Rede Globo x Record News:A Mídia Bandida Ataca Novamente
O que aconteceu no dia (27/09), e denunciado pelo Jornal da Record, foi algo vergonhoso para a imprensa brasileira.
A sórdida tentativa da Rede Globo em impedir que o Presidente Lula fosse à festa de inauguração da Record News já seria um absurdo. Mas o pior foi a trama que a emissora dos Marinhos fez para impedir que o novo canal de noticias fosse ao ar.
É brincadeira? Não bastasse toda sujeirada e golpismo praticado ao longo de décadas por essa nefasta emisora, agora temos que presenciar este verdadeiro atentado à democracia e a liberdade do telespectador em escolher o que quer assistir.
O negócio é muito sério, pois a mesma Rede Globo, nas últimas eleições presidenciais
A Revista Veja também vai pelo mesmo caminho, pois há algumas semanas atrás, segundo matéria no Vermelho, fez uso de um lobista para tentar pressionar Deputados com o intuito de abortar a iminente instalação da CPI Abril-Telefônica.
Sem esquecer das gravíssimas pressões, denunciadas pelo Ministro Lewandowski, em que o mesmo revelou que a 'a imprensa acuou o Supremo' e praticamente colocou a faca no pescoço dos Ministros do STF, para aprovar as denúncias contra os acusados no caso mensalão.
Até onde isso vai parar? Até quando seremos reféns deste tipo de coisa? Até quando teremos que vivenciar as vergonhosas manobras e manipulações de uma mídia suja, vendida e inescrupulosa?Postado em CPI Abril-Telefônica, Governo Lula, Mídia, Record News, Rede Globo, Rede Record, Revista Veja » 10 comentários »
Naufraga Tentativa da Abril em Abortar CPI Abril-Telefônica
Fonte: Portal Vermelho
A tentativa da Editora Abril sensibilizou apenas 23 parlamentares. Esse foi o número de deputados que apresentou requerimento pedindo a retirada da assinatura, mas cinco deles não tinham assinado o requerimento, portanto não poderiam pedir a retirada da assinatura que não existia. E o deputado Darcísio Prondi (PMDB-RS) apresentou dois requerimentos. Todos os dois foram indeferidos, bem como os dos demais requerentes. Isso porque o pedido de retirada de assinatura não cabia mais como recurso regimental.
As contas demonstram que apenas 17 dos 182 requerentes estariam dispostos a rever o pedido de criação da CPI. A nova lista para sustar a tramitação da CPI precisa ter 92 nomes.
A bancada do PT, que deu o maior número de assinaturas, 59, mantém o apoio. Os 13 deputados da bancada do PCdoB também apóiam a CPI.
Apelos ao Presidente
Na semana passada, o autor do requerimento, deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), fez apelo, em discurso no plenário da Câmara, para que a CPI fosse instalada. Peço "ao querido companheiro Arlindo Chinaglia a respeito da CPI da TVA, cuja lista de assinaturas encabeço, cuja intenção é investigar um suposto escândalo, sem precedentes, que envolve a TVA e a Telefônica, numa grande operação de, presumivelmente, 1 bilhão de dólares com um grupo de comunicação da Espanha".
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A Absolvição de Renam Calheiros e a Hipocrisia Barata da Mídia
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CPI Abril-Telefônica:A Mídia na Berlinda
Por Soldadonofront
Pimenta no olho dos outros é colírio é!?
Então deve ser por isto que estão denegrindo e enxovalhando o melhor Governo que este país já teve.
Taí uma feliz oportunidade para os emergentes e espera-se corretos justos veículos de comunicação ocuparem espaços frente a franca decadência de um império midiático que faria o mesmo com eles - aquele "esbaranzinho" fatal na beira do abismo.
Não querem admitir que a realidade é outra, que esta guerra midiática tende a por bem ou nas barras da Justiça findar. Já passou da hora, dos limites dos profissionais de comunicação serem ainda mais imparciais, tornou-se indisfarçável que em sua "matérias" tentar atingir o Governo.
Este país mesmo com eles tá mudando ainda. E deveriam é tentar resgatar sua reputação do seu ganha pão da mídia brasileira - a menos que achem que pagando indenizações ou na cadeia não vão precisar dele.
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A CPI Abril-Telefônica e o Código de Ética da Veja
Ela está tão apavorada com a criação da CPI que chega a fazer um apelo patético ao presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia, para que ele não aprove a instalação da CPI, nesta terça-feira, quando esta vier para a pauta. E digo que está apavorada e o apelo é patético porque Chinaglia já declarou publicamente o que pensa sobre essa CPI, fato que foi amplamente divulgado (ou será que a Veja não acredita na “grande imprensa”?).
Os senhores deputados precisam estar cientes do fato de que se varrerem para debaixo do tapete as suspeitas em torno do negócio envolvendo a Abril - Telefônica estarão escrevendo um permissivo código de conduta ética para o povo brasileiro.
Ficamos então combinados que pelo código Veja todo veículo de comunicação de agora em diante pode:
• Valer-se dos serviços de lobistas para tentar convencer parlamentares a retirar asssinaturas e não instalar CPI's para investigar alguma denúncia contra a Abril.
• Cobrar a investigação de qualquer denúncia contra o governo a qual faz oposição. (menos contra a Abril);
• Financiar partidos políticos e fazer campanha para seu candidato; (como a Veja fez com o PSDB/Alckmin);
• Fazer negócio susupeito com empresa racista e ficar por isso mesmo;
• Cobrar investigação de negócio entre empresas dos outros, como o filho de Lula, pode.(da Abril não?);
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CPI Abril-Telefônica:Escandalosa Operação Tenta Abortar a CPI
A Editora Abril está em plena atividade para abortar a CPI da Abril-Telefônica. Ontem quarta-feira (5) - dia de maior movimentação de parlamentares na Câmara Federal -, um grupo percorria as dependências da Casa, pedindo aos 182 deputados que assinaram o pedido da CPI que assinem outro documento, com um contra-pedido. O jornalista Gustavo José Batista do Amaral, assessor de imprensa do Grupo Abril, que participava da ação, admitiu a coleta, mas disse que não sabia dizer quantas assinaturas tinham conseguido poque havia várias pessoas abordando os parlamentares. Amaral também reconheceu que o Grupo Abril não podia realizar a operação.
É possível que nem todos os coletadores sejam funcionários da Abril. O Vermelho identificou um deles, de nome Murilo, como trabalhando em uma "empresa de relações institucionais", que é como se designa às vezes em Brasília os lobbistas. Mas a presença de Gustavo do Amaral estabelece uma estranha tentativa de interferência nos procedimentos normais de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, por parte da empresa que é um dos alvos principais da investigação.
Listas traziam fotos dos deputados
A força-tarefa trabalhava munida de exemplares da Agenda do Diap (publicação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamanetar, muito consultada pela riqueza de informações sobre os membros do Congresso). Trazia também papéis impressos com os nomes e fotografias de deputados, vários por página, aparentemente para facilitar a identificação.
No entanto, o grupo abordou inclusive deputados que não assinaram o requerimento de criação da CPI e que, portanto, não podem sustá-la. Foi o que aconteceu com o deputado Osório Adriano (DEM-DF). Ele disse, após ser abordado, que que não havia assinado o requerimento, mas se tivesse não voltaria atrás. "Eu não retiro assinatura", explicou.
O mesmo ocorreu com a deputada Elcione Barbalho (PMDB-PA). A assessora de imprensa da parlamentar, Candice, confirmou que Elcione foi procurada "pelo Gustavo do Grupo Abril", para que assinasse o requerimento que susta a tramitação da CPI. Elcione alegou que não poderia assinar porque havia retirado, em tempo hábil, a assinatura do pedido de criação.
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CPI Abril-Telefônica: deputado diz que "não tem como não instalar"
Fonte: Portal Vermelho
"É fundamental investigar, para que a verdade possa aparecer. A população tem direito à verdade. Ela (CPI) deve ser instalada e ter o trabalho aprofundado para se saber o que está acontecendo, se houve falcatrua", diz o parlamentar petista.
Couto afasta a possibilidade de haver influência do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) no pedido da CPI. "Não é retaliação, vamos fazer isso aqui independente dessa questão", garante o parlamentar.
Expectativa
A expectativa é de que se aguarde o desfecho do caso Renan no Senado para que seja instalada a CPI. Com isso, afastaria a possibilidade de "contaminação", como diz o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), nas investigações.
Na semana passada, o conselheiro Antônio Bedran, da Anatel, decidiu retirar da pauta da reunião de quarta-feira (29) os processos que tratam da compra da TVA pelo grupo Telefônica em São Paulo, e dos reflexos no Brasil da compra da controladora da Telecom Itália pela empresa espanhola Telefônica. A Anatel alegou que precisava de mais tempo para analisar com cuidado as implicações da compra.
Na Câmara, a oposição manobra para "abortar" a CPI, mesmo com todos os critérios atendidos – 182 assinaturas – 11 a mais do que o mínimo exigido de 171 e o fato determinado. O líder do PSDB, deputado Antônio Carlos Pannunzio (SP), apresentou em plenário, na semana passada, questão de ordem contra o pedido do deputado Wladimir Costa (PMDB-PA) de instalação de CPI. Ele alega que não há a ilicitude apontada na negociação.
Na semana passada, o presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP) admitiu que existe fato determinado, de acordo com parecer técnico da secretaria geral da Mesa, mas informou que era necessário "prudência" na análise do caso. "A assessoria jurídica da Câmara está dando continuidade à análise do pedido de CPI, e estas discussões em plenário são um elemento a mais para embasar uma decisão", disse.
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