Venezuela e Nicarágua aparecem caracterizados com pit-bulls do inferno mostra, além de uma irresponsabilidade total, pois a manipulação de imagens em uma revista de grande tiragem pode mudar a opinião pública destruindo reputações (exatamente por isso, não fariam mais do que a obrigação os Chefes de Estado ridicularizados se mandassem os editores da revista aos Tribunais, exigindo vultosas indenizações pelo dano moral causado pelos impropérios gráficos dos quais foram vítimas), mostra como o delírio ideológico dos editores foi atropelado pelos fatos.

Enquanto "Veja" trombeteava a guerra na América do Sul, os Presidentes de Equador e Colômbia selavam a paz com um aperto de mão na reunião do "Grupo do Rio". "Veja" foi atropelada pelos fatos,pagando "mico" de sua tresloucada capa.

Porém, não foi a primeira vez que "Veja" pagou o preço de sua arrogância.

Quando dos Jogos Olímpicos de 1988, a grande expectativa era sobre o resultado dos 100 metros rasos masculino. Quem venceria? O canadense Ben Johnson ou o norte-americano Carl Lewis? Publicar a notícia, sua repercussão e conseqüências, bem informando o leitor não estava nos planos dos editores de "Veja". Eles, tentando ser "espertos", já tinham uma "reportagem" de Redação pronta para louvar a quem vencesse a prova, e adiaram a distribuição da publicação para segunda-feira (a final da prova foi em um domingo à noite, no horário brasileiro). Assim que Ben Johnson cruzou a linha de chegada como vencedor, eles simplesmente mandaram imprimir a foto da chegada triunfante do atleta canadense na capa e distribuir a revista. Só não contavam com o exame anti-doping!

Quando a revista chegou às bancas, já estava "velha". Ben Johnson tinha sido "flagrado" no anti-doping, sua medalha de ouro cassada e entregue ao segundo colocado, Carl Lewis. "Veja" pagou um dos maiores "micos" da História do jornalismo brasileiro, exatamente por menosprezar a notícia.

"Reportagens" de Redação, editorialização do noticiário e delírio ideológico levaram "Veja" a mais um vexame nesta semana. A publicação está no fundo do poço, e seus editores continuam cavando.

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O ABESTALHADO REINALDO AZEVEDO

O que leva um indivíduo a fazer, falar e escrever coisas tão contraditórias, tão iníquas, tão prejudiciais à raça humana? Alguns dirão que se trata de um idiota, um canalha, outros dirão que é apenas um imbecil, um néscio, um cafajeste. Ele só escreve o que o patrão manda, dirão outros, afinal ele escreve para Veja.

Mas sempre surge alguém para dizer: "o que seria do branco se todos gostassem do azul",ou "A unanimidade é uma burrice". Entendo, acho que deva ser assim, é democrático, as diferenças sempre abrem espaços para um bom debate. Mas gostar de merda, idolatrar bosta?

Esse sujeito chamado Reinaldo Azevedo não é um ser humano, não pode ser; se for, não deve estar com os seus neurônios funcionando harmonicamente.

Talvez seus neurônios só fiquem emparelhados quando dorme; acordado, um desce e outro sobe, dá no que dá. Essa seria uma explicação. Mas acho que ele quer mesmo é aparecer.

Poderia pendurar uma mortadela no pescoço, equilibrar uma melancia na cabeça e sair dizendo que é normal, assim faria menos mal às pessoas.

Por Jussara Seixas



"Vivam os EUA! Viva o Império! Abaixo a esquerdopatia brasileira
Ainda bem que temos os Estados Unidos!
Viva o Império!Viva George W. Bush!
Abaixo a esquerdopatia brasileira."
(Reinaldo Azevedo)



Por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil

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