O Eleitorado de Lula é Analfabeto, Idiota e Imbecil...

Por Rita de Cássia Tiradentes


A atriz Luana Piovani, 29, levou seis meses para ler o clássico "Cem Anos de Solidão" (1967), do escritor colombiano Gabriel García Márquez, 77, Nobel de Literatura de 1982. Como o livro tem 384 páginas, isso significa que ela leu apenas duas páginas por dia, em média.


Em seu blog, Piovani comenta a façanha com entusiasmo: "Terminei de ler meu último companheiro de 6 meses, meu fiel amigo de cabeceira, meu gorducho livro! Gabriel e eu realmente nos entendemos! Cem Anos de Solidão me fez viajar por lugares quentes, me apresentou mulheres loucas e admiráveis e ainda me descreveu uma cena de amor enfestada [sic, o correto é infestada] de borboletas amarelas."

Considerando a média diária de duas páginas, a atriz vai levar quase quatro anos para ler os seis livros da série "Harry Potter", que possuem, em português, mais de 2.700 páginas. Em dois meses, ela consegue "matar" o novo sucesso de García Márquez, "Memória de Minhas Putas Tristes" (128 páginas).

A descoberta da literatura clássica foi festejada por Piovani em seu blog: "Despedi-me dele feliz, cheia de histórias novas e com uma sensação boa de respeito por uma coisa tão simples, pequena e poderosa: o livro! Agora ele tá lá, na minha estante."

24/02/2006

U4

Fui nos 2 shows... os 2 dias... ao todo 7 shows do U2, ao longo dos meus 29 anos... Amsterdam ainda é o número 1... o Bono com o Gil é 10, mas com o Lula é 0. Se o Bono soubesse... Miracle Drug for you...

P.s. Usem camisinha e pelo amor de Deus, se beberem, NÃO DIRIJAM!! Bom Carnaval a todos.

Realmente eu concordo quando dizem que o eleitorado de Lula é burro, analfabeto e imbecil.
Temos tido exemplos como os acima, a cada dia.
Essa é uma típica eleitora anti-Lula. Inteligente e sagaz.
Valeu Luana...

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3 comentários

  • MARCOS LOURES  
    30/6/06 9:23 PM

    Quem sabe faz a hora, e já!
    O crescimento de Alckmin nas pesquisas era esperado. Durante o mês passado todo, Geraldo esteve na mídia, se apresentando como o “bom moço”, castelo de pés de barro facilmente destrutível, a partir da quantidade impar de CPIs arquivadas durante o seu período longo à frente do governo paulista.
    Inegavelmente, a tentativa de demonstrar ao povo brasileiro, afetado pela mídia tendenciosa, que o insosso Picolé é uma alternativa “moral” a Lula, surtiu algum efeito.
    Isso tudo foi muito bom para que os simpatizantes de Lula não se acomodem, evitando o clima de “já ganhou”, altamente prejudicial a qualquer um. Temos exemplos vários de candidaturas praticamente vitoriosas, serem esmagadas no final da campanha.
    O próprio Fernando Henrique Cardoso perdeu uma eleição para Jânio Quadros nos últimos dias da campanha.
    Da mesma forma que a candidatura de Lula foi atacada por fogo cerrado, não se pode desprezar a candidatura tucana e deve-se partir para o ataque.
    Os telhados de vidro do candidato Alckmin são múltiplos e devem ser alvejados. Chumbo cruzado não dói e “pau que dá em Lula dá em Geraldo”.
    Um ponto que deve ser visto por todos é a quem interessa a vitória de Alckmin.
    Com certeza, para as camadas mais pobres da população é que não.
    A associação de Alckmin ao governo Fernando Henrique é óbvia e deve ser demonstrada a cada momento. Afirmativas como as que Alckmin deu com relação à ALCA, também.
    Os famosos escândalos da administração paulista devem ser todos bem explorados. A origem tucana do valérioduto, a lista de Furnas, o escândalo da Nossa Caixa, entre outros.
    O PT está ainda muito quieto e muito omisso com relação a isso. Nossa militância é muito maior e mais aguerrida, mas está calada. Tomamos porrada o tempo inteiro sem reação.
    Lula continua muito isolado, sem apoio real de seus aliados.
    A quem interessa a derrota de Lula? A questão deve ser analisada e exposta, mesmo com a mídia adversa, temos que lutar.
    Obviamente tivemos e temos ainda muitos problemas de ordem interna. Nossos erros e nossa auto flagelação chegou a extremos nunca vistos antes.
    O PT ainda não se recuperou totalmente de todas as lambanças feitas por meia dúzia de três ou quatro imbecis.
    Devemos reagir e com força. A nossa marca sempre foi à luta, a bandeira, a garra. Entretanto, estamos acoitados e medrosos.
    Cadê as bandeiras e os botons, cadê nossa militância, nosso orgulho, nossa fibra?
    Estamos ainda muito parados, esperando a banda passar, contando somente com a força de Lula que, a bem da verdade, se dependesse de nós estaria perdido.
    Não temos que discutir com a corja tucana e pefelista sempre na defensiva. A hora é de atacar, de atingir os pontos fracos dessa turma. É importante para que possamos ficar mais forte, estamparmos nossa verdadeira face. Somos petistas, comunistas, socialistas e lulistas.
    Com muita honra, somos sim e não apesar de...
    Se analisarmos francamente, qual foi a nossa atitude quando Lula foi atingido em sua honra e moral? Onde estávamos quando um pilantra como esses pefelistas chamaram nosso presidente de ladrão, de bêbado, de pilantra? Onde estávamos quando o safado do ACM conclamou um golpe militar?
    Ficamos quietos, deixando um Arthur Virgílio vociferar à vontade, sob o silêncio, passivo, quase conivente dos nossos parlamentares.
    Nossa turma no Parlamento é fraca, muito fraca...
    Estamos perdendo de goleada dos cães ladradores da oposição. E a cada pancada mal respondida ou permitida, eles crescem sim senhor.
    Se chamam Lula de bêbado e não reagimos, estamos admitindo. Se chamam Lula de ladrão e não reagimos, somos coniventes.
    É hora de atacar. Um time que fica na defensiva o tempo todo perde o jogo. Estamos deixando escorrer uma vitória tranqüila por entre nossos dedos, ao não reagirmos com veemência a uma turba de salafrários como os que citei.
    É demonstrar a incompetência de um José Jorge sim senhor. É mostrar o caos administrativo de São Paulo sim senhor.
    Não é poupar nada e ninguém. Enquanto ficamos justificando somente os erros do passado e não apontarmos os erros e canalhices do outro lado, vamos ficar, apesar de íntegros na nossa grande maioria, com a pecha de pilantras e petralhas.
    É preciso um pouquinho de Stédile nas nossas veias, e muita garra para a luta.
    Ficamos omissos, hoje o PSTU faz mais barulho que todos nós juntos.
    O PT que conheci se aburguesou, e muito. Estamos mais para gentleman do que para guerreiros. Um dos raros momentos de garra que vi, foi quando Mercadante reagiu com indignação contra um verme inonimado numa dos vários ataques que sofremos no Senado Federal.
    Um safado mato-grossense defendeu-se numa CPI de uma maneira exemplar, enquanto éramos atacados e nossos representantes ficaram omissos.
    Cadê o PT, me respondam que eu não estou vendo. É preciso que Lula se defenda sozinho das pilantragens da Veja?
    Tá na hora de arregaçarmos as mangas. Pau com pau pedra com pedra.
    Senão vamos ficar a ver navios.
    E, os grupos financeiros internacionais, a elite econômica, os grupos entreguistas do patrimônio público, os abutres eternos e as sanguessugas do nosso povo sofrido; ou seja, a quem interessa a vitória de Alckmin, correm o risco de ganharem as eleições e deixarem cada vez mais nosso povo a mingua.
    Ergam os olhos e levantem a cabeça, estufem o peito e demonstrem, mais uma vez, o orgulho de sermos petistas.
    Lula e os seus milhões de famintos e injustiçados agradecem!
    A hora é agora e não podemos esperar acontecer!

  • MARCOS LOURES  
    1/7/06 10:38 PM

    Alckmin ganha fôlego, mas situação de Lula é estável
    De Elizabeth Lopes na Agência Estado:

    "O crescimento registrado pelo candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, nas pesquisas divulgadas pelo DataFolha e Vox Populi dão uma injeção de ânimo à campanha tucana e acende o sinal amarelo para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    A análise foi feita pelo cientista político e pesquisador da PUC e FGV de São Paulo, Marco Antônio Carvalho Teixeira. "Apesar das projeções indicarem que Lula continua vencendo o pleito no primeiro turno, a vantagem está caindo, o crescimento de Alckmin foi grande e a campanha tucana poderá ganhar um novo ânimo", considerou.

    Carvalho Teixeira analisa, contudo, que é preciso esperar as próximas pesquisas de intenção de voto para ver se o crescimento de Alckmin é sustentável. "Apesar do grande salto do tucano nessas pesquisas, Lula permanece praticamente estável nessas mostras, o que é uma incógnita a ser avaliada em novos levantamentos."

    O pesquisador da PUC e FGV de São Paulo acredita também que o crescimento de Alckmin é resultado da grande exposição que ele e o PFL (partido aliado) tiveram no horário gratuito no rádio e na TV".


    Na verdade, o que temos que analisar não é somente o crescimento dos números de Alckmin no cenário destas pesquisas, mas, fundamentalmente a manutenção dos números de Lula.
    Partindo do pressuposto que temos somente três candidaturas com alguma expressão, podemos ver esses novos índices mais como uma acomodação natural do que um real crescimento.
    Com o afastamento de Roberto Freire e do ultra direitista Enéas, naturalmente seus votos migrariam para Alckmin e para Heloisa Helena.
    O que vimos na realidade foi isso, inclusive com pequena queda, mas nada significativa, da candidatura desta.
    O que não houve, na verdade e é esse o principal fator, foi um ganho de Alckmin sobre o eleitorado lulista.
    A campanha tende a ser bipolar, com HH servindo mais como um somatório para possibilitar um segundo turno do que como um fiel da balança.
    Com o acirramento da campanha, poderemos ter uma visão melhor sobre a evolução desses índices.
    O certo, no momento, é que Alckmin não conseguiu penetrar no universo eleitoral do Presidente Lula, o que mantém a situação próxima do que tínhamos antes.
    Essa eleição tende a ser plebiscitária, como se fosse uma pergunta sobre a aprovação ou não do governo.
    Os fatores externos, como a maior exposição do candidato tucano, a bem da verdade, não surtiram o efeito esperado.
    O que se vê é a transferência dos votos de Freire e Enéas, pura e simplesmente.
    A superexposição de Geraldo, para ter algum efeito, teria que ter transformado votos de Lula em votos favoráveis a ele.
    Como se tivéssemos uma desistência de parte do eleitorado de votar no presidente e que essa parte fosse convencida por Alckmin.
    Trinta por cento do eleitorado é lulista de qualquer maneira, trinta por cento é anti-lulista de qualquer forma.
    Os quarenta por cento restantes, tendem a aceitar mais o Governo atual do que o que poderia ser o retorno ao Governo FHC.
    O eleitorado de HH, na sua maioria formado por intelectuais e grupamentos mais à esquerda, provavelmente não migrariam para Alckmin, num segundo turno.
    O grande desafio da candidatura tucana é crescer em cima dos quarenta por cento não Lula e não anti-Lula, o que não ocorreu.
    Dificilmente Alckmin conseguirá desvincular-se da imagem de Fernando Henrique Cardoso e, muito menos poderá escapar ileso das acusações feitas aos seus Governos em São Paulo, como em relação à criminalidade e às CPIs engavetadas.
    A ser verdadeira, a lista de Furnas, poderá ser usada, também como arma eficaz.
    O parecer do procurador Geral da República isentando Lula; vai, com certeza, servir de palanque para sua candidatura.
    “Investigaram toda a minha vida e não encontraram nada”, causa um impacto tão ou mais forte do que as acusações feitas ao Presidente.
    Inclusive, coisas como Ladrão, Alcoólatra, etc., são passíveis de processos eleitorais com direitos de defesa.
    Para avaliarmos o quanto aumentou as chances de Alckmin, devemos esperar por outras pesquisas, principalmente após o começo da campanha eleitoral na tevê e no rádio.

  • Marcos Loures  
    3/7/06 12:16 AM

    Preconceito e discriminação.
    Nada mais estúpido do que os preconceitos. Qualquer tipo e em qualquer situação.
    Denotam simplesmente, não só a ignorância como também a incapacidade de se adaptar ao convívio das diferenças.
    O pré-conceito, em sua magnitude, é responsável pelas guerras, pela fome e pela miséria dos mais frágeis.
    Através da História, tivemos em todos os momentos desta, marcas indeléveis e cicatrizes profundas causadas pela ação do homem contra o homem, sob o simples e absurdo argumento de que se é incapaz de aceitar a convivência com quem não espelha a imagem do dominador ou do, teoricamente, mais forte.
    Normalmente o preconceituoso demonstra um caráter de não aceitação de si próprio, transferido para o outro as sensações de sua própria insignificância e baixa estima.
    É clássica a ira do homossexual reprimido contra o homossexual assumido, numa atitude de inveja e de impotência perante a opção sexual reprimida.
    O fato de não poder, por causas variadas, assumir a opção sexual que, de fato o atrai mas, por isso mesmo, se torna repulsiva; o faz agir violentamente contra aqueles que conseguiram vencer os medos com relação a isso.
    Historicamente, na nossa colonização, a própria Igreja Católica estimulava os preconceitos, subserviente que era à Corte e aos poderosos, perdoando e até mesmo estimulando os massacres indígenas e as ações contra os negros e pardos.
    A própria Igreja, nas Cruzadas, levava terror a quem não compartilhava de suas idéias, desculpa usada pelos poderosos sequiosos em dominar áreas pertencentes aos otomanos. Em nome do Cristo pacífico, se lavavam no sangue dos mouros.
    A sensação “prazerosa” criada pela submissão dos mais fracos e dos indefesos, gera em muitos de nós, o que se pode dizer Poder Absoluto, o que faz com que as ações mais cruéis e absurdas sejam tidas como “normais”.
    Os massacres em Ruanda e Burundi que se realizaram há alguns anos, sob os olhos passivos dos paises civilizados, demonstram o quanto o homem ainda persiste nos mesmos erros de antes. A situação trágica no Oriente Médio entre palestinos e judeus e entre xiitas e sunitas também demonstram isso.
    A, teoricamente, mais civilizada das nações, que se orgulha de sua democracia, nos tem dado exemplo de que “nada mudou”.
    Enquanto os talibãs foram úteis, os afegãos padeciam de toda a sorte de desmandos e absurdos, inclusive com crimes contra a própria Cultura Universal, como a destruição de uma histórica estátua de Buda, incrustada numa montanha. Bastou que, para os americanos, esses passassem a não ser mais de tanta utilidade para que os antes defensores desse grupo radical passassem a ser seus algozes.
    A armadilha criada pelos próprios imperialistas americanos no Iraque fez com que eles mesmos entrassem em uma confusão que não vai ter final pacífico.
    Os erros de ontem se repetem hoje, em um moto contínuo absurdo e sem nexo.
    Um outro aspecto dos preconceitos é a profunda associação dos fatores econômicos com os outros parâmetros.
    Principalmente no Brasil, onde a imagem de “país sem preconceito” se desmente a cada momento.
    Uma das principais acusações contra o Presidente da República, criminosamente repetida por alguns setores do país, inclusive político, é o fato de não ter curso superior.
    O mesmo grupo se omite contra o vice-presidente, também sem curso universitário, mas rico.
    Grande parte dos nossos políticos não tem cultura bastante para serem tidos como intelectuais, alguns crêem que o simples fato de terem aprendido mais de um idioma significa capacidade intelectual.
    Conheço a história de um menino que, sem ter estudado, há muitos anos, deixou boquiabertos todos os doutores do seu tempo.
    Entre outros personagens, como a admirável Cora Coralina, grande poetisa semi-analfabeta, admirada por muitos, inclusive por parte daqueles que criticam o nosso presidente pelo fato de não ter concluído um curso superior.
    Outro aspecto que creio ser importante, além desse é o preconceito inerente contra o povo nordestino, tal qual vemos na Itália contra os sicilianos e calabreses, disso posso falar com conhecimento de causa, neto que sou de um calabrês.
    Quando vemos uma das maiores autoridades políticas do nosso país, governante por oito anos afirmar que “pobre não pode governar”, temos o mesmo aspecto preconceituoso.
    Da mesma forma quando um outro político afirma que Lula “vive viajando”, se esquecendo do antecessor “Viajando Henrique Cardoso”, nos remete ao preconceito.
    Com relação ao uso de bebida alcoólica, nem preciso dizer – cachaceiro é bem diferente de uisqueiro ou de quem bebe vinhos, principalmente vinhos importados, é por acaso chamado de alcoólatra?
    Todos estes aspectos convergem para o preconceito.
    Uma outra coisa que deve ser vista é a discriminação, ação ligada ao preconceito e á segregação, quando se faz de forma contínua e mais profunda.
    Quando citei a Igreja Católica e o Império Norte americano, como coadjuvantes e atores principais de etapas da história onde o preconceito e a discriminação se tornaram algozes da Humanidade, pergunto até que ponto o nazi-fascismo foi menos ou mais cruel do que essas ações?
    É delicado se tocar nesse assunto, a partir do momento em que a História é feita pelos vencedores, cabendo aos derrotados os ônus dos erros.
    Até que ponto a imagem do “judeu errante” não contribuiu para a ação criminosa do nazismo?
    Até onde vai a diferença entre as ações de Bush com relação aos povos árabes, em nome de uma “liberdade”, e as ações dos espanhóis e portugueses com relação aos índios latino americanos?
    Até onde vai a ineficiência de um “semi-analfabeto” Garrincha e a de Lula?
    Temos a visão da discriminação e do preconceito como, muito mais econômica e social do que por cor de pele, religião, raça ou culturais e/ou educacionais.
    Os que agem sob essa égide, demonstram a fragilidade moral de quem não tem capacidade de discernir qualidades e defeitos.
    Apresentam, de antemão, uma opinião deformada sobre o que não conhecem, o que denota ausência de caráter e de sapiência.
    Os que discriminam são os mesmos que bajulam os que, econômica ou socialmente estão em um estágio aparentemente superior.
    Sendo dignos de serem olhados, sob uma ótica cristã, com a mesma compaixão que Cristo observava os seus algozes.
    E numa ótica ética, como os verdadeiros abutres da história, incapazes de serem referência para qualquer coisa, a não ser da incompetência de agirem como seres civilizados...

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