Notícia Urgente!

Por Marcos Loures

Notícia Urgente que vem de Brasília, dá a dimensão da epidemia que ameaçava atacar o Brasil, mas foi estancada pela descoberta de um antídoto eficaz:Segundo nosso correspondente em Brasília, o foco de gripe aviária detectado em Brasília foi debelado. Restando apenas alguns poucos contaminados que estão sendo isolados e, desta forma, cada vez mais enfraquecido.

A gripe aviária, ao contrário do que se pensa, teve seu primeiro foco epidêmico localizado no Brasil, na década de 90, com uma forma mais branda, mas altamente lesiva.Essa epidemia deu-se com a contaminação de uma ave da fauna nativa brasileira, o Ramphastos toco, ave da ordem dos Piciformes e da família dos Ramphastidae. Ele é um animal onívoro, alimenta-se de insetos, lagartos, ovos, filhotes de outros pássaros e, principalmente, frutas. Seu hábito alimentar é diurno.E, com esse hábito deletério para a natureza, de se alimentar de seres indefesos, como os filhotes de outros, criou um ambiente propício para a destruição da fauna, tanto selvagem quanto civilizada, destruindo o futuro de muitos.A contaminação, através das fezes da subespécie latrus, a mais freqüentemente encontrada dentre as outras subespécies, as quais iremos abordar em seguida, nos leva a uma dimensão do potencial destrutivo desse animal.Durante oito anos, esta ave, pode-se dizer tranqüilamente, de rapina, levou à miséria grande parte da fauna brasileira, inclusive com a destruição dos ninhos onde se encontravam a maior parte da população.Porém, há mais ou menos três anos e meio, com a reprodução dos representantes da classe Cephalopoda, subclasse Coleoidea, ordem Teuthida, que inclui duas subordens, Myopsina e Oegopsina, os pássaros contaminados passaram a perder a capacidade de destruir os ninhos alheios.No ano passado, houve um recrudescimento da virose, contaminando outra subespécie, a vulgaris, de características mais agressivas, chegando a agredir outros espécimes dentro do próprio ninho.Mas a associação dos Cephalopoda da ordem Octopoda, parentes muito proximos dos Teuthida supra citados, a epidemia se tornou, para alívio de todos, improvável.O fato de ter-se debelado essa ameaça ao país e à humanidade deve ser comemorado por todos; embora a contaminação pelas fezes dos animais possa ter deixado alguns, com uma forma crônica da doença. Forma essa que precisa de tratamento contínuo, para que as recaídas não ocorram.

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2 comentários

  • MARCOS LOURES  
    20/6/06 7:19 PM

    "PSDB acha que sabe tudo"
    diz que o PSDB "acha que sabe tudo"."Parece que o PSDB não leu direito o resultado da eleição de 2004. Retirando SP, ou seja nos 78% restantes do eleitorado, ganhou o PMDB, com alguma folga, em segundo, empatados, PFL e PT, e em quarto lugar, lá atrás, o PSDB. O PFL sempre elege uma bancada federal maior que a do PSDB, pois tem muito mais capilaridade. Mas o PSDB acha que sabe tudo. E não sabe
    Elegeu o presidente em 1994 a custa da desistência de Antônio Brito -escolhido pelo presidente Itamar- e do plano real. Em 1998 o populismo cambial -pós-crise asiática- custou à eleição, 60 bilhões de dólares.
    E o mais grave: sem interação não há motivação. Sem motivação não há participação. Sem participação não há mobilização e multiplicação.

    O texto acima que parece postado por César Maia demonstra que a situação está feia entre os aliados da composição “Unidos Venceremos”.
    Desde há muito tempo, o fogo amigo espalha brasa para todo lado, causando mais e mais estragos no Titanic tucano-pefelista.
    Temos visto, durante esses dias, uma série de ataques entre os componentes desta coligação.
    Volta e meia um ataca o outro, quando o ataque não vem diretamente dentro do próprio partido.
    Mesmo o candidato, Geraldo, até a pouco cordato, educado e sem sal; por osmose política, começou a uivar contra todos e contra tudo.
    A vítima de agora foi o seu ex-companheiro de partido, Henrique Meirelles:
    “O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, elevou mais uma vez o tom de suas críticas ao governo Luiz Inácio Lula da Silva, e qualificou de "burrice" o pagamento da dívida de US$ 15 bilhões com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Ele também chamou de "covarde" o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, por não aumentar o ritmo de queda dos juros básicos do país.

    “O Brasil perdeu oportunidade, pois o PT não tem credibilidade. Passou 25 anos dizendo uma coisa e foi obrigado a fazer outra ao chegar ao governo", disse ele, durante entrevista à rádio CBN, reproduzida no site do PSDB.

    Para Alckmin, Meirelles foi "covarde" ao não aproveitar um momento favorável da economia internacional para reduzir ainda mais a taxa de juros do país, hoje em 15,25% ao ano.

    O ex-governador de São Paulo também criticou o pagamento da dívida do FMI, defendida pelo presidente Lula como uma forma de reduzir a vulnerabilidade externa do país. Alckmin disse que foi "burrice" porque o governo preferiu encerrar uma dívida que pagava juros mais baixos que os pagos pela dívida interna do governo, que remonta a quase R$ 1 trilhão.”
    Realmente, juros baixos e liquidação de dívidas são características básicas dos governos tucanos de FHC.
    Cara de pau pouca é bobagem.
    Essas afirmações vindas de quem participou de um governo que teve juros de mais de 40 por cento e aumentou as dívidas interna e externa até a estratosfera, são uma preciosidade, verdadeiros ícones do cinismo e da hipocrisia.
    As aulas tomadas por Alckmin com a turma pefelista estão transformando-o profundamente.
    Até o final da campanha teremos um novo Geraldo, isso se não pirar antes.
    Afinal de contas, contra-senso em excesso pode levar a tal nível de desequilíbrio que poderemos ter um caso exemplar do “Samba do Tucano Doido”.
    Aprendendo a uivar com sotaque de chuchu, está errando o alvo e a mira não é das melhores.
    Ao tentar falar sobre taxas de juros baixos demonstra que está ouvindo mais o PSOL do que o PSDB.
    Quanto a criticar quem está pagando a conta das orgias e/ou desmandos feitos com dinheiro e/ou patrimônio público, isso não é bom exemplo não, doutor.
    O pessoal da Opus não vai gostar disso não, a César o que é de César.
    Pagar as contas é dever de qualquer cidadão. Criticar quem paga as contas é mais ou menos conclamar a todo mundo a não pagar seus débitos nem impostos.
    Pegando a onda da declaração do Geraldo, sugiro aos contribuintes mineiros e paulistas a não pagar os seus tributos.
    “Desobediência fiscal já!”
    Conclama o candidato tucano.
    Essa declaração sem pé nem cabeça se associa a outras feitas, como aquela que disse que seria necessário punir os 40 “ladrões”, inclusive os companheiros Eduardo Azeredo, Césio Andrade e Roberto Brant.
    Aliás, parodiando José Jorge: “Esse Geraldo ou tá bebendo muito ou andou fumando um cigarrinho do capeta...”

  • Paula Evilásia  
    20/6/06 7:52 PM

    O próprio Freire reconhece sua condição. Ontem, ao declarar o apoio informal do PPS à candidatura tucana, disse que não sabe “qual a contribuição em termos de voto” poderá dar ao candidato tucano. “Já a credibilidade do PPS, não tenho dúvida, será uma grande colaboração”, disse. E prosseguiu afirmando que “temos mais de 80 anos de história na política brasileira e não estaremos ao lado do governo Lula pela indecência que ele significa. Ele foi uma fraude do ponto de vista da perspectiva de mudança...” Parece que de fraude, Roberto Freire realmente entende, a começar pelo embuste de tentar carregar para o PPS a trajetória do velho PCB, cujos ideais, símbolos e história Roberto Freire e seus comparsas já tinham rasgado e jogado no lixo em 1992.


    Não admito em hipótese alguma que esse canalha use o nome do PCB que ele tentou assassinar em 1992.
    O passado do partidão, de lutas e de dignidade não pode ser utilizado por um cidadão que, por total falta de caráter e com uma visão programática e ideológica totalmente diversa da legenda fundada pelo grande Luis Carlos Prestes, vomita esta impropriedade.
    O final de carreira melancólico desse cidadão, demonstra a que ponto a megalomania e o narcisismo podem chegar.
    O PCB não morreu e nem morrerá, já o PPS, aborto mal feito e baseado no delírio deste pseudo moralista e intelectualóide de terceira classe tentou impor à sociedade brasileira.
    No começo de minha vida universitária, nutria uma grande atração pelo partidão, tanto que votei em João Saldanha para vice prefeito do Rio, em uma chapa composta com Marcelo Cerqueira.
    Falando em João Saldanha, a sua morte é uma sorte para esse freire de batinas largas e expostas agora, para que ACM e o coronelato usufrua à vontade.
    O nome do partidão deve ser tratado com respeito e não pode ser execrado na boca de qualquer pulha de terceira classe.
    TOME VERGONHA NA CARA SEU PILANTRA!
    NÃO FALE EM VÃO O NOME DE UM PARTIDO FEITO DE SANGUE E DE LUTA.
    O SEU PARTIDECO TEM 14 ANOS DE PROSTITUIÇÃO POLÍTICA.

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