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O Governo Espião de Yeda Crusius

Por Guina

E mais uma vez a máscara do PSDB vai caindo e revelando ao povo brasileiro que o blá blá blá deles quando atacam Dilma e o PT é puro desespero de um partido moribundo e em total descrédito.

Com a candidatura de José Serra ruindo e a certa derrota (restando saber apenas se no primeiro ou segundo turno), os tucanos tentaram (sem sucesso) ligar o vazamento de dados da Receita da filha do Zé Pedágio a campanha de Dilma.

É óbvio que o povo não caiu nessa, visto que Dilma está a quase 30 pontos de diferença e não necessitaria de artifício algum para derrotar um adversário que já está morto há algum tempo.

Mas o que já estava feio para o PSDB acaba de ficar pior, pois novamente Yeda Crusius (aliada e companheira de José Serra no RS) envergonha a política gaúcha.

Acusaram Dilma sem provas de espionar integrantes do PSDB e foram pegos fazendo espionagem contra adversários políticos da ex governadora.

Vejam a matéria publicada no jornal Zero Hora do RS:

Espionagem no RS: MP apura ligação de políticos e bicheiros

A investigação do Ministério Público (MP) que resultou na prisão do sargento César Rodrigues de Carvalho, lotado na Casa Militar do Palácio Piratini, encontrou indícios de que ele era o elo de políticos com donos de caça-níqueis e bicheiros. O policial militar faria parte de uma rede de interesses que envolvia não só espionagem de adversários políticos do governo estadual e proteção a aliados, mas também negócios com contraventores visando a benefícios financeiros para o grupo.
Essa rede trataria de inibir a repressão à contravenção, uma estratégia que envolvia a transferência de policiais para determinadas localidades a fim de garantir que fariam vistas grossas ao jogo. Relatórios que constam da investigação referem, por exemplo, que um oficial com histórico de repressão a jogos de azar teria sofrido pressões.
O MP apura circunstâncias de reuniões entre Rodrigues, pessoas envolvidas em jogos de azar, servidores ligados ao Piratini e até políticos. Em um depoimento que consta da investigação, uma testemunha disse: “Quando foi para a Casa Militar, Rodrigues seguiu pegando dinheiro. Rodrigues passou a articular reuniões entre bicheiros, maquineiros e políticos”.
Outro trecho do inquérito do MP destaca que “a oitiva das ligações captadas dos telefones de Rodrigues indica que este prestava favores a diversas autoridades, havendo indicação de que o sargento executava atividades ilegais a pedido de tais pessoas”.
Segundo o promotor Amilcar Macedo, que comanda as investigações, uma das linhas do trabalho agora é identificar quem compunha essa rede de relações do sargento. Monitoramento com autorização judicial indicou que Rodrigues tinha contatos frequentes, por exemplo, com assessoras diretas da governadora Yeda Crusius.
Em interceptações telefônicas, Rodrigues aparece falando com pelo menos uma assessora do Piratini, a jornalista Sandra Terra. Quando a investigação em relação a ele já era de conhecimento da cúpula da Brigada Militar e do governo, foram captadas ligações em que o sargento trata com a assessora sua permanência na Casa Militar. Também há ligações em que é citada outra assessora de Yeda, Walna Vilarins Meneses. O monitoramento do MP detectou que a exoneração de Rodrigues chegou a ser adiada por interferência de assessores do Piratini.
No pedido de prisão preventiva feito pelo MP à Justiça, há um questionamento: “Ora, o que pode ligar um sargento às duas assessoras diretas da governadora? Por qual motivo Rodrigues é tão protegido pelo alto escalão do governo?”
A assessoria do Piratini informou que apenas o comandante da Brigada Militar, João Carlos Trindade, se manifestaria sobre o caso. Contatado por Zero Hora, ele não atendeu às chamadas.

Fonte: ClicRBS

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Yeda Crusius Delira e Aposta na Ficção

Na entrevista coletiva que concedeu nesta quarta-feira, a governadora Yeda Crusius (PSDB) fez uma nova incursão no universo da ficção. Yeda voltou a dizer que a transparência é uma das marcas de seu governo e que sempre procurou investigar as denúncias que pesam sobre ele. Até os bancos da Praça da Matriz sabem que a governadora vem movimentando fundos e mundos para evitar que as investigações avancem na Assembléia Legislativa. A CPI da Corrupção caminha com imensas dificuldades devido ao boicote promovido pelos deputados governistas. A relatora da Comissão Especial do Impeachment, Zilá Breitenbach (PSDB) decidiu arquivar o processo sem ter realizado uma única reunião para analisar os documentos que embasavam o pedido.

Yeda já está no terceiro secretário da Transparência. Os dois ex-ocupantes da pasta, Mercedes Rodrigues e Carlos Otaviano Brenner de Moraes deixaram o governo em rota de colisão com a governadora.

O chefe de gabinete da governadora, Ricardo Lied, é acusado de improbidade administrativa em uma ação movida pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público. A assessora direta de Yeda, Walna Vilarins, foi indiciada por corrupção passiva e formação de quadrilha pela Polícia Federal, por envolvimento em fraudes em licitações investigadas pela Operação Solidária. Yeda não instalou nenhum procedimento de investigação para apurar a conduta de seus assessores, apesar da recomendação de seu ex-secretário da Transparência.

As declarações da atual ocupante do Piratini sobre as providências que tomou diante da fraude no Detran não pisam o solo da realidade. Yeda Crusius passou praticamente toda a Operação Rodin reclamando do “clima big brother” e do pessoal “do lado de lá”, numa referência ao trabalho da Polícia Federal e do MP Federal. Em momento algum, condenou publicamente a conduta dos acusados de envolvimento com a quadrilha que fraudou o Detran. Em recente entrevista no Roda Viva, voltou a criticar o MP Federal, a PF e a Assembléia Legislativa.

A governadora só admitiu ter usado recursos públicos para mobiliar e reformar sua casa depois que a oposição trouxe as notas a público. Flagrada no episódio, voltou a responder que seu governo era marcado pela transparência e que era tudo legal. Nesta quarta-feira, o contador e auditor-geral do Estado, Roberval Silveira Marques, disse na CPI da Corrupção que as compras foram feitas para a ala residencial do Palácio Piratini. Ele não soube explicar por que foram parar na casa particular da governadora. Silveira Marques também admitiu que não sabia que as compras não constam da prestação de contas de bens adquiridos pelo governo, conforme informação do Ministério Público de Contas.

Na ficção que tenta vender à população, a governadora diz que apóia as investigações. Na vida real, sua base parlamentar trabalhou (e trabalha) para impedir qualquer investigação. Na vida real também, Yeda procura posar de vítima, apoiada por uma pesada operação publicitária que despeja milhões de reais nos meios de comunicação do Rio Grande do Sul. Operação esta, aliás, já questionada pelo Tribunal de Contas.

Assim, Yeda Crusius vai chegando ao final do terceiro ano de um governo marcado até aqui pelo autoritarismo, pela ausência de políticas públicas e pelas denúncias de corrupção. Essas parecem ser, de fato, as únicas marcas transparentes e reais de sua gestão.

Fonte: RSUrgente

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Yeda Crusius Sem Vergonha

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Yeda Crusius:A Vitória da Esculhambação

Por Guina

Uma das perguntas mais interessantes do momento, na vida política brasileira, bem poderia ser a seguinte: qual será a próxima grande maracutaia - para utilizar uma palavra do seu repertório - que o PSDB vai defender em público? O PSDB, cada vez mais, vai firmando sua fama como defensor de tudo o que aparece de ruim nos usos e costumes da política nacional.

Foi assim com o escândalo Nossa Caixa no governo Alckmin, mensalão mineiro com Eduardo Azeredo, os casos de uso indevido de verbas no Senado através de Tasso Jeirissati, Sérgio Guerra e Arhur Virgílio, a filha de FHC que era "funcionária fantasma" de Heráclito Fortes, caso Alstom com José Serra e agora a mais recente foi o arquivamento ontem (20/10), do pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius (PSDB) pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Por 30 votos a 17, o plenário aprovou o parecer da comissão especial que pedia o arquivamento do pedido apresentado por funcionários do governo em julho deste ano.

Advinhem quem era a relatora do processo contra os ecândalos de Yeda Crusius???

O relatório aprovado na semana passada na comissão especial foi elaborado pela deputada Zilá Breitenbach (na acima foto comemorando), do mesmo partido da governadora, o PSDB.

E tem mais: antes do arquivamento, os deputados da oposição chegaram a apresentar uma denúncia de que o governo pagou cerca de R$ 100 mil em material de construção para uma obra particular da governadora. Como prova, os opositores da governadora apresentaram os empenhos e as despesas autorizadas pela Casa Civil. O endereço de entrega era a casa particular de Yeda Crusius, em Porto Alegre.

E o governo admitiu a compra dos materiais para a casa da governadora e mesmo assim os deputados gaúchos avalizaram mais um escândalo da tucana.

Com certeza, foi mais um dia triste para a população do Rio Grande do Sul e da política nacional, pois o caótico e escandaloso governo de Yeda Crusius, que foi classificada pelo MPF(Ministério Público Federal), como "uma organização criminosa", vai continuar como se nada tivesse acontecido.

E o PSDB, o partido da governadora?

Como disse no início do post, o PSDB vai se transformando cada vez mais em um partido moribundo, que assina em baixo de todas as maracutaias dos seus políticos simplesmente para sustentar a busca pelo poder.

Eles até comemoraram essa baixaria!! (ver aqui)

Pois não seria interessante o impeachment de Yeda Crusius, visto que se aproxima as eleições presidencias de 2010.

José Serra, provável candidato do PSDB, não poderia perder um importante palanque como o do Rio Grande do Sul e também a situação iria causar perdas eleitorais grandes no estado para o mesmo.

Enfim, este é o PSDB.

O PSDB de José Serra, de FHC, Eduardo Azeredo e cia., que sonham em voltar ao poder para continuar a fazer manobras vergonhosas como esta que livrou Yeda Crusius de uma punição que poderia moralizar um pouco a triste situação da política no Rio Grande do Sul.

Lamentável e porca a situação que está chegando o PSDB.

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Yeda Crusius na Berlinda

Parlamentares fiéis à governadora Yeda Crusius (PSDB) e oposicionistas travam a primeira batalha da CPI da Corrupção a partir das 17 horas de hoje na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. A investigação vai apurar se agentes públicos foram operadores, intermediários ou beneficiários da fraude que desviou R$ 44 milhões do Detran gaúcho entre 2003 e 2007 ou de irregularidades em licitações de merenda escolar, serviços e obras públicas ainda sob investigação da Polícia Federal.

Também deve esclarecer se a governadora Yeda Crusius (PSDB) sabia e encobriu alguma irregularidade e se usou dinheiro de caixa 2 da campanha de 2006 para quitar "por fora" parte de uma casa que adquiriu em dezembro daquele ano. Desde que o assunto surgiu, durante a CPI do Detran, no primeiro semestre do ano passado, a tucana nega ter praticado irregularidades e atribui as acusações a "golpismo" da oposição, a quem acusa de tentar antecipar a campanha eleitoral de 2010.

Leia mais no Desabafo País

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Ação do MPF diz que grupo de Yeda Crusius é 'organização criminosa'

Porto Alegre - A ação civil de improbidade administrativa contra a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), e mais oito pessoas classifica o grupo ligado ao Palácio Piratini, sede do governo local, como "organização criminosa". Os procuradores sustentam que "os réus participaram ativamente da prática de expressiva fraude. O desvio, de acordo com a ação, atinge a cifra de R$ 44 milhões.

"O agir do grupo enquadra-se no conceito de organização criminosa da Lei 9.034/1995, estando presente a hierarquia da associação delitiva, o intuito lucrativo, a gestão empresarial das negociatas criminosas, destruição de provas, omissão de rendimentos, corrupção do tecido social, inserção estatal ilegítima e blindagem patrimonial", diz a ação..

O documento, que está sobre segredo de Justiça, foi entregue pelos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) à Justiça Federal, em Santa Maria, município a 300 quilômetros de Porto Alegre. Das 1.238 páginas, 40 foram liberadas pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional do Rio Grande do Sul, Cláudio Lamachi, que teve acesso à integra do processo na tarde desta sexta-feira (7).

Depois de analisar a ação, Lamachi convocou uma reunião do Conselho da OAB-RS para o fim da tarde do último dia 8. O objetivo é juntar esforços para uma análise mais aprofundada da ação e pedir a quebra definitiva do sigilo sobre todo o processo. "A sociedade brasileira, a sociedade gaúcha tem o direito de saber o que está nas páginas desse processo contra o governo. Acho que está na hora de repensarmos qualquer tipo de sigilo para agentes públicos. Governantes públicos não tem que ter sigilo de nada", disse Lamachi.

As 40 páginas divulgadas por Lamachi não têm informações bancárias, telefônicas ou fiscais, cujos sigilos são protegidos pela Constituição Federal. Em um dos trechos, o documento relata que lobistas e prestadores de serviços entregavam parte do dinheiro diretamente aos gestores públicos responsáveis pela contratação, além de "outras personalidades políticas com forte domínio e influência na continuidade do esquema fraudulento, especificamente os ora demandados (governadora do estado, conselheiro-presidente do Tribunal de Contas do Estado, deputado federal "padrinho político" do diretor-presidente do Detran)", relata a ação.

O documento cita ainda a ação de empresas de fachada e de "laranjas" utilizados para fazer a entrega do dinheiro. "Dentro do pacote de contratação já era apresentada a subcontratação dos serviços a empresas que faziam parte da estrutura criminosa. Obtendo altos recursos por meio dessas atividades, de diversas formas (seja como entrega direta, seja por meio da utilização de empresas de 'fachada' constituídas de 'laranjas', seja mediante outras vantagens indiretas)."

A ação tem como base documentos, gravações e depoimentos colhidos na Operação Rodin, deflagrada em maio de 2007 pela Polícia Federal. A PF fez escutas telefônicas de diversas pessoas suspeitas de usar fundações de apoio vinculadas à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para praticar crimes, como fraudes em licitações e desvio de recursos públicos.

"A organização criminosa era fortemente estruturada se sua atuação primordial voltava-se à obtenção e celebração de contratos públicos, mediante dispensa irregular de licitação em prol de fundações de apoio vinculadas à Universidade Federal de Santa Maria", diz o documento.

Estão citados na ação, além da governadora, seu ex-marido, o professor Carlos Crusius, o deputado federal José Otávio Germano, os deputados estaduais Luiz Fernando Záchia (PMDB) e Frederico Antunes (PP), o ex-secretário Delson Martini, a assessora da governadora Walna Vilarins Meneses, o vice-presidente do Banrisul, Rubens Bordini, e o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), João Luiz Vargas.

Fonte:Folha da Região

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Yeda Crusius e o Inferno do PSDB

O PSDB, partido do ex-príncipe FHC e dos presidenciáveis José Serra e Aécio Neves, atravessa um dos piores momentos dos seus 20 anos de vida, completados em junho último. O seu inferno astral se estende por todo o país. Dois governadores tucanos, de Alagoas e da Paraíba, correm o risco de perder seus mandatos, metidos em corrupção e crises. Em São Paulo, o partido chafurda no escândalo da Alstom, multinacional que deu R$ 15 milhões em propina em troca de contratos bilionários com as estatais – e que acaba de fechar nova negociata no valor de R$ 706 milhões.

A crise existencial da social-democracia tupiniquim é abissal e enterrou de vez o cínico discurso da ética. Como reflexo, o PSDB se apresenta para as decisivas eleições municipais de 2008 mais desidratado. Disputará o pleito apenas em 11 capitais e, na maioria delas, sem chances de vitória. Para piorar, os neoliberais tucanos romperam a sua aliança histórica com os oligarcas do ex-PFL. Na estratégica capital paulista, o partido está fraturado, numa briga fratricida entre José Serra, que apóia o candidato do demo, e o seu carma Geraldo Alckmin, adorador do Opus Dei.

O mensalão do PSDB gaúcho

A mídia hegemônica, porém, tem prestado um excelente serviço aos tucanos – talvez saudosa das privatarias do passado. Ela blinda o PSDB, evitando falar das crises e falcatruas deste partido. Os mais poupados são os governadores José Serra e Aécio Neves, reservas estratégicas da burguesia para a disputa presidencial de 2010. O único caso gritante que não conseguiu esconder, apesar das tentativas, é o do Rio Grande Sul. Neste importante estado da federação, as feridas estão abertas e os podres vêem a tona. Hoje a governadora Yeda Crusius é o principal elo fraco dos tucanos.

Há meses, ela sangra e mancha a falsa imagem do PSDB. Mas a governadora, que mais se parece uma aristocrata inglesa, mantém-se arrogante e esbanja inabilidade. No início do purgatório, seu governo foi acusado de desviar R$ 44 milhões do Detran para montar o famoso mensalão da sua base parlamentar. Ela negou, mas conversas gravadas entre seu vice, Paulo Feijó, e seu chefe da Casa Civil, Cezar Busatto, confirmaram o esquema ilícito. Desmascarada, ela disse desconhecer a sujeira e repassou a responsabilidade aos seus auxiliares diretos, exonerando quatro secretários.

Agora, porém, é o empresário Lair Ferst, coordenador da campanha de Yeda Crusius em 2006, que afirma com todas as letras que ela participou ativamente do esquema de corrupção. Réu na ação criminal, junto com outras 39 pessoas, pelo desvio de R$ 44 milhões do Detran, ele garante: “É público e notório que houve o envolvimento da governadora neste processo”. Antes ele havia negado a relação promíscua porque “não achava conveniente servir de munição para a oposição”. Mas, abandonado, ele resolveu falar, o que pode causar a abertura do processo de impeachment.

A suspeita mansão da governadora

Outro caso grotesco afeta ainda mais a ex-vedete tucana. A oposição pediu ao Ministério Público Federal a investigação da compra de uma luxuosa mansão num bairro nobre de Porto Alegre. Há suspeitas de que parte do dinheiro desviado do Detran teria sido usado para a aquisição do novo imóvel, que custou R$ 750 mil, valor bem superior ao patrimônio declarado por Yeda Crusius na Justiça Eleitoral. Diante da grave acusação, ela alegou que adquiriu a mansão com o dinheiro da venda de dois apartamentos, avaliados em R$ 35 mil e R$ 218, e de um carro. Mas a oposição já descobriu que a desculpa é falsa, já que um dos imóveis está penhorado e não pode ser vendido.

Diante de tantos descalabros, que nem a mídia venal consegue esconder, a governadora mantém o velho estilo tucano, fingindo-se de morta. Ela conta com a maioria na Assembléia Legislativa e com a ajuda de alguns jornalistas – também acusados de envolvimento no escândalo do Detran – para abafar as denúncias. Numa prova de total inabilidade, que deve irritar tucanos mais marotos, ela ainda enviou à Assembléia Legislativa pedido de reajuste de 143% nos seus rendimentos, que passaria de R$ 7,1 mil para R$ 17,3 mil mensais. Na mesma semana, ela viajou a Brasília para se contrapor ao piso nacional de R$ 950,00 dos professores proposto pelo governo federal e aprovado na Câmara de Deputados. Se depender de Yeda Crusius, o inferno astral do PSDB não terá fim.

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Governo Yeda Crusius:Um Escândalo Atrás do Outro

Lars Ferst, empresário ligado a governadora Yeda Crusius (PSDB) - foi um dos seus coordenadores de campanha - e acusado de liderar o desvio de R$ 44 milhões do DETRAN gaúcho, foi impedido pela Polícia Federal (PF) de fazer saques num total de R$ 200 mil, em Porte Alegre. No último dia 15, a Justiça Federal determinou bloqueio de bens e contas bancárias de 41 pessoas – entre as quais, Ferst - e 11 empresas envolvidas nesta fraude escandalosa.

A legislação determina que saques acima de R$ 100 mil, que necessitam de aviso antecipado para reserva do dinheiro, sejam comunicados ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Porém, o procurador da República Alexandre Schneider, que pediu a extensão do bloqueio às ordens de pagamento de Ferst, declarou que foi avisado sobre a possível retirada por um "informante" e não pelo Coaf. O empresário alega que o bloqueio é ilegal e que o dinheiro vinha de um "empréstimo feito por um amigo" devido à indisponibilidade de seus bens. Ele também negou que os saques tenham sido realizados em duas ordens de pagamento para evitar o aviso à Coaf.

Ferst é a personagem principal do rombo milionário no DETRAN gaúcho e desfiliou-se do PSDB na terça-feira. É mais um dos envolvidos no escândalo protagonizado pela governadora tucana gaúcha Yeda Crusius. As acusações ao empresário estão na origem das irregularidades: desvio de R$ 44 milhões do DETRAN. Em seguida, houve a declaração de seu ex-chefe da Casa Civil Cezar Buzzato admitindo, em gravação feita pelo vice-governador Paulo Feijó (DEM), o loteamento e pagamento de estatais para manter o apoio da maioria na Assembléia;depois a compra pela governadora da casa de Eduardo Laranja da Fonseca, pela qual ela teria pago R$ 750 mil, quando o valor do imóvel é bem maior; e, mais recentemente, a acusação de Laranja teve dívidas de sua empresa lançadas como prejuízo nos balanços contábeis do Banrisul. A governadora tucana continua até agora sem conseguir explicações convincentes para nenhum dos capítulos desse escândalo.

Fonte: www.zedirceu.com.br

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Yeda Crusius(PSDB):Podridão e Vergonha nos Pampas


A oposição à governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), vai pedir ao Ministério Público Federal que investigue a compra, pela tucana, de um imóvel em bairro nobre de Porto Alegre.



Em dezembro de 2006, antes de tomar posse, a governadora comprou uma casa por R$ 750 mil, valor superior ao total dos bens declarados antes da campanha (R$ 674 mil).

As supostas irregularidades do negócio foram citadas durante depoimentos à CPI que investiga o desvio de R$ 44 milhões no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) do Rio Grande do Sul.



Saiba mais em:http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u417875.shtml

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PSDB Na Lama:A Máscara Continua a Cair

Por Guina


É caros leitores, como já postei aqui, a oposição está perdida em meio a tantos escândalos. A máscara deles continua a cair de forma vexatória.


Pois como se não bastasse o já sabido por toda a população brasileira, os muitos desmandos e atos vergonhosos com o PSDB no governo FHC, com a compra da emenda da reeleição, o rombo feito na Nossa Caixa pelo governo Geraldo Alckmin em São Paulo e o envolvimento de José Serra no caso da máfia dos Sanguessugas, dentre tantos outros, agora os tucanos se vêem atolados até o pescoço num mar de lama sem fim.


O caso Alstom, esquema que deu um prejuízo de cerca de R$ 1,375 bilhões aos cofres públicos em São Paulo e a crise moral, ética e de governança na fraca administração Yeda Crusius no Rio Grande do Sul, com o recente escândalo no Detran/RS, com desvio de quase R$50 milhões, e que já derubou todo o secretariado da tucana incompetente, expõe um quadro triste mais real da situação vivida pelo PSDB no país.


É o modus operandi deste partido que sempre agiu na clandestinidade e contando com o apoio de uma mídia sem escrúpulos para tentar voltar ao poder e acabar com tudo aquilo que o Presidente Lula tem feito para o povo mais carente.

A corrupção está no DNA do PSDB, é fato.

E eles estão perdidos: sem moral, sem crediblidade, sem vergonha e sem apoio do povo.

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A INDIGNAÇÃO DO SENADOR SONECA PEDRO SIMON

E ressurgiu a indignação do senador Pedro Simon (PMDB). Uma indignação de resultados, mais uma vez. No caso, indignação com a estrondosa derrota que o governo Yeda Crusius (PSDB) sofreu na Assembléia Legislativa. Em um pronunciamento irado, feito sexta-feira, na tribuna do Senado, Simon qualificou de “trágico” o comportamento dos deputados gaúchos.

A mesma ênfase na defesa do pacote de Yeda não apareceu, contudo, antes da votação do pacote. Simon participou de algumas reuniões da coordenação política do governo tucano, mas não fez nenhum pronunciamento público forte em defesa do aumento de impostos. Esperava que a proposta fosse aprovada sem que ele tivesse que gastar sua inflamada oratória para defendê-la publicamente (e arcar com o devido desgaste). Em Brasília, Simon fazia discursos contra a CPMF, mas ausentou-se quando o tema foi à votação. Em Porto Alegre, articulava em defesa do aumento de impostos, sem se expor publicamente.

Agora, o senador fala em “tragédia” e abre fogo contra o ex-governador Olívio Dutra (PT) por não ter conversado com Yeda sobre o pacote. Quanto às fraudes no Detran, que iniciaram no governo Rigotto (PMDB), segundo as investigações da Polícia Federal, Simon segue em silêncio. Nenhuma palavra. Tampouco construiu uma frase sobre a estratégia desastrada do governo Yeda para aprovar o tarifaço na Assembléia. Estratégia esta conduzida por seu companheiro de partido, Luiz Fernando Záchia, chefe da Casa Civil.

Do alto desta indignação seletiva, Simon volta a querer dar lições de moral na política gaúcha. Evita bolas divididas em assuntos espinhosos, silencia quando denúncias de corrupção atingem colegas de partido e aliados, e tenta surfar na onda depois que os fatos se concretizam. Nunca é responsável por nada e sempre acaba aparecendo na mídia com o dedo em riste, denunciando a imoralidade e a irresponsabilidade alheia. Tornou-se um especialista em posicionamentos póstumos.

A propósito da crise das finanças do Estado, cabe lembrar ainda que o então governador Pedro Simon inventou a desoneração fiscal durante o seu governo, com o nome de Fundopem. Ao invés de utilizar seu prestígio nacional - quando o PMDB tinha 26 dos 27 governadores - para evitar a guerra fiscal, ele pisou fundo no acelerador, sendo um dos principais responsáveis pela atual situação. Aliás, depois de passar 3 anos e 4 meses no Executivo, nunca mais quis disputar cargos deste nível preferindo a tranqüilidade de não ter que decidir nada importante e poder fazer discursos tão inflamados como sem conseqüência. Parece que ainda há sinetas que tocam dentro da cabeça do senador lembrando os 87 dias da maior greve do magistério e a parcela de responsabilidade que ele carrega pela penúria atual do Estado.

http://rsurgente.zip.net/

Agora abaixo leia o que nós postamos essa semana para você ficar a par dos fatos, da safadeza do Senador Soneca.

RS: governadora diz que aliados a traíram

Inaceitável. Foi assim que a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB) definiu a atitude de parlamentares de partidos aliados de seu governo na Assembléia Legislativa que, na quarta-feira, se uniram à oposição e derrubaram um pacote fiscal proposto por ela. Yeda se disse "traída", segundo a Folha de S.Paulo.

» Aumento de ICMS é derrubado no RS

Os deputados estaduais gaúchos rejeitaram projeto que previa, entre outros, o aumento da alíquota do ICMS para combustíveis, energia elétrica, cigarros, telefonia e refrigerantes e isenção do imposto para empresas com faturamento anual de até 240 mil reais. O placar da votação foi 34 votos a zero, mesmo que o Legislativo gaúcho seja composto por 55 integrantes. Sem o aumento de impostos, o Executivo alega que não terá dinheiro para pagar o 13º salário dos servidores.

"O nome do que aconteceu pode ser traição. A Assembléia teve maioria (para rejeitar o pacote) com os votos de partidos que estão no dia-a-dia do governo e que se somaram a uma oposição radical", disse.

A governadora deve ser reunir hoje com seu secretariado para estudar medidas que aliviem a crise financeira.

IMPOSTAÇÇÇÇÇÇÇÇÇÇO de Yeda foi derrotado! Viva!!!
"o aumento da alíquota do ICMS para combustíveis, energia elétrica, cigarros, telefonia e refrigerantes".

Assim, o PSDB gaúcho queria aumentar os impostos justamente em cima dos produtos e serviços que a população gaúcha mais consome!!!

É muita safadeza!!!

Além de ter sido derrotada nesse projeto do Impostaço, Yeda está ameaçando não pagar o 13o. salário do funcionalismo.

É muita incompetência para uma pessoa só!

É é muito 'estranho' isso, não? o PSDB quer acabar com a CPMF, mas quer aumentar o ICMS de forma generalizada lá no RS.

Isso é que é 'coerência'... O PSDB E O SENADOR SONECA NÃO SÃO LOGICOS!!

Morcego Vermelho agradecendo a Verinha pela colaboração

Fonte: Blog República Vermelha

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