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Reinaldo Azevedo:O Falido e a Demissão de Paulo Henrique Amorim

Por Guina

Como era de se esperar, o PIG(Partido da Imprensa Golpista) está festejando em massa a demissão de Paulo Henrique Amorim do IG.

O nefasto Reinaldo Azevedo em seu blog faz um ridículo comentário a respeito do fato e demonstra toda sua inveja e ódio de PHA.

Este sujeito, empregado da golpista Veja é realmente um pobre coitado.

Ele chama Paulo Henrique Amorim de 'blogueiro sem vida própria' e se esquece da história da falida Revista Primeira Leitura, da qual Azevedo era editor e que após envolver-se no escândalo da Nossa Caixa como veículos de comunicação beneficiados com verbas oficiais pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB), teve que fechar as portas.

A Primeira Leitura foi lançado pelo ex-ministro das Comunicações de FHC, Mendonça de Barros, que trabalhou para o mesmo Geraldo Alckmin. (ver matéria aqui)

Enfim, de um indivíduo como Reinaldo Azevedo só podemos mesmo é sentir pena.

Afinal é um falido, sem crédito algum. Um sujeito que dirigiu uma revista com este tipo de envolvimento político-econômico não possui condição alguma de falar mal de PHA.

Talvez a dor da falência da Primeira Leitura ainda cause muito sofrimento ao pobre Azevedo. E sendo assim, só lhe resta comemorar os insucessos dos outros.

Pobre coitado.

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Corrupção na Nossa Caixa

Fonte: PTAlesp

O líder do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo deputado Simão Pedro esteve reunido com o presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Roque Citadini para requisitar realização de uma autoria especial nos contratos e convênios celebrados entre o Banco Nossa Caixa e a Associação Brasileira e bancos Estaduais e Regionais ( Asbace).

Segundo investigações do Ministério Público Federal e a Polícia Civil do Distrito Federal, no período de junho de 1998 a março de 2006, foram firmados um convênio e dez contratos, com dispensa de licitação, que atingem um montante de R$ 752 milhões.
Durante a gestão Covas/ Alckmin de junho de 1998 a abril de 2002, foram firmados um convênio e seis contratos, sem os possíveis aditamentos ocorridos, a Nossa Caixa pagou à Asbace em torno de R$ 12, 7 milhões.

As apurações do MPF constataram que a aliança da Asbace com o Banco de Brasília sub-contratava empresas e associações para prestar serviços e estas vendiam notas fiscais, correspondentes a projetos e serviços não executados.
Foram citadas como integrantes do esquema fraudulento as instituições Fundação Asbace de Ensino e Pesquisa, Instituto Caminhar, Projeto Conviver e Instituto Êxito.
Dirigente da Ong Caminhar afirmaram terem preenchidos, com a ajuda da irmã e do namorado, os questionários da Nossa Caixa para aferir a satisfação da clientela nos depoimentos ao MPF.
Para a realização desses serviços foram pagos R$ 9 milhões aos cofres do banco, que segundo os investigadores custaria nos valores de marcado R$ 300 mil.

Levantamento realizado pela assessoria da Bancada do PT na Alesp, todos os processos foram julgados como regulares pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.
No ano passado denuncias de irregularidades nas publicidades do Banco levaram o deputado Enio Tatto a protocolar o pedido de CPI da Nossaa Caixa que os tucanos e sua base aliada impediram a instalação.

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