Mostrando postagens com marcador Privatização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Privatização. Mostrar todas as postagens

Revista do Brasil - Segredos do Caribe

As evidências de que o dinheiro que arrematou estatais leiloadas pelo governo FHC enriqueceu também gente muito próxima do núcleo tucano transformam um livro em best-seller e a mídia em avestruz – e sugerem uma nova agenda política para o novo ano

Por: Anselmo Massad, Rede Brasil Atual

No final dos anos 1990, Aloysio Biondi, aos 40 anos de profissão, era respeitado no meio jornalístico por não paparicar fontes nem políticos. Costumava guardar recortes de jornais, consultar documentos públicos de bancos, empresas, diários oficiais, fuçar balanços, fazer contas. Crítico do processo de privatizações desencadeado pelo governo de então, as portas começaram a se fechar. Suas colunas na Folha de S. Paulo foram reduzidas, e seu cachê, idem. Seus textos foram parar no extinto Diário Popular e em veículos da imprensa sindical. Antes de morrer, em julho de 2000, deixou o livro "O Brasil Privatizado". “O balanço geral mostra que o Brasil ‘torrou’ suas estatais, e não houve redução alguma na dívida interna”, escreveu.

Esse legado investigativo foi fonte de inspiração do jornalista mineiro Amaury Ribeiro Jr., como ele credita nas primeiras páginas de "A Privataria Tucana", lançado em dezembro. Graças à internet, o livro sobre mazelas políticas do país virou campeão de vendas no fim do ano – e promete ser determinante para a história de 2012.

Recheado de documentos públicos e obtidos em processos judiciais, a reportagem atira para diferentes lados. E pode ter ferido de morte expoentes do PSDB, envolvidos no processo de privatização durante a década de 1990.

Que a venda de estatais foi pautada por convicções ideológicas e interesses do mercado, até os beneficiados por elas admitem. A falta de transparência, a confusão entre interesses públicos e privados e as suspeitas de irregularidades permearam o processo. Reportagens publicadas no período ofereciam farto material – em fontes oficiais, escutas telefônicas e documentos de contas em paraísos fiscais.

A mesma velha mídia que fechara portas a Biondi reagiu com silêncio sepulcral. “Quando peguei a Veja da semana e vi que não tinha nada sobre o livro (risos)... Percebi que demos um nocaute na grande imprensa, na blindagem que têm os tucanos”, disse Amaury Ribeiro Jr., em debate realizado no auditório do Sindicato dos Bancários de São Paulo, que Biondi também frequentou. O livro só foi mencionado em páginas de jornal e de revista quando apareceu entre os mais vendidos.

A investigação de Ribeiro Jr. começou em 2001, quando, recém-transferido para O Estado de Minas, em Belo Horizonte, foi encarregado de acumular material contra José Serra. A encomenda era proteger Aécio Neves, então e atual presidenciável tucano.

E o caso viria à tona em 2010, quando o jornalista foi apontado como membro de uma suposta “central de inteligência” da campanha petista pela eleição de Dilma Rousseff à Presidência da República. Ele acredita ter sido vítima de uma armação para incriminá-lo, na tentativa de criar uma “vacina” contra uma eventual publicação do livro durante o processo eleitoral.

O jornalista revela documentos que indicam pagamento de Carlos Jereissati – do grupo La Fonte, que venceu o leilão para a compra da Telemar em 1998 – a Ricardo Sérgio de Oliveira.

O ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil e tesoureiro de campanhas eleitorais de FHC e de Serra é apresentado como “artesão” dos consórcios de privatização – trabalho para o qual teria sido remunerado “extraoficialmente”. Documentar esse papel é, na visão do próprio Ribeiro Jr., uma das novidades do livro.

O ex-governador paulista é outro dos personagens centrais, tanto por iniciativas de contratar empresas de espionagem com dinheiro público no Ministério da Saúde e no Palácio do Planalto como por ter familiares envolvidos em operações de lavagem de dinheiro. A filha Verônica, o genro Alexandre Bourgeois e o primo de sua mulher Gregório Marin Preciado são os acusados.

Outros personagens carimbados das privatizações também aparecem, e vão além da figuração. Daniel Dantas, dono do banco Opportunity e protagonista dos malfeitos investigados pela Operação Satiagraha, da Polícia Federal, em 2008, é um deles.

São descritas operações ilegais para trazer ao país dinheiro guardado no exterior. Há curiosas revelações relacionadas à sociedade entre a irmã do banqueiro, Verônica Dantas, e a xará Verônica Serra. A parceria na Decidir.com estabelece um elo umbilical entre uma figura cercada de suspeitas e o núcleo familiar do cacique tucano.


Modus operandi

Boa parte das operações descritas pelo autor segue caminho semelhante. Por meio de doleiros, recursos de provável desvio de verbas ou pagamento de propinas é remetido ao exterior. Isso aconteceu em profusão por meio do Banestado, banco estadual paranaense, liquidado em 2000 pelo Banco Central. A lavanderia operada nos quatro últimos anos de existência da instituição incluía passagem pelos Estados Unidos para, depois, aportar nas Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe, e outros paraísos fiscais.

Na hora de trazer o recurso de volta, a chamada internalização, simula-se um investimento direto de empresa estrangeira em um empreendimento nacional. Por isso, a transação pouco comove o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda, que fiscaliza essas movimentações.

Mas a farsa cai diante da revelação de que as operações nas quais os mencionados no livro se envolveram eram promovidas com a assinatura da mesma pessoa tanto na saída dos recursos do paraíso fiscal como na entrada, no Brasil. Em outras palavras, o que parecia ser o país atraindo dinheiro de estrangeiros era, de fato, uma forma de esconder a origem do dinheiro e sonegar impostos.

Mais que a necessidade de se investigar e responsabilizar pública e penalmente os artífices de eventuais ilegalidades da privataria, o livro provoca uma discussão: a do combate à permissividade da legislação brasileira com transações financeiras via offshore. O nome desse tipo de empresa instalada em paraísos fiscais tem origem, não por acaso, no termo em inglês usado para designar ilhas usadas por piratas do século 18 para guardar tesouros.

O fato é que não há motivos para um investimento com dinheiro limpo precisar passar por paraísos fiscais. Esses locais, por não exigirem comprovação de origem nem detalhamento da identidade do depositante, servem amplamente a quem precisa esconder verbas públicas desviadas, manobras de sonegação de impostos ou rendimentos do crime organizado.

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

O mal que a privataria tucana fez ao país, ao emprego e às nossas vidas

Ganhei dois livros do meu filhote Adriano no dia 31 de dezembro/11: "A Privataria Tucana" e "A vida quer é coragem". No primeiro, um pedacinho da dedicatória: "Quem diria que algum dia o grande esquema de venda da nossa soberania seria desnudada? Que este livro possa lhe causar espanto, mas também satisfação em saber que o tucanato não sairá incólume. Beijos, mãe".

Foi como leitora que viveu aqueles anos terríveis que devorei o livro. No final dos ano 1990 eu estava na presidência do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá (desde dezembro 2010 o Amapá tem seu próprio sindicato de bancários). Com minhas companheiras e companheiros, vivi na pele, na resistência e na luta o processo de privatização do país, nesse período das trevas em que FHC presidia o país e Serra era o ministro dele. Quem foi sindicalista nesse período, sabe bem do tamanho de resistência a que me refiro, com todos os canais de diálogo fechados, o emprego e sonhos dilacerados e o mundo desabando sobre nossas cabeças. Era resistir e resistir.

No Sindicato, recebíamos a enxurrada de trabalhadores demitidos do dia pra noite e o exército formado pela cruel novidade tucana chamada de  PDV's - Programas de Demissão Voluntárias -, em que as pessoas eram intimiadas a sair da empresa, com algum dinheiro no bolso e a promessa de um mundo empreendedor mágico. Vimos os suicídios decorrentes desses PDV's e choramos vendo o desespero de famílias inteiras de repente sem emprego, sem trabalho, sem renda e sem qualquer perspectiva.

Em todo o canto do país, empresas públicas vendidas a qualquer preço, fila do desemprego crescendo num ritmo alucinante, a invenção do reajuste zero e instalação de uma política de abono salarial que ia embora sem deixar nada no FGTS, no plano de saúde.

No salário-mínimo, a devastação tucana também deixou sua marca: reajustes tão mínimos no salário  e nas aposentadorias que fez meu pai detestar FHC pelo resto da vida dele. Só pra ter uma ideia, de 1996 pra 1997, o mínimo subiu apenas R$ 8,00 (cresceu de R$112,00 pra R$ 120,00).

Ler "A Privataria Tucana" é indispensável pra conhecer esse período de trevas e o imenso mal que causou às famílias, ao país, à soberania, à autoestima e às nossas vidas. E não adianta a Veja aprontar pois o livro do Amaury Ribeiro Jr já é um tremendo sucesso de venda. Não deixem de lê-lo.

Fico feliz em ter investido parte substantiva da minha vida em um projeto que faz contraponto a esse projeto tucano que quer liquidar nossos sonhos e nossas vidas. Votei em Lula, Dilma e continuo acreditando e construindo a mudança junto com o PT.

Criticamente, claro, porque incondicional só amor de mãe.


Fonte: Vera Paoloni

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Verônica Serra:Explicações Que Não Explicam

A filha do senhor José Serra divulgou, 20 dias depois do lançamento de “A Privataria Tucana”, uma nota onde, mesmo não anunciando que vá processar Amaury Ribeiro Jr, diz-se vítima de “insinuações e acusações totalmente falsas”  e apresenta uma série de uma “explicações”.

Vários blogs já apontaram que não é verdadeira a afirmação de Verônica Serra ao dizer que “nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas”, porque  está, sim, indiciada pelo caso da quebra de sigilo bancário praticada pela sua empresa Decidir.com, da qual era vice-presidente. Nesta ação, são réus o jornalista da Folha que publicou os dados e James Rubio Jr. , presidente da Decidir.com. O processo (0000370-36.2003.4.03.6181) está em curso na 3ª Vara Criminal Federal.

D. Verônica, claro, como toda pessoa, conta a seu favor com a presunção da inocência.

Mas comparemos o que ela diz aos fatos. Primeiro, a dama:

2. No período entre setembro de 1998 e março de 2001, trabalhei em um fundo chamado IRR (International Real Returns) e atuava como sua representante no Brasil. Minha atuação no IRR restringia-se à de representante do Fundo em seus investimentos. Em nenhum momento fui sua sócia ou acionista. Há provas.
3. Esse fundo, de forma absolutamente regular e dentro de seu escopo de atuação, realizou um investimento na empresa de tecnologia Decidir. Como consequência desse investimento, o IRR passou a deter uma participação minoritária na empresa.
4. A Decidir era uma empresa “ponto.com”, provedora de três serviços: (I) checagem de crédito; (II) verificação de identidade e (III) processamento de assinaturas eletrônicas. A empresa foi fundada na Argentina, tinha sede em Buenos Aires, onde, aliás, se encontrava sua área de desenvolvimento e tecnologia. No fim da década de 90, passou a operar no Brasil, no Chile e no México, criando também uma subsidiária em Miami, com a intenção de operar no mercado norte-americano.
5. Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão. Ao contrário do que afirmam detratores levianos, sem provar nada, a Decidir não era uma empresa de fachada para operar negócios escusos. Todas e quaisquer transações relacionadas aos aportes de investimento eram registradas nos órgãos competentes.
Bem, por partes:

Primeiro, a International Real Returns não era uma empresa registrada no Brasil. Embora tenha sido apresentada, em 2001, na reportagem sobre seu casamento publicada pela Istoé como “sócia-presidente dos investimentos latino-americanos da International Real Returns (IRR), empresa de administração de ativos com US$ 600 milhões de capital europeu” a empresa não aparece como cotista de nenhuma outra nos arquivos da Junta Comercial de São Paulo.

A Decidir.Com brasileira não existia. Foi criada um mês antes da chegada de Verônica Serra  pelo advogado José Camargo Óbice, em seu escritório da Rua da Consolação e com capital de apenas R$100 e o nome de Belleville Participações S/A. Vinte dias depois é que virou Decidir Brasil S/A e, em mais 40 dias, elevou seu capital para R$ 5 milhões, ou  R$ 13 milhões, hoje, com a correção do IGP-M.

“Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão”, afirma D. Verônica. Deve ser mesmo, porque logo depois de sua saída, em março do ano seguinte, dobrou o seu capital social, embora o lucro no ano anterior, 2000, tenha sido zero, conforme está registrado no Diário Oficial, na ata da assembleia realizada em julho que aprovaa não distribuição de dividendos obrigatórios aos acionistas referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2000, tendo-se em vista a inexistência de lucros apurados no período, conforme as demonstrações financeiras da Sociedade”.

A CPI vai ajudar D. Veronica a mostrar como tudo é um negócio simples, claro, onde o dinheiro não aparece do nada e desaparece para o nada.
Criada 20 dias antes por um escritório de advocacia, a Decidir.Com foi assumida por Veronica Serra: "Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão." E deu zero de lucro?



Fonte: Tijolaço

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Privataria Tucana:Provas Não Faltam.Falta é Vergonha na Cara!

Com o intuito de defender os tucanos denunciados pelo livro A Privataria Tucana,  Merval Pereira e Carlos Alberto Sardenberg, em aúdio divulgado na rádio CBN, tentavam em vão, desqualificar o livro-bomba que deixou o Brasil perplexo.

É fato que a dupla acima faz parte da mídia aliada ao PSDB, portanto estão fazendo o papel deles em defender José Serra, FHC, Ricardo Sérgio, Preciado e cia. Mas foi ridícula e risível as desculpas esfarrapadas dadas por ambos no referido áudio.

Na maior cara de pau insistiam sempre: “Cadê a prova de que José Serra e outros integrantes do governo FHC receberam ou estão envolvidos com as propinas das privatizações? O que se tem são denúncias de um livro, onde o autor Amaury Ribeiro Jr. não consegue provar nada contra os acusados”.

Ora bolas: a justiça que diga se José Serra e cia. obtiveram vantagens ilícitas com as privatizações. Isso é problema da justiça! O que interessa ao verdadeiro jornalismo é o âmbito político, pois é necessário saber se o homem público agiu ou não de acordo as leis, mas principalmente se agiu de acordo com o decoro e com a ética. 

É óbvio que José Serra, FHC e cia. possuem obrigação de esclarecer as graves acusações documentadas contra familiares, amigos e integrantes do governo denunciados no livro.

Provas? Ora, nenhum corrupto costuma deixar ato de ofício. Ao contrário: no geral, usa de habilidade o bastante para obter o que quer sem deixar pistas.

Voltemos ao livro A Privataria Tucana

Amaury Ribeiro Jr. diz ter material  para fazer um novo livro somente sobre as estripulias de José Serra no governo de São Paulo. Fala com tanta segurança, que deve possuir mesmo. Mas será pouco o que está escancarado no livro? Denúncias sobre empresas de fachadas no Brasil, negócios financeiros vultosos envolvendo grandes corporações financeiras, durante o processo das privatizações.

O jornalista, autor do livro, acusa o envolvimento e a conivência de parte dos meios de comunicação, crimes de corrupção ativa e passiva, favorecimento ilegal, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito, invasão de privacidade, vazamento de dados tributários, tudo associado ao desvio de dezenas de bilhões de dólares dos cofres públicos.

E aí aparecem Merval Pereira e Sardenberg com o blá blá blá: "Cadê a prova?”

Ora, se Amaury Ribeiro denuncia que José Serra, Verônica Serra, Ricardo Sérgio, doleiros, picaretas e cia. receberam dinheiro ilícito das privatizações ou estão envolvidos de alguma forma com ilegalidades em relação às mesmas, certamente não assinaram recibo. Nem naquela época nem em época alguma!
Por Fim

O PSDB publicou nota em apoio a José Serra. FHC também defendeu o mesmo e ainda teve a audácia de sair em defesa de Ricardo Sérgio... Em suma: o PSDB, partido que liquidou o patrimônio público com as nefastas privatizações, ainda acha pouco o que está escrito e documentado no livro do Amaury. E o Merval Pereira e a grande mídia em geral também concordam, pois “faltam provas”.

Na verdade, o livro A Privataria Tucana está recheado delas.

O que falta mesmo para essa gente é vergonha na cara!

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Privataria Tucana:FHC e a Infâmia

Acuados pelas graves denúncias documentadas no livro A Privataria Tucana, os tucanos estão totalmente perdidos e sem respostas convincentes para explicarem ao povo os desvios de dinheiro público cometidos no período negro das privatizações realizadas no (des)governo FHC.

Tentando em vão defender os companheiros José Serra, Ricardo Sérgio, Preciado (e também a si próprio, já que era o presidente), Fernando Henrique Cardoso, sem um mínimo de vergonha na cara, divulgou nota nesta quinta-feira (15) tentando apoiá-los.

Vejam um trecho interessante dito por FHC: "Por estas razões, quero deixar registrado meu protesto e minha solidariedade às vítimas da infâmia e pedir à direção do PSDB, seus líderes, militantes e simpatizantes que reajam com indignação. Chega de assassinatos morais de inocentes." (+ no Terra Magazine)

No início fiquei pasmado com tamanha cara de pau do FHC, mas depois analisando bem, até que concordei um pouco o mesmo. Afinal, ele acha que é infâmia, o conteúdo do livro A Privataria Tucana.

Segundo o dicionário Michaelis, dentre outras definições, infâmia significa:"Ação vergonhosa; Perda da fama ou do crédito;Vergonha, torpeza."

Está certo FHC, afinal é isso que vemos nas páginas de A Privataria Tucana: muita infâmia!

Muita gente praticando ações vergonhosas e que perderam totalmente o pouco crédito que possuíam: o próprio ex-presidente, que nomeou os infames José Serra, Ricardo Sérgio e outros companheiros de partido para fazerem partes de seu (des) governo; Verêonica Serra (a sócia de Verônica Dantas) e seu esposo, Preciado, doleiros, trambiqueiros e falsários diversos que fizeram parte deste assalto aos cofres públicos.

Está certo FHC: é tudo infâmia. Muita, por sinal...

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Privataria Tucana:Resposta a Álvaro Dias

O livro A Privataria Tucana, lançado na última sexta feira (09/12) está deixando os tucanos totalmente perdidos quando indagados para explicar o maior saque aos cofres públicos da história do Brasil.

Apesar de ainda não ter lido A Privataria Tucana, pois o meu exemplar só vai chegar em alguns dias, já deu para notar que os tucanos estão sem ter o que dizer em relação os gravíssimos fatos relatados e documentados pela obra de Amaury Ribeiro Jr.

E ao ver no Terra Magazine a explicação do "ilustre" senador Álvaro Dias, não me contive e resolvi dar uma pequena resposta ao mesmo sobre esse escândalo protagonizado pelo PSDB na era FHC.

Dois trechos que merecem uma rápida resposta a Álvaro Dias:

E o senhor acha que pelo fato de não ter sido denunciado no momento adequado não é pertinente que se investigue? É essa sua opinião?

...ficam buscando lá atrás fatos que eu, pessoalmente, teria dificuldade de apreciar, porque estamos distantes deles. Sem as condições adequadas para fazer uma avaliação.

Como essas denúncias repercutiram no PSDB?

...eu não vi nenhuma movimentação no PSDB em relação a elas. A primeira jornalista (referindo-se à Ana Cláudia Barros do Terra Magazine) que me indaga a respeito disso é você. Não houve qualquer interesse, e tem vários dias que isso está na internet, nas redes sociais, e ninguém se interessou pela matéria. Exatamente porque é café requentado. 


Guina responde:

Ora senador, os fatos relatados e documentados por Amaury Ribeiro Jr. não pertencem ao passado como o senhor, em vão, tenta justificar. Afinal, dois dos personagens principais, FHC e José Serra estão aí na ativa. Inclusive, principalmente em relação à Serra, com o risco de voltar a assumir o poder novamente aqui em São Paulo como prefeito ou governador.

O povo não pode correr o risco de tê-los novamente no poder, pois podem cometer novamente os atos relatados no livro e voltarem a saquear os cofres públicos do jeito que fizeram anteriormente.

Sobre a repercussão das denuncias dentro do PSDB, a resposta de Álvaro Dias é até óbvia: "eu não vi nenhuma movimentação no PSDB em relação a elas”.É claro que não haveria nenhuma movimentação não é Álvaro Dias! Falar o quê? Como que FHC, José Serra e cia. irão se explicar? Como encararão o povo brasileiro para explicar que venderam o patrimônio nacional e ratearam o dinheiro público entre os membros do governo, picaretas e até familiares?

Quanto ao interesse de divulgar A Privataria Tucana, o senhor se refere, com certeza a grande mídia? Dessa, melhor nem comentar, pois o povo já sabe quais "interesses" ela possui. Não ia mesmo dar destaque a essa safadeza cometida pelos parceiros do PSDB.

E para finalizar, senador, esse escândalo não é um "café requentado" não.

Apesar de todos saberem que o período das privatizações ocorridas no (des) governo FHC tinha causado danos irreparáveis aos cofres públicos e que vocês do PSDB são eternos vendilhões da pátria, não imaginávamos que o negócio era tão escandaloso. E o livro traz documentos e fartas provas da picarategem cometida pelo seu partido e que revela um escândalo muito maior do que se conhecia.

A verdade é que vocês do PSDB estão calados e escondidos. Estão cabisbaixos. O silêncio de vocês traduz a vergonha de todo o partido.

Não possuem respostas convincentes para o povo, pois não há como esconder este escândalo.

O senhor, senador, ao invés de ficar com esse blá blá blá, deveria também estar envergonhado e cobrar dos envolvidos pelo menos uma resposta ao povo.

Afinal, a corrupção foi gigante e os atores principais de A Privataria Tucana não podem ficar impunes, pois a nação foi saqueada por políticos corruptos e que ainda hoje rondam o poder.

E isso, senhor Álvaro Dias,  não pertence ao passado e muito menos é "café requentado".

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

A Privataria Tucana

Derrotado na disputa à Presidência da República, José Serra gastou boa parte da campanha eleitoral de 2010 resmungando contra “espiões” que estariam bisbilhotando a vida de sua filha Verônica e de ilustríssimas figuras de seu partido. Sua aliada, a mídia encarregou-se de reverberar seus protestos, turbinando-os com altos decibéis. A arapongagem teria raiz no “núcleo de inteligência” montado por petistas, cuja existência nunca foi provada. Serra sempre refutou, também com veemência, adotar práticas semelhantes às que supunha ver praticadas por seus adversários.

Mas as relações de Serra com o submundo da espionagem foram levantadas pelo próprio autor. Faltava, no entanto, prová-las. Este capítulo traz essa prova cabal, os documentos inéditos que comprovam definitivamente o que todo mundo sempre soube. Serra costuma recorrer ao submundo da espionagem para vasculhar a vida de seus adversários políticos.

A papelada cedida ao autor pelo jornalista Gilberto Nascimento evidencia que o então governador paulista contratou, sem licitação, por meio da Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), a empresa Fence Consultoria Empresarial. A Fence é propriedade do ex-agente do Serviço Nacional de Informações (SNI), o legendário coronel reformado do Exército Ênio Gomes Fontelle, 73 anos, conhecido na comunidade de informações como “Doutor Escuta”.

A empresa do “Doutor Escuta” foi contratada por R$ 858 mil por ano “mais extras emergenciais” — pagos pelo contribuinte — no dia 10 de julho de 2008. Vale lembrar que nessa época a vida particular do ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves estava sendo espreitada por arapongas no Rio de Janeiro, onde a Fence está sediada. Talvez isso explique por que a Prodesp tenha invocado “inelegibilidade” para contratar a empresa do araponga sem licitação.

Em outras palavras, a Prodesp afirma que o “Doutor Escuta” não tinha concorrentes à altura para realizar o serviço. Conforme o contrato, entre outros serviços, a Fence é responsável pela “detecção de incursões eletrônicas nas instalações da Prodesp ou em outras localizações de interesse da empresa”. Isto significa que a empresa tem como acessar os dados pessoais de funcionários públicos, de juízes e até de parlamentares por uma simples razão: a Prodesp é a responsável não só pela folha de pagamento, mas também por todos os serviços de informação do Estado. Ou seja, o contrato concede à firma do “Doutor Escuta” o direito de invadir esses dados na hora que bem entender. Até o fechamento deste livro (final de junho) o governador Geraldo Alckmin (PSDB) mantinha o contrato com a empresa de Fontelle.

E o que o delegado federal e ex-deputado, também federal, Marcelo Itagiba, tem a ver com isso? A resposta quem fornece é o próprio currículo do coronel. O “Doutor Escuta” jacta-se de haver integrado o seleto grupo de arapongas que Serra, quando era ministro da Saúde de FHC, montou na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Sob a batuta de Itagiba, além do coronel Fontelle, estavam ainda mais dois personagens destas páginas. Um deles, o ex-agente do SNI Fernando Luiz Barcellos, de alcunha “agente Jardim”. E… adivinhe quem mais! Sim, ele mesmo, o delegado Onézimo das Graças Sousa, aquele mesmo frequentador do restaurante Fritz, da confeitaria Praline e das páginas da Veja e dos jornalões em 2010.

O ninho de arapongas da Anvisa foi desativado pelo próprio Serra, o que aconteceu após a imprensa denunciar que a vida privada de servidores do Ministério da Saúde e de desafetos do então ministro — entre eles seu colega, o ministro da Educação, Paulo Renato de Souza, falecido em 2010 — estaria sendo esquadrinhada. Na época, o argumento de Serra para a arregimentação de arapongas foi o medo. Receava ser grampeado por representantes das indústrias de medicamentos, que teriam sido contrariados por medidas do governo.

Coincidentemente, o “Doutor Escuta” e os demais pássaros foram contratados em 2002, quando partidários do PFL (atual DEM) denunciaram a suposta vinculação de setores do governo do PSDB com os grampos fatais à candidatura pefelista à Presidência da República. Teriam levado a Polícia Federal a descobrir que a empresa Lunus, de propriedade da candidata Roseana Sarney e de seu marido Jorge Murad, guardava R$ 1,34 milhão em seu cofre. Suspeita-se que o dinheiro alimentaria a campanha do PFL, implodida ali mesmo pela apreensão.

O “Doutor Escuta” vem de longe. Foi no período do presidente João Baptista Figueiredo que ele se integrou à comunidade de informações. Entrou pelas mãos do ex-ministro-chefe do SNI, Octávio Medeiros. Seu rumo foi o Garra, braço armado das ações clandestinas e a arma mais letal do SNI durante a ditadura. Fontelles recebeu a tarefa de modernizar o arsenal tecnológico do órgão. Como seu próprio codinome esclarece, o “Doutor Escuta” comandou uma equipe de trabalho que desenvolveu aparelhos de escuta com tecnologia nacional que substituiram os importados.

Faziam parte do seleto grupo do Garra os coronéis Ary Pereira de Carvalho, o “Arizinho”; e Ary de Aguiar Freire, acusados de participar do complô que resultou no assassinato do jornalista Alexandre Von Baumgarten em outubro de 1982. Dois meses antes de morrer, o jornalista compôs um dossiê. No chamado Dossiê Baumbarten, os dois Arys são acusados de terem participado da reunião em que foi selada a morte do jornalista.

O sargento Marival Dias, do CIE (Centro de Informação do Exército), soube da morte do jornalista antes mesmo de seu desaparecimento ser anunciado. Disse ao autor que Baumgarten teria sido executado pelo “Doutor César”, codinome do coronel José Brant, também do Garra, a exemplo de Fontelles. Agente do CIE em Brasília, Dias teve acesso a um informe interno onde se afirmava que a morte se devia a Brant. Em uma operação do Garra para intimidar Baumgarten, o “Doutor César” teria se excedido e matado o jornalista. Isto o teria obrigado a eliminar duas testemunhas: a mulher de Baumgarten, Janete Hansen, e o barqueiro Manuel Valente. A reportagem publicada na revista IstoÉ nunca foi desmentida.

Aos seus clientes, o coronel Fontelles costuma dizer que sua empresa presta serviços de contraespionagem e não espionagem. Como veremos mais à frente, foi justamente esse trabalho, ou de contraespionagem, que acabou envolvendo o autor no episódio da suposta quebra de sigilo de Verônica Serra durante a campanha presidencial de 2010.

No Viomundo

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Serra e os Concursos Públicos

As privatizações e os concursos públicos são duas coisas que estão totalmente ligadas. Os que defendem as privatizações, como o candidato à presidência José Serra, não estão nem um pouco preocupados com as inúmeras pessoas que se preparam todos os anos para serem aprovados em algum concurso público em empresas como a Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal etc.

Além disso, existe também o fato de ocorrerem muitas demissões, pois a iniciativa privada, ao apoderar-se de tais empresas, são implacáveis quanto se trata de reduzir despesas às custas da diminuição do número de funcionários.

É muito bom lembrar que no governo de Fernando Henrique Cardoso, o qual José Serra fez parte houve 70 empresas estatais federais e 55 empresas estaduais privatizadas deixando um rastro de 97.561 servidores desempregados.

E na podemos esquecer que, além de ser favorável a volta das privatizações, o PSDB de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra em seus governos em São Paulo também foi responsável pelas privatizações de várias empresas como: Banespa (2000), Fepasa (1998), Eletropaulo (1998) e Comgás (1999), entre muitas outras empresas e também loteou as rodovias do estado deixando o povo pagando abusivas tarifas nos pedágios.

No livro “Os Porões da Privataria”, que será lançado em 2011, seu autor, o jornalista Amaury Ribeiro Jr faz revelações espantosas sobre a participação de José Serra no danoso processo de privatizações no governo FHC. O livro logo em sua introdução diz: “Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais”.

Para concluir, é importante lembrar que, ao contrário do PSDB de José Serra, o governo Lula e a candidata Dilma Rousseff, possuem uma visão totalmente contrária às privatizações, mantendo e aumentando assim as chances de todos os que sonham em ingressar na carreira pública via concursos públicos.

É preciso que todos se conscientizem sobre as inevitáveis privatizações da Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal etc numa possível eleição de José Serra. É uma decisão muito importante para quem é concurseiro ou aqueles que sonham com uma vaga via concurso público. Se José Serra é a favor da volta das privatizações como o mesmo afirmou recentemente, o preço de elegê-lo no próximo dia 03/10 será: demissões em massa ou perda de estabilidade para quem já trabalha nas empresas citadas e o conseqüente fim das milhares de vagas que surgem todos os anos através dos concursos públicos nessa empresas.

Esta é uma realidade. Vamos trabalhar no sentido de fazer com que todas as pessoas que se preparam todos os anos em vista de prestarem e serem aprovadas em algum destes concursos públicos, tomem consciência que, somente com a eleição de Dilma é que teremos a garantia que não haverá a volta das temíveis privatizações.

Por Guina

Leia mais sobre o assunto em:

PSDB Vai Acabar Com os Concursos Públicos?

José Serra e o Fim dos Concursos Públicos

*Enviem este post para todos os seus contatos. Com certeza, todos tem ao menos uma pessoa na familia ou amigo que, ou são funcionários públicos ou sonham em conseguir uma vga via concurso público em alguma empresa citada e que precisam estarem alertas sobre os risco do PSDB de José Sera privatizar tais empresas.

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Os sonhos estão mais vivos do que nunca

Por JOSÉ DIRCEU

O governo Lula, repito, recebeu uma herança maldita. Ainda são muitas as minas deixadas no caminho pela fatídica gestão anterior.

A MENTIRA é um recurso inesgotável na política, desde que seus autores tenham acesso aos meios de comunicação para disseminá-la como fato. O célebre mantra do propagandista-chefe do nazismo, Joseph Goebbels, segundo o qual uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade, continua a fazer escola.

Fiz a constatação ao ler o artigo com o título "Vão-se os sonhos, ficam os anéis", publicado neste espaço, no último dia 24, assinado por Eduardo Graeff, secretário-Geral da Presidência no governo tucano do presidente Fernando Henrique Cardoso. No artigo, Graeff recorre a trecho de reportagem a meu respeito publicada na revista "Piauí", na qual erroneamente é associada ao filho do presidente da República, Fábio Luiz da Silva, critica minha a um jornalista por conta do acompanhamento estapafúrdio que fazia sobre o governo em seu trabalho jornalístico.

Evidentemente, ao falar de reportagens erradas, com declarações atribuídas a mim e ao presidente sem que as tivéssemos prestado, eu não poderia estar me referindo a Fábio Luiz, que não é e nunca foi jornalista. Na reportagem, a revista registra um fato não ocorrido: uma reclamação minha ao presidente da República sobre negócios entre a empresa de seu filho, Gamecorp, e a Telemar. Desmenti isso à revista e em nota pública. O que fiz foi protestar, em diversos momentos, contra o tratamento leviano que vários meios de comunicação deram ao negócio absolutamente legal entre essas companhias, com o objetivo único de desgastar o chefe de Estado.

Mas Graeff, em seu artigo, não se contentou em lançar mão de informação desmentida por mim. Ao fazê-lo, inventou episódios que nem sequer estão presentes na reportagem, ressaltando que eu teria mencionado "uma conversa com Lula sobre os milhões investidos pela Telemar na firma de videogames do filho do presidente".

Essa mentira vulgar serve de escada para conclusão pré-fabricada pelo ex-secretário-geral da Presidência, de que trocamos, o presidente e eu, nossos compromissos de esquerda pelo "mundo dos negócios". Seu mote, para tanto, é o processo de aquisição da Brasil Telecom pela Telemar, que pode ser chancelado pelo governo nos próximos dias, especulando que tal decisão seria moeda de troca pela publicidade desta companhia na Gamecorp.

A hipocrisia tucana não conhece limites. Quer dizer que a intervenção do governo na reestruturação da economia e dos monopólios, quando ocorre, é por motivação escusa? O que se deve concluir, então, das privatizações feitas pela administração FHC? Devemos procurar nas contas de ex-ministros e antigos auxiliares os motivos para o governo tucano ter dilapidado patrimônio público, desorganizado o Estado e travado o desenvolvimento do país?

Bom assunto para a polícia, o Ministério Público e o Poder Judiciário. Além do mais, o crime de lesa-pátria, cometido pela coalizão PSDB-DEM ao vender empresas estatais na bacia das almas, é o mais hediondo de todos, porque atenta contra os direitos do povo e ameaça a soberania nacional. Em outras circunstâncias históricas, seria razão suficiente para os responsáveis por esses atentados contra os brasileiros estarem respondendo por suas malfeitorias na Justiça.

O governo Lula, repito, recebeu uma herança maldita. Faz parte desse inventário macabro a abertura descontrolada de nossa economia e do sistema de telecomunicação ao capital internacional, a quem os tucanos revelaram inédita submissão. Não está em pauta, evidentemente, a recuperação do controle estatal sobre companhias privatizadas, mas é obrigação do governo intervir para bloquear e reverter a desnacionalização de setores fundamentais da economia.

O desastre patrocinado pelo tucanato foi tão grave que, cinco anos após a posse inaugural do presidente Lula, ainda são muitas as minas deixadas no caminho pela fatídica gestão anterior. Esse é o pano de fundo que mobiliza a administração federal na discussão da compra da Brasil Telecom pela Telemar. No mais, como pode o senhor Graeff questionar meu direito de trabalhar para viver? Banido da vida institucional no curso da escalada patrocinada pelas forças conservadoras para derrubar o governo Lula, tenho que encontrar meu sustento profissionalmente.

Esta é minha obrigação como pai e cidadão. Porque não me afasto das trincheiras e compromissos de toda a minha vida, gente como Graeff talvez preferisse que até esse direito me fosse arrancado, obrigando-me a um novo exílio ou à clandestinidade.

Minhas contas foram devastadas pela Receita Federal: tenho como patrimônio a casa onde moro e somente sobrevivo se trabalhar, e muito. Ao contrário de tantos tucanos, os petistas não fazem, ao sair do governo, a impressionante mutação de professores e funcionários em banqueiros, financistas e plutocratas. Exatamente porque mantemos nossos compromissos históricos, nossa moral socialista e nossa missão no combate do povo brasileiro por sua libertação.

JOSÉ DIRCEU, 61, advogado, é ex-ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República. Teve seu mandato de deputado federal pelo PT-SP cassado em 2005.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1302200808.htm

O ex ministro Dirceu foi cassado sem provas, o seu algoz Roberto Jefferson, ontem ao ser questionado pelo juiz sobre a participação do ex ministro Dirceu, disse:Meretíssimo, ele era o chefe da Casa Civil, tudo relacionado a políticos, cargos, passava pelo seu crivo. Então?????. Foi essa a resposta dada para o juiz. Isso foi televisionado, o Brasil todo assistiu. Nas barras dos tribunais Jefferson não sustentou perante ao juiz que Dirceu fosse chefe de algum esquema, ele apenas supõe. Jefferson não tem prova cabal para sustentar as mentiras que disse nas suas denuncias em 2005.


Enviado por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Funcionários da CDHU denunciam manobras do governo Serra

Fonte: PTAlesp

Demissões, "Reestruturação": o que pensam os funcionários da CDHU?

A recente apuração de corrupção em um dos programas habitacionais da CDHU feita pelo Ministério Público e pela Polícia Civil através da Operação Pomar - somada a outros casos de irregularidades e corrupção envolvendo essa companhia nos últimos 12 anos de governos do mesmo partido e que são objeto de 102 processos do Ministério Público - tende a ser entendida pela população como principal motivo para o governo do Estado anunciar drásticas mudanças na CDHU.

A chamada "reestruturação da CDHU" envolve um pacote de mudanças que vai desde a demissão de 40 a 60% dos funcionários, começando pelos aposentados, passa pelo fechamento de 5 dos atuais 14 escritórios regionais e chega à intensificação da utilização de gerenciadoras, a serem contratadas para a execução de grande parte dos serviços hoje realizados pelo seu quadro funcional.

Anunciada com grande pompa e circunstância e tentando aparentar a intenção de promover uma "moralização e modernização", esta "reestruturação" não indica que exista algum projeto minimamente consistente, que permita substituir o instrumento de política habitacional que tem sido a CDHU nos últimos 40 anos.

Fica parecendo que, de fato, o que se pretende com a dispensa de funcionários, é abrir caminho para a contratação de empresas privadas, que não terão como executar serviços de qualidade superior e a um custo inferior ao do prestado por funcionários experientes e, na sua maioria, concursados.

Saiba mais em http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=732

Read More...
AddThis Social Bookmark Button