Mostrando postagens com marcador Serra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Serra. Mostrar todas as postagens

Falhas na investigação do caso Isabella afetam José Serra.

Falhas na perícia (realizada 8 vezes!),não preservação do local do crime e estrelismo de policiais envolvidos na investigação do "Caso Isabella" mostram despreparo da Polícia paulista após 15 anos de governo do PSDB no Estado De São Paulo, e afetam pretensões políticas do governador José Serra.


A impressionante sucessão de erros na investigação do "Caso Isabella", que chocou a população brasileira, mostra fracasso das políticas de segurança do PSDB nos 15 anos que este partido vem governando o Estado De São Paulo.

As trapalhadas na condução da investigação da morte da menina Isabella Nardoni vão desde a não preservação do local do crime pela Polícia Militar (que chegou primeiro ao apartamento de onde a garota foi jogada), passam pela liberação do imóvel para os familiares depois da realização da primeira perícia pela Polícia Civil e chegam a repetição desta perícia por 8 vezes em uma "cena" de crime já totalmente desfigurada.

Mesmo com as pistas deixadas no apartamento pelo casal Nardoni, principal suspeito no caso, as falhas na perícia oriundas da não preservação do local do crime poderão ocasionar a impunidade dos assassinos.

Além disso, o estrelismo de alguns policiais envolvidos na investigação, dizendo que "99% do caso estava esclarecido", ou acusação direta ao pai de Isabella por uma delegada no dia seguinte ao crime, ou mesmo o "vazamento" de informações da investigação para a imprensa quando o caso estava em sigilo de Justiça mostraram o descontrole da cúpula da Segurança Pública paulista sobre quem investigava o crime. Delegados ávidos pelos seus "15 minutos" de fama reforçaram a impressão de que a Polícia estava perdida em relação ao caso durante a maior parte do tempo.

Todos estes fatos demonstrando ineficiência, despreparo e descontrole levam a população a tirar conclusões negativas em relação a política de Segurança Pública implementada pelo PSDB em 15 anos de governo em São Paulo e, principalmente, pelo atual governador José Serra.

Já enfrentando problemas com o retumbante sucesso da administração de Luís Inácio Da Silva, o "Lula" na Presidência Da República, e com as brigas internas do PSDB, e deste com o DEM pelo eleitorado de direita nas grandes cidades do País; José Serra tem nas trapalhadas na investigação do "Caso Isabella" mais um motivo para ver o seu sonho presidencial cada vez mais distante.

Por marcosomag

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Quem Teme é Porque Deve:Tropa de Choque de Serra na Assembléia impede investigação dos cartões

Assessoria de Comunicação - Bancada do PT

Mais uma vez a base aliada do governador José Serra no Legislativo paulista bloqueou as tentativas de apuração dos indícios de irregularidades no sistema de cartões de despesas no Estado de São Paulo e cobrar a falta de transparência dos dados.

Na semana passada, no dia 14/02, os deputados Enio Tatto, líder das minorias e Mário Reali, ambos integrantes da Comissão de Finanças e Orçamento na Assembléia, protocolaram na Comissão requerimento de convocação do secretário da Fazenda do Estado, Mauro Ricardo Machado Costa.

Nesta terça- feira, 19/02, um deputado do PPS , pediu vistas ao requerimento numa ação regimental que posterga a votação de requerimento de convocação do secretário.

Os deputados petistas pretendiam indagar o secretário sobre os “mecanismos e utilização do cartão de pagamento de despesas” usado por 42 mil funcionários públicos do Estado. Os gastos dos funcionários com cartões chegaram em 2007 a R$ 108 milhões, sendo 44,6% desse valor sacado em dinheiro.

As denúncias de irregularidades levaram o governo Serra suspender em 12/02, suspender os saques com cartões. Na ocasião o governador defendeu a suspensão para realizar um balanço sobre o assunto. Dois dias depois, a secretaria da Fazenda disponibilizou os dados no Site da secretaria.

A Bancada do PT denunciou a continuidade na omissão de informações e apontou a falta o CNPJ das empresas fornecedoras do Estado e a descrição do produto adquirido, dados estes disponíveis no Site Transparência do governo federal.

Para o líder das minorias Enio Tatto, a manobra do governo Serra na Comissão é mais um mecanismo de bloquear as investigações. “Os governistas querem ocultar a falta de controle dos cartões no Estado de São Paulo que consumiram R$ 108 milhões dos recursos da sociedade paulista.”

O deputado Mário Reali afirmou que “é um absurdo o que o PSDB faz, até impedir a convocação do secretário de Fazenda pela Comissão de Finanças para esclarecer os gastos e que PT vai continuar insistindo na CPI para que todos os fatos apurados”.


Fonte:PTAlesp

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

PSDB e Serra na Mira da Lei:Será que a Globo vai mostrar?

Receita detecta notas frias na campanha de Serra em 2002

PSDB foi autuado em R$ 7 milhões e teve suspensa sua imunidade tributária


Segundo a auditoria, notas somam R$ 476 mil; PSDB nega haver irregularidades em suas contas e diz que o órgão federal age de má-fé.


A Receita Federal detectou notas fiscais frias emitidas por uma empresa fantasma e por outra inidônea para o PSDB e a campanha à Presidência da República em 2002 do tucano José Serra, no valor de R$ 476 mil, segundo a Delegacia da Receita Federal de Brasília, que suspendeu a imunidade tributária do partido e o autuou em aproximadamente R$ 7 milhões.



A Folha obteve documentos sigilosos da auditoria nas contas tucanas e do auto de infração. A empresa inidônea é a Marka Serviços de Engenharia, que estava desativada desde janeiro de 1996 e pertence a Márcio Fortes, secretário-geral do PSDB (1999 a 2003) quando as notas foram emitidas. Em 2002, Fortes presidiu o comitê financeiro tucano nas eleições.



Dois dos cheques do PSDB nominais à Marka (total de R$ 94,7 mil) foram depositados na conta pessoal de Fortes. Houve também uma transferência eletrônica (R$ 44,5 mil) referente ao pagamento de uma nota fiscal da Marka para a conta de Margarete Licassali Lucindo, funcionária do PSDB.Equipe especial de fiscalização constituída para esquadrinhar as contas de nove partidos foi ainda mais dura com o PSDB.



Os auditores identificaram 15 notas frias, no valor de R$ 1,144 milhão, emitidas por quatro empresas, incluindo a Marka e a fantasma Gold Stone Publicidade e Propaganda."A empresa está baixada desde 09/01/1996, e as notas foram emitidas em 2001 e 2003. Não pode o partido alegar que agiu de boa-fé, isto é, que não sabia da situação baixada da empresa, pois o responsável pela empresa perante a Receita Federal é o sr. Marcio João de Andrade Fortes, que, à época, era secretário-geral do partido", destacaram os auditores.



Embora a Gold Stone tenha registrado que foi aberta em 1996, a Receita nunca conseguiu localizar a sede da empresa, ou seja, ela nunca existiu fisicamente. Também nunca recolheu um centavo de imposto.No auto de infração, baseado na auditoria da equipe de fiscalização, a delegacia da Receita aceitou as explicações do partido em relação a outras duas empresas, Casablanca Service Provider e Aconchegante Editora e Eventos, que emitiram notas para o PSDB no valor total de R$ 668 mil em 2002, ano em que ambas as empresas declaram receita zero ao fisco- isto é, não recolheram nada de imposto, como se não tivessem funcionado naquele ano.

A delegacia da Receita entendeu nesses dois casos que irregularidades tributárias e eventual sonegação de impostos são de responsabilidade das empresas, e não do PSDB.
Em relação à Marka e à Gold Stone, contudo, a delegacia do fisco em Brasília manteve a constatação da equipe de fiscalização: a primeira não tinha idoneidade para emitir notas, e o PSDB não comprovou a efetiva prestação de serviços pela segunda. A delegacia corroborou também a afirmação da auditoria de que houve distribuição de recursos do partido no caso do depósito na conta de Margarete, em desrespeito ao Código Tributário Nacional, que rege a imunidade fiscal dos partidos políticos.



No jargão dos fiscais da Receita, notas frias são em geral emitidas para "acobertar despesas", isto é, escamotear a verdadeira finalidade do dinheiro.O PSDB nega qualquer irregularidade e já entrou com recurso na Delegacia de Julgamento da Receita. Independentemente do resultado, a Receita deve encaminhar os ilícitos à Justiça Eleitoral, que pode cassar o registro do partido.



O secretário de Organização do PSDB, Eduardo Jorge, disse que não tem cabimento o trabalho da Receita, que o órgão está agindo "de má-fé" e acusou o PT de estar por trás do vazamento da informação para desviar o foco do escândalo dos cartões. Afirmou ainda que o PSDB vai provar a lisura das contas na Delegacia de Julgamento.

As investigações nas contas do PSDB fazem parte de uma devassa na contabilidade dos partidos iniciada pela Receita em 2005, após as denúncias de caixa dois do PT no escândalo do mensalão. Antes direcionada aos partidos da base aliada ao governo, beneficiários do mensalão, a auditoria foi estendida ao PSDB e ao DEM.


Para assinantes
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1902200802.htm


Enviado por Jussara Seixas - Por Um Novo Brasil

Read More...
AddThis Social Bookmark Button

Cartão Corporativo de Serra Paga até 'Baladas' de Tucanos!

CARTÃO DE SERRA FOI USADO EM CASAS NOTURNAS

Dados do Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária), repassados ao Conversa Afiada pela liderança do PT na Assembléia, mostram que os cartões corporativos do Governo de São Paulo foram usados para pagar contas em choperias e casas noturnas.

O Sigeo mostra gastos feitos na Choperia Farol Assis e num estabelecimento chamado Comercial Santo Amaro. Os gastos realizados nesses locais e pagos com o cartão corporativo do Governo Serra somam R$ 1.031,00 e foram realizados em junho de 2006, julho de 2006 e agosto de 2007. O ramo de atividades desses estabelecimentos é discriminado no Sigeo como "casas noturnas".

Os gastos feitos na Choperia Farol Assis foram pagos por um servidor da Secretaria de Saúde no dia 31 de agosto de 2007, às 17h36, e somam R$ 366. Depois, no mesmo dia 31 de agosto de 2007, o mesmo servidor foi à Cachaçaria Água Doce, às 22h03, e gastou R$ 340 com o mesmo cartão corporativo que usou na Choperia Farol Assis. Um dia depois, no dia 01 de setembro de 2007, às 14h30, o mesmo servidor voltou à Cachaçaria Água Doce e gastou mais R$ 300 com o cartão corporativo do Governo de São Paulo.

Em maio de 2002 o cartão, que estava em nome de uma servidora, que na ocasião trabalhava na Secretaria de Ciência e Tecnologia, foi usado para pagar uma conta de R$ 8 mil na Estância Alto da Serra.

A Estância Alto da Serra é uma casa de shows e tem duas unidades: uma em São Bernardo do Campo e outra no Itaim Bibi, na capital paulista.

Outro dado do Sigeo que chamou a atenção do líder do PT na Assembléia, deputado Simão Pedro, foi o gasto de R$ 4 mil com o cartão corporativo, entre 2005 e 2007, para pagar táxi. O que chama a atenção é o fato de os gastos com táxi serem pagos a uma mesma empresa, a Chame Táxi.

Transcrito de:Por Um Novo Brasil

Read More...
AddThis Social Bookmark Button