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Escândalo Alstom/PSDB chega a R$ 1,5 bi

Em valores atualizados, já chega a R$ 1,378 bilhão a soma dos contratos sob investigação do Ministério Público paulista, firmados entre a Alstom e estatais paulistas durante os governos tucanos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, segundo levantamento publicado no fim de semana (domingo, 23.11) pela Folha de S.Paulo.

De acordo com o jornal, foram abertos mais 20 inquéritos para apurar essas suspeitas de irregularidades - já havia 29 em andamento - na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Companhia Energética do Estado de São Paulo (CESP), Eletropaulo, SABESP e Companhia do Metrô. A maioria dos novos inquéritos abertos apura contratos na área da CPTM, mas relacionados ao metrô.

Multinacional franco-suíça sob investigação judicial desde maio deste ano nos dois países onde tem origem, a Alstom é acusada de pagar nos últimos 14 anos mais de R$ 13 milhões em suborno a políticos do PSDB e a autoridades do governo tucano de São Paulo em troca da obtenção desses contratos com estatais paulistas.

Além das apurações pela Justiça na Suíça e na França, relativas ao pagamento dessa propina, a empresa está sob investigação também pelos Ministérios Públicos estadual e federal paulistas e pela Polícia Federal.

José Serra barra e abafa tudo

Só não responde a investigações do Executivo paulista - justamente a área que firmou as dezenas de contratos com ela - porque desde que o escândalo veio à tona, em maio desde ano, o governo José Serra não tomou nenhuma providência nesse sentido.

Pelo contrário, faz o que pode para barrar as investigações e abafar as que estão em andamento, impedindo, inclusive, a instauração de CPI na Assembléia Legislativa e o comparecimento de secretários de Estado, seus e de governos tucanos anteriores (Covas e Alckmin), para depor em CPIs já em funcionamento.

Apesar de o escândalo ter estourado primeiro na Europa e das investigações da Justiça da França e da Suíça, que inclusive levaram à prisão de um executivo da Alstom, em agosto último - ele confirmou o pagamento do suborno - o governador José Serra não tomou nenhuma providência.
Ao contrário, irrita-se quando questionado a respeito e costuma chamar de "kit eleitoreiro do PT" as denúncias de grossa corrupção que envolveriam seu governo e o dos dois antecessores, Alckmin e Covas.

Fonte: Blog do Dirceu (www.zedirceu.com.br)


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Alstom e o PSDB:A Corrupção Sem Limites

Contratos irregulares, superfaturamento e propinas entre o PSDB e Asltom

Parecer de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) aponta que há fortes indícios de que o valor pago pelo governo do Estado de São Paulo à multinacional Alstom pela compra de trens tenha sido superfaturado, conforme já havia denunciado anteriormente a Bancada do PT. No contrato sem licitação, cada trem custa em média R$ 38 milhões. Cinco meses depois, numa compra feita com concorrência internacional, o Metrô pagou R$ 28,8 milhões por trem.

Antonio Roque Citadini, conselheiro do TCE, considerou irregular contrato do Metrô com a empresa para a compra de 16 trens no valor de R$ 609,5 milhões, e avaliou que o Metrô não conseguiu provar que obteve o melhor preço para os trens.

Além do superfaturamento, a companhia do Metrô usou um contrato de 1992 para fazer a aquisição em 2007 e segundo o conselheiro Citadini, não há respaldo jurídico na alegação do Metrô de que não fez nova concorrência por causa do aumento de passageiros. “Isso demonstra falta de planejamento para as expansões e compras que o Metrô faz e (...) o aumento da demanda alegado pela companhia não é suficiente para justificar a retomada do contrato após tantos anos", destaca o conselheiro.

Propinas

Outra investigação que envolve os tucanos e a Alstom sobre a suspeita de pagamentos de propinas para obtenção de contratos com o governo do Estado prossegue em três esferas no Brasil (Ministério Público do Estado e federal e Polícia Federal), além das polícias e ministérios públicos da Suíça e França.

Nos últimos dias, a polícia suíça avançou nas investigações e a Alstom foi alvo de um mandado de busca e apreensão em seus escritórios na Suíça e um alto executivo, suspeito de lavagem de dinheiro e corrupção, foi preso.

No caso do Brasil, o foco é um contrato com o Metrô de São Paulo. Segundo o Ministério Público suíço, US$ 6,8 milhões teriam sido pagos como propinas no País para garantir o contrato.

Desde maio, a Bancada do PT tem feito ações, como representações na Justiça, no sentido para que sejam esclarecidas as supostas irregularidades. O líder da Bancada, deputado Roberto Felício, salienta que “os deputados do PT, cientes da responsabilidade e do compromisso de representantes do povo, exigem a apuração total dos fatos, para que possa se punir os responsáveis pelos atos criminosos ao patrimônio dos paulistas e se ressarcir ao Tesouro do Estado o dinheiro desviado”.


Leia AQUI matérias dos jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo, em 27/8/2008.

Fonte:PTAlesp

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Caso Alstom:Desgoverno José Serra Afunda na Lama

PT denuncia Siemens aliada da Alstom nos contratos com o governo de SP


A relação da Alstom com a empresa alemã Siemens e os supostos esquemas de pagamentos de propinas, como meio de garantia de contratos com o governo do Estado de São Paulo, será apresentada amanhã (terça-feira, 5 de agosto), às 14 horas, pela Bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo.

Segundo investigações em curso na Alemanha, a multinacional Siemens teria gasto $ 1,3 bilhão de euros em transações suspeitas, ocorridas no período de 2000 a 2006.

No Brasil, a empresa realizou negociações com o governo paulista, de 1990 a 2008, num total de 146 contratos, que somaram R$ 2,75 bilhões.

Os parlamentares do PT apresentarão o levantamento realizado com base nos dados oficiais do governo do Estado e do TCE, com informações sobre as licitações, aditamentos em contratos firmados com o Metrô, Emae, CPTM, Nossa Caixa, universidades, entre outros.


Fonte: PTAlesp

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Alstom e o PSDB:O Suborno Tabelado

“De acordo com planilha do PSDB, era do atual secretário de Subprefeiturasde São Paulo, Andrea Matarazzo, a missão de recolher o dinheiro em 98.
“As finanças do partido no poder[PSDB]”, “o tribunal de contas [TCE]” e “a Secretaria de Energia [de São Paulo]”.

Segundo a correspondência de executivos da Alstom apreendida por autoridades da Suíça, estes órgãos não eram apenas os locais em que alguns tucanos batiam o ponto, mas também o endereço final do suborno pago pela multinacional francesa para obter alguns contratos do Estado.

Os detalhes da operação foram descritos num comunicado enviado por Andre Botto, diretor da Cegelec – subsidiária da Alstom - na França, para um cidadão de nome M. Chamussy. Escrito em 23 de setembro de 1997, o documento se refere a um contrato de R$ 110 milhões a ser firmado com a Eletropaulo. Nele, Botto informa que o suborno foi acertado num “patamar de 7,5 (%)”. “Se trata da remuneração para o governo local.

Ela está sendo negociada via um ex-secretário do governador (RM)”. De acordo com as investigações, “RM” é Robson Marinho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Depois de coordenar a campanha eleitoral de Covas em 1994, ele foi chefe da Casa Civil do governo do Estado de 1995 a abril de 1997.

Cabia a “RM”, neste caso, segundo a correspondência, distribuir a quantia entre o partido, o Tribunal de Contas do Estado e também à Secretaria de Estado de Energia.”




Transcrito de: Blog Tucano Alstom

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PSDB Na Corda Bamba:ALSTOM E A PROPINA AOS TUCANOS

O engenheiro José Geraldo Villas Boas, ex-presidente da Cesp (Companhia Energética de São Paulo), disse ao Ministério Público que dividiu com outras duas pessoas os 7,6 milhões de francos franceses que recebeu da Alstom entre 1998 e 2001 por consultorias, segundo a Folha apurou.

O valor corresponde a R$ 2,05 milhões (ou US$ 1,4 milhão) quando corrigido pelo câmbio da época. Villas Boas disse ter recebido o dinheiro na Suíça. À época dos pagamentos, Mario Covas (PSDB) estava à frente do governo de São Paulo.
Curiosamente, Villas Boas disse ter ficado com a menor parte dos R$ 2,05 milhões: 17,5% ou R$ 348,75 mil. O restante foi repartido com o engenheiro franco-brasileiro Jean-Pierre Courtadon, que ficou com cerca de 25%, e com um executivo francês chamado M. Cabane, que abocanhou mais da metade do valor.

Courtadon era diretor da filial brasileira da Cegelec, empresa que foi comprada pela Alstom em 1997. Cabane era o responsável na França pelos contratos da Cegelec no Brasil.
Promotores suíços que investigam o pagamento de propinas pela Alstom dizem que contratos de consultoria serviam de escudo legal para repassar comissões a políticos.

O advogado de Villas Boas, Luiz Guilherme Moreira Porto, diz que essa versão não se aplica a seu cliente: "Ele ganhou por um contrato de consultoria real. Ele não era um Zé ninguém que serviria de biombo para o pagamento de propina".
Dois documentos de 1997 em poder do Ministério Público da Suíça, dos quais a Folha obteve cópias, mostram que a Alstom estava disposta a pagar 7,5% para obter um contrato de R$ 110 milhões com a Eletropaulo -a suposta propina equivale a R$ 8,25 milhões. Um dos memorandos da Alstom diz que esse dinheiro teria três destinos: iria para "as finanças do partido", "o tribunal de contas" e "a Secretaria de Energia".

A estratégia da Alstom parece ter dado certo: a Eletropaulo contratou a empresa em 1998.
Villas Boas, que dirigiu a Cesp entre junho de 1982 e março de 1983, contou que recebeu o dinheiro na Suíça porque a Alstom exigia que os pagamentos fossem feitos em francos franceses. Ao ser questionado pela Folha, Moreira Porto não soube explicar por que a empresa não foi aberta na França se a Alstom queria pagar em francos franceses.

Os valores foram depositados na conta de uma "offshore" que ele criou para receber da Alstom, a Taltos. A parte de Courtadon foi depositada na conta de uma "offshore" chamada Andros Management.

Segundo o advogado de Villas Boas, seu cliente repassou a maior parte para Cabane e Courtadon porque eles o indicaram para fazer a consultoria. "É o famoso honorário de indicação. Ele não repassou dinheiro para a Eletropaulo ou para alguém do governo."

A história de Villas Boas pode ser uma estratégia de defesa. Ao confessar que recebeu fora do Brasil, ele pode ter confessado crime de evasão. Mas, como tem mais de 70 anos, não pode mais ser punido por isso. Outra aparente estratégia é restringir o dinheiro repartido à iniciativa privada. Assim, ele tenta afastar-se das supostas propinas que foram pagas a tucanos e do crime mais grave -o de lavagem de dinheiro, cuja pena chega a dez anos de prisão.

Engenheiro nega ter agido como laranja

O advogado Luiz Guilherme Moreira Porto, que defende o engenheiro José Geraldo Villas Boas, diz que o contrato de consultoria que seu cliente manteve com a Alstom nunca foi "um biombo" para o pagamento de propina. "O Villas Boas é um dos maiores especialistas em energia elétrica do Brasil. Ele não foi laranja de ninguém. Ele tem um currículo invejável."
Segundo Moreira Porto, é equivocada a interpretação de que parte dos R$ 2,05 milhões recebidos pelo engenheiro na Suíça foram repassados para políticos. "Ele repassou para executivos que tinham ligações com a Alstom e que indicaram o Villas Boas para a consultoria."

Para o advogado, não é estranho que Villas Boas, que assinou o contrato de consultoria, tenha ficado com a menor parte. "Os executivos ganharam mais porque trabalharam anos nesse contrato com a Eletropaulo. Um contrato desse valor [R$ 110 milhões] exige dedicação."

Ao ser questionado se o seu cliente contara que diretores da Alstom recebiam de contratados, o que sugere um caso de corrupção privada, disse: "Se a Alstom pagou a mais e isso reverteu para os executivos, é problema privado".
Moreira Porto diz que não é certo que seu cliente confessou o crime de evasão de divisas. "Só é crime se ele ficou com mais de US$ 100 mil no final daquele ano. Ele pode ter gasto o que recebeu."



Fonte: PTAlesp

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PSDB de São Paulo:A Vergonha Institucionalizada

Por Guina

Há quase 20 anos no comando de São Paulo, o PSDB parece que sonha em institucionalizar a incompetência, a farsa e os desmandos cometidos por suas administrações catastróficas que envergonham a cada dia o estado.

Os governos tucanos, devidamente maquiados pela nojenta mídia paulista, colocou o mais rico estado do país numa situação de extrema vergonha para o seu povo.

O jeito PSDB de governar começou com Mário Covas e suas famigeradas privatizações e com os pedágios com tarifas abusivas.

Os desmandos e o desrespeito à população chegou ao ápice com Geraldo Alckimin. Fraco e sem pulso, deixou o povo nas mãos do PCC, a sáude na UTI e viu seu governo manchado com graves escândalos como as manobras que impediram a isntalação de 69 CPI's, o rombo de R$ 1,2 bilhão nas contas do estado, denunciado pelo seu sucessor Cláudio Lembo(DEM), o escândalo na Nossa Caixa, superfaturamento de obras como o Rodoanel e Calha do Tietê, além disso ainda teve que assistir sua esposa Lu Alckmin ser flagrada recebendo 400 vestidos de luxo de um estilista, num ato proibido e vexatáorio para uma primeira dama.

E o atual governador José Serra, também não fica atrás, pois em seu governo o que vemos é a continuação do modus operandi de seus colegas antecessoeres.

Além de continuar sucateando a segurança, a saúde, a educação e o falido sistema de transportes, onde houve o triste episódio do ainda não explicado acidente no Metrô, temos que assisitir perplexo o estouro do Caso Alston, onde foram pagas altas propinas para polítcos do PSDB dese o governo do honesto(?) Mário Covas.

Isso só reforça a tese de que os tucanos, além de serem péssimos opositores, são ainda mais na hora de governar.

O interessante é ver como os caras-de-pau ainda possuem a coragem de vir à mídia, sem nenhuma vergonha, atacar Lula e o PT.

Eles agem como se tudo que está acontecendo aqui em São Paulo fosse um verdadeiro faz-de conta.

Querem que acreditemos que não possuem responsabilidades por todos os desmandos administrativos que têm cometidos frente ao estado.

O PSDB quer institucionalizar a farsa, o engodo e a mentira. Para eles está tudo bem. Está tudo normal.

Esse incompetentes arrasam os cofres púbicos, cometem uma série de desmandos, abafam qualquer tentativa de investgação sobre o mau uso do dinheiro do povo e encaram como se nada estivesse acontecendo.

Ou o povo de São Paulo toma vergonha na cara e dá um basta nessa gente que pensa ser dona do estado ou estaremos perdidos.

Acorda São Paulo!


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PSDB Na Lama:A Máscara Continua a Cair

Por Guina


É caros leitores, como já postei aqui, a oposição está perdida em meio a tantos escândalos. A máscara deles continua a cair de forma vexatória.


Pois como se não bastasse o já sabido por toda a população brasileira, os muitos desmandos e atos vergonhosos com o PSDB no governo FHC, com a compra da emenda da reeleição, o rombo feito na Nossa Caixa pelo governo Geraldo Alckmin em São Paulo e o envolvimento de José Serra no caso da máfia dos Sanguessugas, dentre tantos outros, agora os tucanos se vêem atolados até o pescoço num mar de lama sem fim.


O caso Alstom, esquema que deu um prejuízo de cerca de R$ 1,375 bilhões aos cofres públicos em São Paulo e a crise moral, ética e de governança na fraca administração Yeda Crusius no Rio Grande do Sul, com o recente escândalo no Detran/RS, com desvio de quase R$50 milhões, e que já derubou todo o secretariado da tucana incompetente, expõe um quadro triste mais real da situação vivida pelo PSDB no país.


É o modus operandi deste partido que sempre agiu na clandestinidade e contando com o apoio de uma mídia sem escrúpulos para tentar voltar ao poder e acabar com tudo aquilo que o Presidente Lula tem feito para o povo mais carente.

A corrupção está no DNA do PSDB, é fato.

E eles estão perdidos: sem moral, sem crediblidade, sem vergonha e sem apoio do povo.

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PT apresentará mais dados sobre o esquema Alstom e tucanos

Fonte: PTalesp


Os pagamentos de propina a tucanos, efetuados com base em trabalhos de consultorias fictícias, serão alvo de investigações por um meio de uma bateria de ações dos deputados petistas da Assembléia Legislativa, que envolvem o TCE, Ministério Público e secretarias de Estado, já no início da próxima semana.

Segundo notícias publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo, os investigadores suíços apontam o pagamento de R$ 13, 5 milhões, feitos supostamente pela Alstom, para agentes do governo tucano em troca de assinatura de contratos com o governo do Estado, no período de 1998 a 2001.

Na avaliação do líder do PT na Assembléia, Roberto Felício, as notícias vêem consolidar as denúncias do PT de suspeitas de irregularidades e fraudes, executadas pela administração tucana no Estado de São Paulo e, daí, a necessidade de ser instituída uma CPI na Assembléia para investigar o caso.

A Base do governador José Serra, na Assembléia, tem barrado as possibilidades de investigação e, nesta semana, derrubaram o requerimento de convocação do Secretário de Transportes, José Luiz Portella, e do presidente do Metrô, José Jorge Fagali.

Recentemente a Bancada do PT apresentou, numa entrevista coletiva, a relação dos 139 contratos firmados entre a Alstom e o governo de São Paulo num total de R$ 7, 6 bilhões, sendo que seis, que totalizam R$ 1,3 bilhão, foram julgados irregulares pelo TCE.

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