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Golpistas Sem Sáida: Economia Bate Recorde

O fato da expansão da economia brasileira no 1º semestre ter sido a maior em 14 anos, mostra que o Brasil está no rumo certo e muito bem administrado.

É mais um motivo de desespero para a Revista Veja, Globo, Estadão, Folha de São Paulo e cia.

É por essas e outras que só resta a José Serra expor a própria família para tentar levar a eleição para o segundo turno.

Não há comparações:o governo Lula é extremamente competente e somente Dilma possui condições de manter o desenvolvimento do país aliado aos investimentos sociais iniciados pelo ex metalúrgico.

O vídeo abaixo merece ser visto por todos, pois se trata do momento em que a crise mundial começou a devastar a economia de muitos países.

Na época, o presidente Lula afirmou que "lá (nos EUA), ela ( a crise mundial) é um tsunami; aqui, se ela chegar, vai chegar uma marolinha que não dá nem para esquiar."

Com este ótimo momento que a economia brasileira vive, é necessário relembrarmos o que o presidente afirmou, as medidas que tomou e comparar com o terror que a podre mídia e a falida oposição espalhava sobre a crise para obter ganhos eleitorais.

Este vídeo aliás, deveria ser usado na campanha da Dilma na TV para mostrar ao povo brasileiro quem é quem na política do país.

Pois enquanto Lula passava confiança a todos e tomava medidas para proteger a economia do país, a mídia, o PSDB e o DEM, tentava ridicularizar e tumultuar  as ações do governo contra a crise mundial.

Hoje, vemos com quem estava a verdade e quem possui de fato, realcompromisso com os rumos da nação.

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Economia:Vendas no Varejo Crescem 3,8% em Fevereiro

Se incluídos veículos e motos, partes e peças, e material de construção, alta ante mesmo mês de 2008 é de 1,6%


Fonte: Agência Estado


SÃO PAULO - O índice de vendas no varejo, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu 3,8% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2008. Em relação a janeiro deste ano, o crescimento foi de 1,5%. O resultado ficou dentro da previsão de analistas consultados pela Agência Estado.


O segmento de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que tem o maior peso (cerca de 30%) na pesquisa do IBGE, registrou aumento de 5,6% nas vendas em fevereiro ante igual mês do ano anterior, respondendo por mais de 70%, ou 2,8 ponto porcentual, da expansão das vendas totais do varejo no período (3,8%). Ante janeiro de 2009, as vendas do segmento cresceram 2,9%.

Segundo o técnico da coordenação de serviços e comércio do instituto, Reinaldo Pereira, as vendas dos supermercados continuam sendo beneficiadas pelo aumento da massa salarial e, ainda, pela queda nos preços de alguns produtos alimentícios.

Na comparação com janeiro, houve queda nas vendas em fevereiro, ante mês anterior, em tecidos, vestuário e calçados (-1,1%), móveis e eletrodomésticos (-1,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-9,1%).

Nesta mesma comparação, houve expansão em combustíveis e lubrificantes (2,7%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,9%), artigos farmacêuticos (1,9%), equipamentos de escritório e informática (4,0%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (4,3%, inclui lojas de departamento).

Na comparação com fevereiro do ano passado, os destaques de crescimento nas vendas ficaram com artigos farmacêuticos (12,0%), equipamentos de escritório e informática (11,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (10,5%).

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Banco do Brasil anuncia corte agressivo na taxa de juros

O novo presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, afirmou que o banco irá reduzir as suas taxas de juros e o "spread" bancário de forma agressiva, mas dentro dos padrões de qualidade na análise do crédito. Bendine assume o cargo oficialmente no próximo dia 23, em substituição a Antonio Francisco de Lima Neto.

"Spread" é a diferença entre o custo de captação do dinheiro e a taxa cobrada nos empréstimos aos clientes. As altas taxas no Brasil têm sido alvo de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem pressionado as diretorias do BB e da Caixa Econômica Federal desde o ano passado para reduzir seus números.


Leia mais aqui no site do PT 

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Palocci no Debate do PT Sobre a Crise em São Paulo


SÃO PAULO - O protagonista do debate "SP: Alternativas para o enfrentamento da crise", que será promovido pelo PT paulista no dia 17 deste mês, será novamente o deputado federal e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci (PT-SP). Esta será a terceira vez que Palocci, apontado como candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sucessão ao governo de São Paulo, discutirá os efeitos da crise financeira internacional na economia paulista.Na última segunda-feira, Palocci participou do debate "O Brasil diante da crise mundial", realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo. O ex-ministro da Fazenda é apontado como virtual candidato do PT à sucessão de José Serra (PSDB) no Palácio dos Bandeirantes

e tem voltado a ganhar os holofotes da legenda, após o período de discrição que se seguiu ao escândalo da quebra de sigilo do caseiro Francenildo dos Santos Costa, que lhe custou o cargo e rendeu um processo no Supremo Tribunal Federal (STF).O debate que o PT realiza na semana que vem ocorrerá na sede do Sindicato dos Engenheiros. Alguns dos focos do evento são a construção de um "programa alternativo de enfrentamento" da crise econômica global e a elaboração de uma agenda política para o combate à crise. Além de Palocci, farão parte da discussão o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, e o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). também estarão presentes os presidentes estaduais do PT, Edinho Silva, do PCdoB, Nádia Campeão, Elizeu Gabriel, membro da Executiva estadual do PSB, e o senador Marcelo Crivella (PRB).

Da Agência Estado - Transcrito de Por Um Novo Brasil

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Não Haverá Recessão no Brasil

As vendas no comércio reagem em janeiro. Apesar da queda se comparada com a primeira quinzena de fevereiro de 2008, a balança comercial na primeira quinzena deste mês cresceu em relação ao mês passado.

Já se pode estimar que faremos um superávit comercial de pelo menos US$ 14 bilhões e que a economia crescerá. Não haverá recessão, mas nada de baixar a guarda. A luta é para crescer mais que o 1,5% / 1,8% das previsões, e chegar aos 3%, o que é perfeitamente possível.

Para tanto dependemos, entre outras medidas, além da redução dos juros (leia nota abaixo) - mesmo que de forma paulatina, mas desde que seja contínua - que o governo continue firme na decisão de apoiar e sustentar a expansão da construção civil viabilizando um programa de 500 mil casas populares, o que parece certo. Há outro meio milhão programado para ser construído em 2010.

Este ambicioso programa habitacional está confirmado até pela decisão do presidente Lula, que autorizou o Banco do Brasil (BB) a financiar casas populares, numa complementaridade ao trabalho da Caixa Econômica Federal (CEF).


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Governo Lula e Centrais Contra o Desemprego

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou os presidentes das principais centrais sindicais para uma reunião no Palácio do Planalto, na próxima segunda-feira (19), às 17 horas. O objetivo da reunião será debater os efeitos da crise econômica e discutir medidas de combate ao desemprego.

Segundo Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), o convite para a reunião foi transmitido aos presidentes das centrais na tarde desta quinta-feira (15) pelo ministro Luiz Dulci, chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil.

O convite de Lula aos sindicalistas ocorre após as centrais anunciaram um Pacto da Ação Sindical para enfrentar os efeitos da crise econômica e após o vazamento de informações do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) que apontam um alto número de demissões no mês de dezembro de 2008 — 600 mil dispensas. O número ultrapassa a média de 300 mil a 400 mil na série histórica do mês.

Lula teria ainda determinado aos ministros do Trabalho, Carlos Lupi, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que elaborassem relatório sobre quais setores estão demitindo mais no país e as causas.

"A crise é motivo de preocupação, mas não pode ser motivo de nenhuma precipitação nem do governo e muito menos dos empresários", disse Lula nesta quinta-feira (15), em Ladário (MS), ao ser questionado sobre decisão das centrais sindicais.

Entre as medidas tomadas pelo governo para minimizar os impactos da crise, o presidente anunciou, ainda, a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para estimular a venda de carros e a compra de parte do Banco Votorantim, detentor da maior carteira de carros usados do país, pelo Banco do Brasil.

O presidente reiterou que anunciará outras medidas, ainda neste mês, para estimular o consumo e o crescimento da economia. Na reunião com os sindicalistas, Lula deverá ouvir dois representantes de cada central.

Fonte: Portal CTB  - Vermelho

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Crise Mundial:Ganância e Falsidade da Elite

A crise financeira mundial, deflagrada pelos EUA, é uma triste realidade. Os EUA fazem a cagada, agem com irresponsabilidade financeira, ganância, e o mundo todo sifu. O Brasil vai sentir pouco os efeitos da crise, menos que a Europa, Ásia, EUA, onde ela chegou como um tsunami.

Aqui, como diz o presidente Lula. Ela chega como uma marola. O Brasil se preparou para a crise: acumulou reservas, livrou-se do FMI, fortaleceu o mercado interno e, principalmente, buscou e encontrou outros mercados internacionais para comprar e vender, não ficou dependente dos EUA.

No governo Lula, de 2002 até 2008, a economia bombou, a geração de emprego foi recorde, a exportação foi recorde, a produção de grãos foi recorde, a produção industrial foi recorde, a produção e a venda de carros, ônibus, caminhões, foram recordes, bem como a produção e venda de maquinas agrícolas. As metas da inflação foram mantidas, o ganho real dos salários foi mantido, o poder de compra do trabalhador deu um salto recorde.

Agora, invocando uma crise mundial que não atingiu o Brasil como um tsunami – e tudo indica que o Brasil não será atingindo –, tem muita gente querendo tirar um maligno proveito da situação. São os espertos de sempre, aterrorizando os trabalhadores com o papo de flexibilização das leis trabalhistas para evitar demissões. Os malditos receberam dinheiro do governo para equilibrar as contas e evitar demissões, mas mesmo assim demitiram funcionários – caso da GM, que nos anos anteriores teve recorde de produção e vendas, teve um lucro fantástico.

Ontem ouvi o presidente da FIESP, Paulo Skaf, dizer que o governo precisa fazer mais para evitar o desemprego. Recitou a mesma ladainha de sempre, a mesma ladainha enjoada que gemia mesmo quando a economia do país estava bombando como nunca antes: taxa Selic mais baixa, redução da carga tributária, flexibilização das leis trabalhista. A propostas dos espertos é sempre a mesma: derrubar os direitos conquistados pelo trabalhador para que os lucros deles aumentem e a classe trabalhadora se enfraqueça; reduzir a carga tributária para enfraquecer o governo, para que o governo não tenha como investir nos programas sociais que beneficiam os mais pobres do país. Essa elite não quer nem ouvir falar em redistribuição de renda.

Depois de ter visto e ouvido tantas mentiras, tantas manobras e invencionices dessa elite para tentar derrubar o melhor presidente que o Brasil já teve, eu fico pensando se essas demissões não seriam propositais – demissões políticas, para evitar que o presidente Lula faça seu sucessor em 2010.

Depois que os EUA invadiram o Iraque, deflagrando uma guerra que já matou dezenas de milhares de pessoas com base em uma mentira, de que Saddam representava um perigo mundial, de que tinha armas de destruição em massa, e uma parcela do mundo acreditou, eu não duvido de mais nada. A ganância pelo poder dessa elite, que se acha raça superior, é capaz de extremos de crueldade inimagináveis.

A elite de SP, dirigida por Serra, o Paulinho da Força Sindical – mais cagado que pau de galinheiro –, a FIESP e FECOMERCIO, ligado ao Afiff Domingos do DEM, firmaram acordos e vão dar o golpe no trabalhador. Redução de jornada e de salários é o principal ponto de discussão. Patrões e empregados pretendem negociar também a suspensão do contrato de trabalho (permitida hoje por cinco meses), férias coletivas e banco de horas. Na quinta-feira da semana que vem, o texto do acordo será apresentado como sugestão para que empresas e sindicatos das bases firmem os entendimentos por categoria.Entendem agora por que a elite e os donos da mídia querem tanto eleger Serra presidente? Para acabar com o direitos trabalhistas e aumentar seus lucros, ora.

Gostei da atitude do ministro Carlos Lupi, vai sugerir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que os bancos oficiais passem a exigir a manutenção de empregos como uma das condições para a liberação de crédito às empresas. Ele criticou duramente setores que receberam benefícios fiscais, como as montadoras de veículos, e mesmo assim estão demitindo.

O governo está dando isenções vultosas de impostos e abrindo mão de investimentos para salvar algumas empresas, então não é justo que elas continuem demitindo - disse Lupi. Não é uma atitude inteligente do empresário, que obteve altos lucros nos últimos anos, não distribuiu esses lucros ao trabalhador, e agora penaliza o trabalhador - prosseguiu o ministro.

Depois de receber sugestões da União Geral dos Trabalhadores (UGT) para garantia do emprego nesses tempos de crise mundial, o ministro do Trabalho afirmou que a punição para alguns setores que receberam a ajuda oficial "é não dar mais crédito, porque não pode o governo colocar dinheiro do contribuinte para ajudar determinadas empresas, e elas continuarem com as demissões".

Por Jussara Seixas - Fonte: Desabafo País

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A SANTA CRISE DOS EUA

Estamos na Semana Santa, conforme o calendário da Igreja Católica. A Semana Santa é uma data muito importante para os católicos, que relembram todo o calvário por que passou Cristo, até ser crucificado na cruz.

No Domingo de Páscoa celebra-se a ressurreição de Cristo. É uma semana com forte apelo para refletir e analisar os acontecimentos no mundo. Não acredito que os acontecimentos, bons e ruins, sejam meros acasos.

Acredito que toda ação tem uma conseqüência, boa ou ruim. Acredito às vezes na justiça dos homens, mas tenho sempre certeza de que a justiça divina é incorruptível, implacável e infalível. Os EUA estão amargando uma crise financeira que já está sendo comparada com a de 1929, que promoveu em todo o mundo desemprego, pobreza,miséria, falências, desespero. Os EUA somente se recuperaram após a IIGrande Guerra (ou graças a ela?).

Os EUA estão usando o dinheiro dos contribuintes norte-americanos há quase dois séculos para promover guerras, inclusive uma Guerra Civil intestina. Agora, a guerra contra o Iraque já dura cinco anos. Foi também o dinheiro dos contribuintes norte-americanos que financiou ditaduras na AL: no Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Panamá, Paraguai, Guatemala, Nicarágua, Colômbia e Cuba.

Qual foi o custo financeiro disso? Trilhões, quatrilhões de dólares? Se esse dinheiro tivesse sido usado para construir ao invés de destruir, matar, será que os EUA estariam passando por essa crise financeira? Os EUA, no governo Bush, são os maiores contribuintes para o aquecimento global, não assinaram o Protocolo de Kyoto e não querem nem ouvir falar em contribuir para um mundo menos poluído e menos devastado. O dinheiro, o capital, a exploração da riqueza natural dos outros países é só o que importa.

O governo Bush, para justificar a guerra do Iraque, mentiu, inventou, enganou, pois o que ele queria era o petróleo dos iraquianos. Quando os EUA vão perceber, vão compreender que o mundo é habitado por pessoas cujos pensamentos, idéias, vontades, ideologias, são diferentes do capitalismo selvagem que eles pregam e impõem? Bush não vai responder pelos seus crimes na Corte Internacional de Haia. Deveria, mas não vai.

Já os EUA serão castigados pela ganância desmedida, pela vontade de possuir as riquezas que não lhes pertencem, pelas mortes e destruição do planeta. Talvez por sucessivas crises financeiras...


Por Jussara Seixas - POR UM NOVO BRASIL

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' The Guardian' Destaca Brasil como Ator Econômico de Peso no Mercado Global

Em um suplemento especial de 20 páginas publicado na última sexta-feira, o jornal britânico "The Guardian" faz um balanço do Brasil e afirma que o país, antes "mais conhecido pelo futebol, samba e sensualidade, se tornou um ator econômico de peso" no mercado internacional. No caderno intitulado "Terra de Contrastes", o jornal faz uma análise dos setores de economia, agricultura, energia, saúde e cultura, além de um perfil do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da cidade de São Paulo, que chama de "a cidade do futuro".

Segundo o Guardian , o Brasil rompe estereótipos e "parece ter entrado em uma nova fase de expansão sustentável que poderia, finalmente, destrancar o (seu) vasto potencial". Para deputados petistas, o novo quadro relatado pelo jornal britânico deve-se às políticas públicas implementadas desde 2003 pelo governo Lula.


O balanço do jornal britânico, na avaliação do líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PT-PE), é mais uma prova de que o Brasil está no caminho certo e tem uma política econômica promissora e sustentável. "Esse reconhecimento internacional ocorre também em todo o mundo. O Brasil possui relações comercias diversificadas, e isso assegura ao País uma política econômica sustentável e crescente", afirmou. A estratégia, segundo o líder, é continuar com as políticas sociais do governo para superar definitivamente a desigualdade social que ainda assola algumas regiões. Lembrou que a superação do fosso social existente é uma das prioridades do governo Lula.

O deputado Antonio Carlos Biffi (PT-MS) atribui o reconhecimento internacional do Brasil a um conjunto de políticas públicas voltadas para a educação, geração de emprego e distribuição de renda. "Temos investimentos pesados em educação. Isso é capaz de mudar essa realidade. O governo Lula vai implantar mais de 200 escolas técnicas até o fim do seu segundo mandato, além de garantir creches para a pré-escola e oportunidade de emprego para as mães", destacou.

Essas medidas, somadas à política externa do governo, são suficientes para dar credibilidade internacional e reduzir a pobreza no Brasil, comentou o parlamentar. "São políticas integradas. É o País mexendo em todos os setores: economia, estrutura social, educação, comércio interno e externo e relações internacionais. Tudo isso dá credibilidade ao Brasil e combate cada vez mais os bolsões de pobreza", afirmou Biffi.

Colheita - Para o deputado Fernando Ferro (PT-PE) o reconhecimento não ocorre só no jornal britânico, mas também em diversos outros continentes, fruto de uma política de governo sustentável e com distribuição de renda. "O Brasil conseguiu provar para o mundo que é um ótimo destino para investimentos internacionais. Essa rota de prosperidade sustentável que o Brasil tem experimentado é fruto de um governo com políticas de crescimento com distribuição de renda", disse.

Ferro criticou alguns setores da oposição que, segundo ele, mesmo vivenciando todos os avanços na economia brasileira, insistem em tentar desqualificar os avanços. "Outro dia eu ouvi um deputado do ex-PFL, agora DEM, falando que o Brasil vive apenas uma onda favorável, mas isso não é verdade. A economia norte-americana, por exemplo, vive momentos de crise, mesmo assim o Brasil continua batendo recordes de exportações e de crescimento", lembrou.

A blindagem brasileira, segundo Ferro, se deve especialmente ao estímulo que o governo Lula deu ao comércio exterior com países não- tradicionais, diversificando os parceiros e deixando de concentrar a pauta de exportações em poucos mercados, como EUA e União Européia. Outros países, com sua pauta concentrada nos EUA, agora estão sentindo os efeitos da crise daquele país, observou Ferro.

Reportagem - Segundo o jornal britânico, o Brasil exporta praticamente tudo. "Visualize isso: um país em que o fluxo de investimentos atingiu níveis recordes, onde a exportação de tudo, desde soja a biocombustíveis, está aumentando e onde a renda dos ricos e pobres está crescendo e impulsionando um bom de crescimento".

Segundo o jornal, os números vão "de bons a espetaculares: 1,4 milhão de empregos criados todos os anos; mais de US$ 100 bilhões em reservas (que excedem a dívida externa e tornam o Brasil credor internacional); 4,7% de inflação, o que é 'manso' pelos padrões brasileiros; 4% de crescimento econômico, e uma ligeira aproximação na diferença com a China. Ah, e no ano passado o mercado de ações cresceu em 60%".

O "Guardian" destaca que agora, além do samba e jogadores de futebol, o Brasil também exporta carros e aviões, notadamente aviões executivos e de passageiros da Embraer, mas afirma que apesar do crescimento, o país ainda enfrenta vastos problemas sociais e ambientais.

O "Guardian" conclui comentando que o Brasil era conhecido como o país do futuro. "O futuro ainda não chegou, mas está mais perto agora do que já esteve em várias gerações".


Edmilson Freitas com Agências - Fonte: Agência Informes

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Brasil no Rumo Certo:Feliz 2008!!

O ano de 2007 está chegando ao fim. Foi um ano muito bom para o Brasil, muito bom para os brasileiros. Foi o primeiro ano do segundo mandato do presidente Lula.

O crescimento sustentável da economia proporcionou forte geração de emprego e renda, permitindo que 20 milhões de brasileiros da classe D/E migrassem para a classe C, deixando de ser miseráveis. A Petrobras, graças aos investimentos do governo Lula, descobriu um imenso campo de petróleo na bacia de Santos, o campo Tupi, que contém cerca de 8 bilhões de barris de petróleo e muito gás natural.

O Natal de 2007 foi o melhor Natal de todos os tempos para a produção, para as vendas, para o consumidor. Crédito à vontade, juros mais baixos e aumento do poder aquisitivo do povo. O ano de 2007 vai entrar para história como o ano do salto da qualidade de vida de dezenas de milhões de brasileiros.

A economia, graças ao gerenciamento responsável do país pelo governo Lula está tão forte que nem mesmo as turbulências do mercado imobiliário dos EUA afetaram nossas perspectivas. O Brasil está preparado, tem reservas suficientes para enfrentar essas turbulências internacionais sem sobressaltos. Tem a confiança do investidor, do consumidor, do empresariado e dos banqueiros, graças ao governo Lula.

Pela primeira vez na história, a Bolsa de Valores de SP teve um movimento financeiro de mais de um trilhão. O Bolsa Família, maior programa mundial de transferência de renda para os mais pobres, aliviou a situação de mais de 11,1 milhões de famílias. O Bolsa Família leva comida, saúde, educação, esperança e dignidade aos que antes eram excluídos da sociedade.

Apesar de tantos bons acontecimentos e boas realizações, ou por causa destes, assistimos ao desespero e às maldades da oposição feroz e virulenta. Em 2005 eles achavam que em 2006 voltariam ao poder. Massacraram o governo Lula e o presidente de todas as formas possíveis e imagináveis. Inventaram CPIs intermináveis, divulgaram mentiras, agressões e acusações infundadas.

Em 2006 sofreram uma derrota acachapante nas urnas, o povo expressou sua revolta com tantas mentiras e tanto ódio contra o melhor presidente do Brasil. O povo reelegeu Lula com uma votação histórica, e um ano depois as pesquisas divulgadas mostram que, para o povo, valeu a pena ter reeleito o presidente Lula. A aprovação do governo e a aprovação pessoal do presidente Lula só faz aumentar: é o povo sem medo de ser feliz.

A oposição, inconformada com a derrota, tentou de todas as formas prejudicar novamente o presidente Lula, o país e o povo brasileiro. Acidentes de aviões, por falha humana dos pilotos e controladores, por falhas mecânicas (manete travado, reverso travado), e pelas chuvas, foram atribuídos diretamente ao presidente Lula pela oposição raivosa e virulenta, pela mídia, pela elite cansada.

Membros da elite burra e cansada promoveram passeatas usando os familiares e os mortos nos acidentes para atingir o presidente Lula, de forma vil, desumana. Tudo por medo de o presidente Lula fazer seu sucessor em 2010 e dar continuidade às boas políticas de seu governo, voltado prioritariamente para os mais necessitados.

Revistas, jornalões e jornalistazinhos, blogueiros serviçais e mercenários tentaram de tudo para evitar a excelente aprovação do presidente Lula e do seu governo. Editoriais, textos e reportagens cada vez mais agressivos, cada vez mais ofensivos, mais sarcásticos, sempre mentirosos. Informações manipuladas, truncadas, desinformações sobre o bom desempenho do governo diminuíram o prestígio da mídia. As revistas e jornais escritos e televisivos estão cada dia mais desacreditados, o povo não confia mais na mídia e nos jornalistas.

Diante disso, a oposição feroz e virulenta, juntamente com a elite burra, com os abestalhados da FIESP, tendo como mentores da idéia FHC, PSDB e DEM, resolveram que a saída para a volta deles ao poder em 2010 consiste em prejudicar a saúde do povo. Votaram contra a prorrogação da CPMF e retiraram assim do orçamento 40 bilhões de reais que se destinavam a melhorar a saúde pública. A CPMF é um imposto justo, pois paga mais quem tem mais, paga menos quem tem menos, e quem não tem não paga. Além de ser uma excelente forma de evitar a sonegação de impostos.

Foi também uma forma de castigar o povo que reelegeu Lula, que evitou que eles voltassem ao poder, que impediu que eles privatizassem a Petrobras, a Caixa, o BB, os Correios, como está fazendo Serra em SP: vai privatizar a CESP, a SABESP, a Nossa Caixa. O país perde patrimônio, o povo perde empregos, e o dinheiro das privatizações some, desaparece, da mesma forma que sumiu o dinheiro da privatização das Teles, da Vale. Ninguém sabe até hoje o que foi feito com esse dinheiro, sabemos só que FHC entregou o país falido para o presidente Lula, com uma dívida imensa, desemprego recorde e 54 milhões de miseráveis.

Não vão conseguir de novo, o presidente Lula já avisou não vai cortar recursos dos programas sociais, não vai cortar recursos do PAC, não vai ceder aos anseios da oposição para prejudicar o povo brasileiro e prejudicar o país. Com certeza 2008 será um ano melhor do que 2007 para todo o povo brasileiro, com mais geração de empregos e renda, com mais crescimento, com diminuição ainda maior da desigualdade social.

Feliz 2008

Paz e sucesso para as pessoas de boa vontade.

Jussara Seixas - http://por1novobrasil.blogspot.com/

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LULA O MELHOR PRESIDENTE DO BRASIL

Pesquisa 'Estado/Ipsos'

O governo Lula fez três coisas boas - o programa Bolsa-Família, a estabilidade econômica e a ajuda aos pobres; e três coisas ruins - a corrupção, o apagão aéreo e a pouca atenção à saúde. Esta é a percepção do eleitorado brasileiro, colhida pela pesquisa Estado/Ipsos.

O Bolsa-Família foi apontado por 43% dos eleitores; a estabilidade econômica foi citada por 20% e a ajuda aos pobres foi mencionada por 10%. Só 8% dos eleitores responderam que a maior obra do governo Lula é 'nada'.Na outra ponta, o eleitorado brasileiro aponta como as piores coisas do governo Lula a corrupção, citada por 23%, o apagão aéreo, mencionado por 11%, e a pouca atenção à saúde, lembrada por 10%.

A visão do eleitorado sobre os lados bom e ruim do governo sintetiza a agenda de uma semana que ofereceu, de um lado, mais um capítulo da novela da corrupção, protagonizada agora por um aliado do governo; e do outro, a divulgação de dados que mostram um vigoroso crescimento da renda do trabalhador.

Segundo Alberto Carlos Almeida, diretor da Ipsos, a resposta do eleitorado é também coerente com o discurso do governo. 'O governo Lula reitera em seu discurso que está trabalhando todo o tempo para os pobres', disse. Para ele, as três respostas que se destacaram como as boas coisas do governo se inter-relacionam, porque o povo entende que a estabilidade favorece os pobres, tanto quanto o Bolsa-Família.

DONO DA ESTABILIDADE

Lula se apropriou quase por inteiro da conquista da estabilidade econômica, demonstrou a pesquisa Estado/Ipsos. Para 67% dos brasileiros, o atual presidente é o maior responsável por ela; o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cujo governo implantou o Plano Real e sustentou os primeiros oito anos estáveis, foi mencionado como responsável pela estabilidade por apenas 7%.E não é só quanto à estabilidade que Lula desbanca Fernando Henrique, segundo a avaliação do eleitorado.

O atual presidente deu mais apoio aos pobres para 80% dos brasileiros; o antecessor ganhou o aval de apenas 9%. Para 73%, Lula favoreceu um melhor poder de compra do brasileiro; só para 16% Fernando Henrique foi melhor nesse quesito. Lula reduziu mais o custo da cesta básica para 73%; o ex-presidente, só para 15%. Lula controlou melhor a inflação para 66%; Fernando Henrique, só para 19%. Esses fenômenos têm explicações, segundo Almeida.

A primeira é que o eleitorado brasileiro padece de 'presentismo', ou seja, tende a atribuir as coisas boas ao governo presente, mesmo que ele não tenha sido o autor delas - desde que esse governo seja bem avaliado, tenha a simpatia da maioria da população e, naturalmente, possua um bom mecanismo comunicador.

A segunda é que a conquista da estabilidade ao longo do governo FHC se esvaiu da memória popular, por duas razões: uma foi a repetição persistente do discurso petista da 'herança maldita', que teria diluído as realizações dos governos FHC; outra foi a falha continuada de comunicação do PSDB, que não soube defender, ao longo dos anos, a estabilidade conquistada em sua gestão e, principalmente, a ignorou nas disputas eleitorais de 2002 e 2006.Os mais pobres dizem com mais ênfase que Lula deu apoio aos despossuídos.

Na faixa que junta os analfabetos e os que têm até a 4ª série do ensino fundamental, 82% acham que Lula foi melhor que Fernando Henrique na ajuda aos pobres. Entre os que têm curso superior o número não é muito diferente - 79% acham que, no tópico, Lula foi melhor. Os eleitores que têm curso superior atribuíram a estabilidade mais a Lula (55%) do que a Fernando Henrique (15%).

No Nordeste, onde o prestígio de Lula é bem maior, 70% atribuíram a estabilidade a ele e só 2% a direcionaram ao antecessor, mesmo porcentual atribuído a Antonio Palocci, que foi ministro da Fazenda por três anos. Já Pedro Malan, que foi ministro de Fernando Henrique de 1995 a 2002, na fase de consolidação da estabilidade, não chegou a completar 1% de citações.

Fonte:http://www.estado.com.br/editorias/2007/09/16/pol-1.93.11.20070916.11.1.xml

A matéria acima esquece, e o povo lembra, que FHC quebrou a economia brasileira três vezes, endividou o país e produziu o maior desemprego e a maior multidão de miseráveis já registrado na história do Brasil .

Enviado por Jussara Seixas


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