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Álvaro Uribe:Um Livro que Mostra Quem é Este Capacho dos EUA


Por Guina

Esta dica encontrei no blog do Sid Dib :

Um livro lançado para que possamos compreender a biografia nada digna do presidente colombiano, Álvaro Uribe, um capacho de George Bush, teleguiado por Washington.

Nas páginas deste importante livro, a investigação de Joseph Contreras, correspondente da revista Newsweek, revela a trajetória carreirista de um indivíduo que se guiou pelo narcotráfico à presidência da Colômbia.

Para ter acesso ao livro (em castelhano), clique no link: http://www.resistir.info/colombia/biografia_auv.pdf (PDF, 1216kB).


Com certeza, após a leitura deste livro todos irão compreender um pouco o que está por trás de um governo baseado nas violações aos direitos humanos, subornos e serviço ao Império.

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Tribunal dos Povos condena governo Álvaro Uribe e multinacionais

A Audiência Final do Tribunal Permanente dos Povos, sessão Colômbia, terminou na última quarta-feira (23) com uma sentença que condena as violações dos direitos fundamentais por parte de 43 empresas de capitais estrangeiros e pelo governo de Álvaro Uribe. A sentença do Tribunal não possui efeitos vinculantes, ou seja, os Estados não estão obrigados a cumpri-la.


Entre as violações causadas pelas empresas, estão: violações do direito trabalhista, direitos civis, políticos, econômicos, culturais, sociais e ambientais dos cidadãos, e violação dos direitos coletivos dos povos originários.


O Tribunal repudiou os estados que permitem e facilitam esse tipo de violações por parte das empresas, como também o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial (BM) e a Organização Mundial do Comércio (OMC) por promover políticas neoliberais.


O governo colombiano foi condenado "por ação e omissão na realização de práticas genocidas em suas modalidades de massacres, lesão grave à integridade física e mental e submissão intencional a condições de existência que possam levar a destruição física total ou parcial" das pessoas.


Entre as corporações condenadas, se encontram Nestlé (Suiça); Coca Cola, Chiquita Brands, Drummond y Monsanto (Estados Unidos); a AngloGold Ashanti (República da África do Sul); British Petroleum (Reino Unido); e as espanholas Repsol YPF, Unión Fenosa, Endesa, Canal de Isabel II, Águas de Barcelona e Telefônica.


"A Colômbia parece apresentar-se como um verdadeiro laboratório político e institucional, onde os interesses dos atores econômicos nacionais e internacionais são plenamente defendidos por meio do abandono pelo Estado de duas funções e de seu dever constitucional de defesa da dignidade e da vida de uma grande parte da população", afirma a sentença.


Fonte: Agência Adital


Transcrito do Portal Vermelho

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As artimanhas de Bogotá e as deserções nas Farc

"Olá, guerrilheiros! Eu sou Ingrid Betancourt. Quero que vocês sejam livres, assim como eu fiquei", conclama num tom enérgico a ex-prisioneira. "Olá, guerrilheiros! Eu sou Ingrid Betancourt. Rendam-se! Vocês irão recuperar sua família, sua liberdade, sua honra", diz uma outra mensagem. Antes de deixar o seu país rumo à França, Ingrid Betancourt ainda encontrou tempo para gravar essas chamadas. Em breve, elas serão transmitidas pelos alto-falantes dos helicópteros militares que sobrevoam a selva, no sul do país.


Por Marie Delcas, do Le Monde



Para acabar com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o governo de Álvaro Uribe tenta por todos os meios incitar os combatentes à deserção. Os guerrilheiros que se entregarem às autoridades com armas, bagagens e informações - suscetíveis de ajudarem o exército - escaparão da prisão ou serão recompensados com importantes reduções de pena.


Informantes e delatores também são financeiramente recompensados. Os programas de reintegração que foram implantados deverão facilitar seu retorno à vida civil. "O problema é conseguir fazer com que esta informação seja difundida nos campos da guerrilha", explica William Duarte, do ministério da defesa.


Rádios locais e emissoras de televisão vêm repetindo incansavelmente as mensagens do exército colombiano, dentre as quais a mais importante é: "Guerrilheiro, a sua família, os seus amigos, o seu país estão à sua espera. Volte para casa". É uma voz feminina sedutora que fala.



Nas regiões onde a guerrilha está concentrada, os helicópteros arremessam milhares de panfletos. Alguns deles têm a forma de uma nota de dinheiro. Em outros, é a foto de uma garota estonteante e sensual que provoca o desertor potencial. Durante a Eurocopa de futebol, uma mensagem foi exibida num letreiro na telinha de televisão: "Guerrilheiro, se você tivesse desertado, poderia estar assistindo tranqüilamente a esta partida".


Segundo os números oficiais, mais de 9.000 guerrilheiros teriam desertado nos últimos seis anos, dos quais 1.500 no decorrer dos últimos seis meses. "A imensa maioria dentre eles é constituída por guerrilheiros de base, que foram alistados recentemente. É muito mais difícil convencer os comandantes", comenta Nicolas.


Um dos responsáveis da campanha admite que esta comporta certas limitações: "Os guerrilheiros têm raramente a oportunidade para assistir à televisão, mas as mensagens também possuem um valor dissuasivo. Aquela foi uma maneira de dizer a todos os jovens deste país: se você pegar em armas, acabou o futebol. . ."

Fonte: Vermelho

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Ex-marido de Ingrid Betancourt diz que Brasil foi decisivo na libertação

Fabrice Delloye elogia Lula por ter pressionado Uribe por negociação

Andrei Netto, PARIS

O Brasil teve um papel ativo na libertação da ex-senadora franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) nos últimos seis anos.

Essa ação se deu por meio de pressões diplomáticas sobre o governo da Colômbia para que reabrisse as negociações com os revolucionários e não ordenasse tentativas de resgate dos reféns por meio da força militar.

As garantias foram feitas ontem ao Estado pelo diplomata francês e ex-marido de Ingrid, Fabrice Delloye, coordenador em Paris da campanha pela libertação dos reféns.






Leia mais em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080707/not_imp201655,0.php

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Ditador Alvaro Uribe Tenta Desestabilizar a Colômbia

Uribe pede ao Congresso antecipação da eleição presidencial


"Convocarei o Congresso da República para que tramite com a maior celeridade um projeto de lei de referendo, que chame o povo a ordenar a imediata repetição das eleições presidenciais de 2006", disse Uribe em discurso transmitido por rádio e televisão.


O presidente fez o anúncio depois que a Suprema Corte de Justiça pediu a revisão da legalidade da reforma constitucional que permitiu a Uribe ser reeleito para um segundo mandato.


A Corte fez o pedido com base na condenação de uma ex-congressista que confessou ter recebido suborno do governo para votar a favor da mudança na lei.


Uribe acusou a Suprema Corte de Justiça de pressionar seu governo, de aplicar uma justiça seletiva e de usurpar competências por meio de suas decisões.


Reações


O partido Liberal, de oposição, acusou o presidente de tentar "provocar uma crise institucional". "É muito preocupante o que está acontecendo. O anúncio é bastante grave, é uma atitude desafiadora do presidente em relação à Justiça. O governo está atuando de cabeça quente e tenta provocar uma crise institucional", disse Cecilia López, porta-voz do partido Liberal no Senado.


Para Carlos Gaviria, segundo colocado nas eleições de 2006, que reelegeram Uribe no primeiro turno, a proposta do presidente é uma "monstruosidade", mostra que é "incapaz de governar em um estado de direito" e "utiliza o povo como um ditador utilizaria o exército ou a polícia".


Rafael Pardo, pré-candidato presidencial do Partido Liberal, afirmou que uma sentença judicial não pode decidir por um referendo e que a proposta de Uribe "é um exagero" que pode levar à "desestabilização do país".

Fonte: Portal Vermelho

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Desfecho de crise na América do Sul expõe novo vexame de "Veja".

Por marcosomag


A capa da revista "Veja",trombeteando guerra na América do Sul foi espetacularmente desmentida pelos apertos de mão entre os Presidente da Colômbia,Equador e Venezuela;prática dos editores de colocar editorial acima dos fatos fez "Veja" dar vexame novamente,assim como fez no histórico "mico" com Ben Johnson.


Colocar a opinião do dono acima dos fatos quase sempre foi uma marca registrada do "jornalismo" praticado pela revista "Veja".Evidentemente, isso leva a distorções da realidade que tiram credibilidade da revista. Porém, esta não parece ser uma preocupação dos editores do semanário, que vivem pagando "mico" com suas inacreditáveis edições recheadas das mais desbaratadas fantasias.

A capa da edição desta semana, onde os Presidente do Equador, Venezuela e Nicarágua aparecem caracterizados com pit-bulls do inferno mostra, além de uma irresponsabilidade total, pois a manipulação de imagens em uma revista de grande tiragem pode mudar a opinião pública destruindo reputações (exatamente por isso, não fariam mais do que a obrigação os Chefes de Estado ridicularizados se mandassem os editores da revista aos Tribunais, exigindo vultosas indenizações pelo dano moral causado pelos impropérios gráficos dos quais foram vítimas), mostra como o delírio ideológico dos editores foi atropelado pelos fatos.

Enquanto "Veja" trombeteava a guerra na América do Sul, os Presidentes de Equador e Colômbia selavam a paz com um aperto de mão na reunião do "Grupo do Rio". "Veja" foi atropelada pelos fatos,pagando "mico" de sua tresloucada capa.

Porém, não foi a primeira vez que "Veja" pagou o preço de sua arrogância.

Quando dos Jogos Olímpicos de 1988, a grande expectativa era sobre o resultado dos 100 metros rasos masculino. Quem venceria? O canadense Ben Johnson ou o norte-americano Carl Lewis? Publicar a notícia, sua repercussão e conseqüências, bem informando o leitor não estava nos planos dos editores de "Veja". Eles, tentando ser "espertos", já tinham uma "reportagem" de Redação pronta para louvar a quem vencesse a prova, e adiaram a distribuição da publicação para segunda-feira (a final da prova foi em um domingo à noite, no horário brasileiro). Assim que Ben Johnson cruzou a linha de chegada como vencedor, eles simplesmente mandaram imprimir a foto da chegada triunfante do atleta canadense na capa e distribuir a revista. Só não contavam com o exame anti-doping!

Quando a revista chegou às bancas, já estava "velha". Ben Johnson tinha sido "flagrado" no anti-doping, sua medalha de ouro cassada e entregue ao segundo colocado, Carl Lewis. "Veja" pagou um dos maiores "micos" da História do jornalismo brasileiro, exatamente por menosprezar a notícia.

"Reportagens" de Redação, editorialização do noticiário e delírio ideológico levaram "Veja" a mais um vexame nesta semana. A publicação está no fundo do poço, e seus editores continuam cavando.

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