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MST contesta versão da Globo sobre ocupação no Pará

Sobre o espisódio, muito reopercutido pelos diversos programas da Rede Globo, em relação à ocupação do MST a uma fazenda na região de Xinguara e Eldorado de Carajás, no sul do Pará, o movimento esclarece em nota, divulgada, que ''os sem-terra não pretendiam fazer a ocupação da sede da fazenda nem fizeram reféns. Nenhum jornalista nem a advogada do grupo foram feitos reféns pelos acampados, que apenas fecharam a PA-150 em protestos pela liberação de três trabalhadores rurais detidos pelos seguranças''.


 Segundo o MST, ''os jornalistas permaneceram dentro da sede fazenda por vontade própria, como sustenta a Polícia Militar''. A versão vai na contra-mão da difundida pela emissora.


Leia aqui no Vermelho,a íntegra da nota.

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MST:Todos Contra a Criminalização do Movimento!

O MST e entidades de direitos humanos promovem entrevista coletiva sobre o processo de criminalização dos movimentos sociais, um dos temas da jornada de lutas por Reforma Agrária, nesta quinta-feira (24), às 14h, no auditório da Ação Educativa, em São Paulo.

Participam da entrevista coletiva o jurista e professor titular aposentado da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), Fábio Konder Comparato, o integrante da coordenação nacional do MST, João Pedro Stedile e o advogado do Movimento Aton Fon Filho.


Entidades de defesa dos direitos humanos, como Terra de Direitos e Justiça Global, apresentam na atividade as denúncias oficiais encaminhadas à ONU (Organização das Nações Unidas) e à OEA (Organização dos Estados Americanos) sobre o processo de criminalização do MST e a violência da Brigada Militar do Rio Grande do Sul.


Um conjunto de entidades, parlamentares, intelectuais e defensores dos direitos humanos classificou os últimos episódios no Rio Grande do Sul como uma ameaça à consolidação da democracia no país e manifestaram apoio aos trabalhadores Sem Terra.


O Ministério Público Federal em Carazinho acusa oito trabalhadores rurais, que fazem a luta pela Reforma Agrária, de crimes contra a Lei de Segurança Nacional (Lei nº 7.170/1983), que define os crimes contra a segurança nacional e a ordem política e social, sob a ótica de repressão do regime militar. A primeira audiência está marcada para 29 de julho, em Carazinho.


O Conselho Superior do Ministério Público, do Rio Grande do Sul, aprovou relatório que determina a ''dissolução'' do MST no estado. Depois da condenação da iniciativa pela sociedade, o MP-RS recuou, mas seguem as oito ações civis públicas contra agricultores.


O MST realiza uma Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, que denuncia a ofensiva de setores antidemocráticos contra os trabalhadores Sem Terra e reivindica o assentamento das 140 mil famílias acampadas no país e um programa de agroindústria.



- Assine aqui o manifesto contra a criminalização do MST




Serviço
Local:
Ação Educativa
Endereço: Rua General Jardim, 660, na Vila Buarque (próximo ao metrô Santa Cecília) em São Paulo/SP,
Horário: 14h



Fonte: MST

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